E com todos aqueles galhos secos, decaídos talvez, suaves mas que o vento não pôde levar, pois estão tão firmes, assim como a poeira no ar, e tão secos como a garganta de um mendigo que não bebe água a um tempo.
Mas lembro de quando existiam folhas, verdes, meras e barulhentas...
Quando o vento ousava soprar forte na tentativa de fazer cada folha despencar árvore á baixo, e a única coisa que conseguia era fazê-las dançar,
Ao mesmo tempo em que o teu som zombava da brisa que não triscava ao peso da queda de uma mera folha, uma pena se tornaria ela
Robusta ou tão suave e peluda, mas folhas, folhas não são assim! E se fossem?
Permaneceriam da mesma forma.!
E novamente eu me recordo dos galhos secos daquela árvore, que hoje em dia cobre uma paisagem do alto, mas que encanta um enquadro perfeito de um lugar simples, com um ar gelado. Mistérioso eu diria se pudesse! Mas em questão de ser abusada, desta vez deixo de lado... Me sinto como a folha, comparada a uma pena que o vento não pôde derrubar...
E todos os galhos secos e velhos hoje enfeitam uma praça.!!
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Cronicando Crônicas
PoetryUm pequeno espaço literário que se torna enorme quando se aprende a sentir, então mergulhe comigo em pequenos textos que farão pensar de um modo diferente! ^^
