Cap.7

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P.O.V: Rebecca

Eu: S-sim, to gostando, TH é meu cantor favorito - sorri e ele continuou serio, porem sua expressão nao era de seriedade, era indecifrável.

Xxx: E veio só pra ver ele? -apontou cc a cabeça pro palco sem tirar os olhos dos meus.

Eu: N-nao, na verdade eu nem sabia que ele cantaria aki hj, vim com uma amiga - ele deu um gole da bebida sem deixar de me encarar, eu ja estava ficando sem graça.

Xxx: tendi, mas tu nao é daqui nao ne? - neguei - e de onde a princesa saiu? -engoli em seco, vivo em um morro tempo suficiente pra saber que gente de outro morro nao entra, e se entrar nao sai.

Eu: eu?.... eu... eu vim laaa... la do.... do... -ele arqueou uma sombrancelha e comprimi os  labios.

Xxx: Qual foi? Pode falar, to perguntando só pra fazer poze poh, nao é pq sou o dono no morro q vou querer saber onde tu mora pra te perseguir e fazer sla o que - deu de ombros e girou dando uma passada de olhar em todo o ambiente.

Opa! Como assim, esse cara, na minha frente, a centímetros de mim, que acabou de perguntar onde eu moro, é o dono do morro???? Meu coraçao errou uma batida enquanto eu tentava digerir essa informação, e cade a melissa quando eu preciso dela?!

Eu: foi mal - ri sem graça - é que eu to nervosa, primeira vez q saio escondido de casa - ele deu um sorriso de canto e deu mais um gole de sua bebida.

Xxx: Ah entao você é uma garotinha rebelde? - gargalhou - fica susa que seus pais com certeza nao vao vir te procurar aki - dei um sorriso sem jeito e ele estendeu o copo - da um gole pra se soltar - bebi e fechei os olhos pra tentar nao fazer uma careta quando aquela bebida super forte entrou em contato cc minha lingua. -digo, se soltar na minha frente, nao na grade - falou no pé do meu ouvido me causando calafrios.

Eu: Eu nao vou dançar pra voce - respondi entregando o copo pro rapaz na minha frente - Eu nem te conheço.

Xxx: Que grosseria da minha parte, sou pk, e a donzela é?...

Eu: Rebecca

Pk: agora q nos conheçemos, que tal vc dançar pra mim rebecca? Só pra fortalecer a amizade - dei um sorrisso  da sua cara de pau e quando estava prestes a negar ele passou uma mao na minha cintura me prendendo na grade, olhei pra cima, ja q eu batia no seu peito, e ele me olhava como um lobo olhando pra ovelha - o que me diz?

Seu olhar descaradamente desceu pro decote do meu vestido e ficou pousado ali, baixei a cabeça com vergonha e pude claramente ver o volume de seu membro sobre sua bermuda jeans de lavagem escura

Arregalei os olhos e virei de costas, o que foi uma péssima decisão ja q pk terminou completamente com o pouco espaço q ainda restava entre nós, tombei a cabeça um pouco pro lado ao sentir sua respiração em meu pescoço.

Pk: vai dançar pra mim é? - desceu a mao pra minha bunda e deu um leve aperto - boa garota.

Certo, eu ia me arrepender depois, mas o que eu mais faço na minha vida sao escolhas erradas que eu simplesmente levo como aprendizado e sigo em frente, pronta pra proxima.

Inclinei um pouco  o corpo e dei algumas reboladas tímidas, PK puxou meu cabelo fraco porem firmemente e me levantou voltando a falar no meu ouvido.

PK: vamos, eu sei que pode fazer melhor que isso - o olhei de rabo de olho e vi um sorriso desafiador em seus olhos, peguei seu copo q estava pela metade e virei, esperei até que a musica entrasse no beat perfeito e comecei a dançar, rebolei tanto que poderia ter destroncado o quadril.

TH se despediu e o dj voltou a tocar uns funks aleatórios, um deles era "bate palma" da lexa com jottapê, a bebida ja tinha batido legal, ignorei a quantidade de pessoas presentes e começei a me esfregar com força no PK, q continuava parado, só olhando minha bunda mexer em volta de seu pau.

Mais uma vez ele me levantou puxando meus cabelos, olhei pra ele que sussurrou um "vem comigo" mudo, e saiu andando segurando minha mao.

Caminhamos até uma área atras do palco, nao havia ninguem ali, porem enquanto andavamos vi algumas camisinhas usadas jogadas no chao, torci o nariz e continuei o seguindo.

PK parou em uma parede e me puxou pra si, seu olhar nao saia do meu decote, mordi o labio ao ver uma de suas maos soltar meu pulso, e segurar seu mebro com força, ja a outra subiu para minha cintura e me envolveu.

PK: to doidao pra fuder contigo - falou no meu ouvido me fazendo fechar o olho e morder os lábios.

Eu: E ta esperando o que? - ok, talvez eu estivesse um tanto fora de mim por causa da bebida, mas bêbada ou nao, eu queria muito sentar nesse homem.


Apaixonada pelo rival do pai da minha filhaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora