| 17 - why are you saying this?! |

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     A M Y

Acordei sentindo os braços de Jack me envolverem pela cintura, enquanto sua respiração pesada batia contra meu pescoço. Rapidamente me levantei, fazendo Gilinsky acordar assustado. Seus cabelos estavam bagunçados e a cara estava toda amassada de ter dormido na areia.

— Bom dia. — coçou os olhos.

— Eu não acredito que aceitei isso. — falei comigo mesma e ele fez careta.

— Para de ser certinha, McGowan. — pediu enquanto se levantava.

— Para de ser chato, Gilinsky. — reclamei e ele sorriu. — Fala sério, você é doido.

— E você gosta. — piscou pegando nossas coisas, eu apenas ignorei-o.

— Meus pais vão me matar. — comecei a pensar em todas as broncas que levaria

— Seus pais se importam com você? — percebi que ele estava falando consigo mesmo.

Confesso que aquilo me deixou intrigada.

— Sim. — nem sempre. — Os seus não? — perguntei colocando meus sapatos, em seguida caminhando até o carro de Gilinsky.

— Eu não sei, Amy. É complicado. — respondeu cabisbaixo, vi que o assunto não tinha agradado.

— Se você quiser conversar... — ofereci. O que é isso Amy? Agora virou psicóloga?

— Deixa. — deu de ombros, entrando em seu automóvel, eu fiz o mesmo.

Assim que o carro foi ligado, olhei para o visor que mostrava o horário. 07:30.

— EU TO MUITO FERRADA. — exclamei colocando as mãos na cabeça.

— Calma. — Jack começou a pensar. — Vamos para a escola direto. — ele arrancou o dirigível rapidamente, fazendo minha barriga gelar.

— Você quer me matar? — perguntei fazendo-o rir.

— Shh, aproveita.

[...]

— Aonde você estava, praga? — Felicity perguntou me puxando para um canto assim que coloquei meus pés para dentro daquela escola com Jack.

— Complicado de explicar. — cocei a cabeça e ela arregalou os olhos.

— Não me fala que vocês transaram?! — exclamou e eu corei.

— Lógico que não, Elle. — chamei-a pelo segundo nome. — Sou puritana. — brinquei com um sorriso bobo no rosto.

— Você é doida. — falou e eu me lembrei da minha conversa com Jack.

— E você gosta. — respondi da mesma maneira que ele.

— Tá andando muito com Jack Gilinsky. — cruzou os braços. — Isso é areia? — passou as mãos por meus braços.

— Sim. — murmurei.

— Você tava na praia? — perguntou incrédula. — Por isso não viu minhas mensagens. — deduziu.

— Pois é. Deixei minhas coisas na casa do Gilinsky e a gente ficou na praia. — dei de ombros.

— McGowan... você jura que não aconteceu nada?

— Juro. Não aconteceu nadinha de nada.

"Tirando que a parte que ele quase viu meus peitos, não aconteceu nada." completei mentalmente.

— Acho bom você estar falando a verdade pra mim. Eu disse para sua mãe que seu celular tinha estragado e você dormiu em casa. — explicou e eu sorri, abraçando-a.

— Te amo, te amo. — beijei a bochecha da mesma.

[...]

Após pegar meus pertences na casa de Jack e tomar banho na casa de Felicity, finalmente estava em casa.

— Filha! — minha mãe me abraçou e eu retribui. — Não some assim outra vez, quer me deixar preocupada é?

— Desculpa. Não vai acontecer novamente. — sorri fraco.

Ela passou um fio de cabelo por trás da minha orelha, me fazendo fechar os olhos sorrindo. E em seguida ficou me observando.

— Você é linda. Não deixa ninguém te deixar para baixo. — aconselhou e eu estranhei.

— Porque você tá falando isso? — perguntei.

— É necessário, tu tá crescendo. — respirou fundo, me deixando sozinha.

Aquela conversa estava estranha, minha mãe estava estranha. Ela nunca ficava em casa e agora estava ficando. E meu pai — que sempre foi ausente — não aparecia em casa a dias.

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     gente, desculpa não responder todos no último capítulo. Foram mais de 300 comentários.

   • se você fosse um personagem (de qualquer coisa) o que seria?

   • tem fandoms? quantos e quais?

escreva uma frase que para falar no sexo e no ônibus.

gangs | jack g Histórias para pegar e não largar. Descubra agora