Capítulo XVI: Unindo Forças contra os Vilões pela Primeira Vez!

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"CONSULTÓRIO"

"Mas que coisa! Só nesta semana, já estrearam mais três filmes de comédia dramática romântica... Tem que ser louco, psicopata e retardado mental simultaneamente, para perder tanto tempo, paciência, interesse, disposição e dinheiro com esse tipo de mistura!" O Doutor está pensativo e lendo o jornal.

— Doutor, tem o tio de um novo paciente esperando que você o atenda! Comunica a secretária do Doutor.

O Doutor sorri.

— Doutor, que bom que o encontrei! Meu sobrinho está tendo um daqueles ataques de triplicidade das doenças mentais, li seu livro e acredito que poderá

ajudá-lo nessa! Comunica o tio do novo paciente, todo aflito.

— E, por acaso, seu sobrinho gosta de filmes de comédia dramática ou romântica?

— Não, por que a pergunta? Pergunta o tio do novo paciente, um pouco nervoso e estranhando a dúvida.

— Por nada, foi só uma pergunta aleatória e improvisada!

"GINÁSIO"

— Tenho um plano para darmos uma lição no Doidivanas, primo! Ouça atentamente o que tenho a lhe dizer! Frederico cochicha para o primo.

— Pode mandar bala, brasa e chumbo, Frederico!

— o primo cochicha de volta. "ESCONDERIJO"

"Era só o que me faltava... agora, sou a principal vítima de um ardiloso, chantagista, sequestrador e terrorista!" Juliana está pensativa.

"GINÁSIO"

— E então, quem aqui deseja desafiar e violar

minha autoridade? Pergunta Doidivanas.

— Eu tenho um desafio para você, Doidivanas! Diz o primo.

— É mesmo? E do que se trata?

— Esvazie meus bolsos e verá!

— Mas que tipo de desafio é esse afinal? Pergunta Doidivanas, extremamente impressionado. Frederico e o primo sorriem e piscam com os olhos esquerdos um para o outro.

— Pode mexer e ficará sabendo logo em seguida! Responde o primo, sorrindo para Doidivanas.

— Se eu não fosse completamente lúcido, diria que você é louco, psicopata e retardado mental... só que, enfim, darei uma conferida e analisada!

— E ninguém sabe ainda do paradeiro da fotógrafa Juliana Medeiros! Inclusive, o escriturário Frederico Lorenzoni e seus pais já deram seu apoio e solidariedade aos pais dela! Diz o repórter de TV. "CLIC!"

"E desde quando doentes mentais se importam com alguém? Essa mídia é uma coisa tão

sensacionalista e tendenciosa! Eu, hein? Quero é distância!" O Doutor está pensativo.

"GINÁSIO"

— Veremos agora o que você tem em seus bolsos! Diz Doidivanas, sorrindo para o primo de Frederico. "UUUUÓÓÓÓ!" Surge um barulho idêntico ao de uma viatura da polícia.

— Chefe, parece que estamos enrascados e sem saída! Comenta o colega (1), já bastante aflito e assustado.

— MALDIÇÃO! TEMOS QUE SAIR DAQUI AGORA! Doidivanas grita.

— Sim Delegado, sou eu mesmo, Frederico Lorenzoni! Acabo de enganar o Doidivanas com um truque bem antigo de ventriloquismo e a ajuda de meu primo! Além disso, já fotografei o indivíduo! Frederico fala ao celular sem ser visto.

— Que maravilha, Frederico! Já estou enviando meus homens para aí! Exclama o Delegado, bastante contente e satisfeito.

Meia hora mais tarde...

"ESCONDERIJO"

— Não dá para acreditar nisso... quem, o que e como nos enganou e de onde veio? Questiona Doidivanas, extremamente cabisbaixo e inconformado.

— Agora que você mencionou, aquele rapaz se parece bastante com o Frederico! Responde o colega (1).

Doidivanas sorri e ergue ambas as sobrancelhas para o colega (1).

— SABEMOS QUE ESTÁ AÍ DENTRO, DOIDIVANAS! LIBERE A JULIANA OU FAREMOS UMA INVESTIDA BEM PESADA CONTRA VOCÊ! Informa o Delegado do lado de fora e com um megafone.

Doidivanas e os colegas tremem e suam de tanto medo.

— Chefe, tem uma saída pelo outro lado! Informa o colega (1).

Doidivanas faz um sorriso bem mais largo e sutil do que o anterior.

Cinco minutos mais tarde...

— QUE MALDIÇÃO! A POLÍCIA ME CERCOU TODINHO! COMO FIZERAM ESSA BAGUNÇA? Reclama Doidivanas, já amarrado e entrando no camburão sob a batuta de um policial.

— Pois é, amigos! Frederico Lorenzoni e seu primo distraíram Doidivanas com um truque bem antigo de ventriloquismo e o primeiro ainda bateu uma foto na direção em que o vilão corria! Agora, temos que esperar o processo judicial que as famílias Lorenzoni e Medeiros estão movendo contra o Doutor Maxpir Ado por imprudência, insolência e negligência! Notifica a repórter de TV.

"CLIC!"

"NÃO SOU LOUCO, PSICOPATA E RETARDADO MENTAL PARA IR PARAR NA JUSTIÇA!" O Doutor

está pensativo e impressionado. "CASA DE JULIANA"

— Quero lhe agradecer e me desculpar por tudo e muito mais! Agradece Juliana sorrindo.

— De nada e sem problemas, podemos então

namorar de vez? Diz Frederico, sorrindo de volta.

— Ainda não... preciso de um tempo só para mim! Nada pessoal, compreende? Responde, Juliana meio desconfiada, insegura e receosa.

— Perfeitamente! Amigos então?

Frederico e Juliana se cumprimentam na frente dos pais de ambos e todos sorriem mutuamente. "CASA DE HAIRAN"

— Vocês viram? O Frederico e a Juliana agora são amigos! Comemora Marihá.

— Sim, tomara que ele possa conquistá-la depois disso! Responde Hairan.

— Esperamos por isso então! Reforça Anne. Dia seguinte...

"CONSULTÓRIO"

— Como se sente sabendo que será denunciado, processado e, talvez, preso, Doutor Maxpir Ado? O que pode dizer para a imprensa nesse momento tão delicado e desconfortável? Pergunta a jornalista.

— VOCÊS, DA MÍDIA, SÃO UNS FARSANTES, IMPUROS E NOJENTOS, ESTÁ SABENDO DISSO? O Doutor surta contra a jornalista.

— Eu gravei isso o que você disse!

— Também me colocará nas mãos da lei?

— Eu não... Começa a jornalista sorrindo. O Doutor fica aliviado.

— Mas saiba que o Sindicato Organizado da Mídia Especializada poderá, deverá e irá fazer isso, sim!

— JÁ CHEGA DESSA ENCENAÇÃO TODA, VOCÊS SÃO TODOS LOUCOS, PSICOPATAS E RETARDADOS MENTAIS, SABIA DISSO? O Doutor fica irado de uma vez por todas.

"CASA DE FREDERICO"

— Pois é, primo! O patrão me deu três semanas de folga! Frederico está ao telefone com o primo. "ESCRITÓRIO"

— Eu não quero substituir as funções de um cara louco, psicopata e retardado mental! Reclama o funcionário (17), todo chiliquento e melindroso.

— Prefere que eu o demita de vez? Indaga o patrão sorrindo.

— Você mesmo agora também ficou louco, psicopata e retardado mental! E sabe do que mais? Ninguém mais trabalhará para você a partir de amanhã, exceto pelo coitadinho e queridinho da empresa! O funcionário (17) fica arrasado e perturbado em definitivo.

O patrão sorri com muito mais flexão e intensidade.

O Desespero de um SolteiroHistórias para pegar e não largar. Descubra agora