Capítulo 33

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Andréia- Não... Isso é um erro. (Falo parando o beijo)
- Desculpa, mas o Levi... se tiver uma chance mínima de vocês voltarem a se falar, não quero atrapalhar. (Arrumo uma desculpa)

Ítalo- Andréia você sabe a quantos anos eu estou sem falar com o Levi? (Pergunta) Já faz muitos anos, a esperança de voltar a falar com ele nem existe. (Diz)

Andréia- Eu sei, mas... (sou interrompida)

Ítalo- Não tem mas. (Suspira) Eu sou seu amigo a cima de tudo, se você não quiser é só falar.

Andréia- Eu não quero. (Digo me sentindo horrível) Não me leve a mal, mas eu ainda não estou bem pra beijar outras bocas. (Pois ainda penso loucamente do Levi,  que nesse momento deve tá beijando várias bocas. Pesno comigo)

Ítalo- Eu entendo, mas por que você tentou me beijar na minha casa? (Pergunta )

Andréia- Por que me deu vontade.  (Falo dando de ombros)

Ítalo- É assim né! (Fala rindo)
Aliás você beija muito bem. (Fala e eu coro)

Andréia- Idiota.  (Falo empurrando seu ombro e rindo)

Vejo meu relógio marcar 13:20 e penso no meu pai.

Andréia- Você vai comigo até a casa do meu pai? (Pergunto o olhando)

Ítalo- Vai me apresentar como seu marido? (Pergunta brincalhão)

Andréia- Acabei de "recusar" seu beijo, você acha mesmo que vou te apresentar como marido? (Falo dando aspas no recusar, e falo num tom de brincadeira)

Ítalo- Sério Andréia, magoou. (Fala fingindo está ofendido)
- Mas eu vou. (Fala)

Andréia- Ótimo, mas antes vamos tomar um sorvete. (Falo o puxando até uma sorveteria que tinha ali por perto)

Sentamos em um banco e comemos nossos sorvetes falando de quem passava por perto. O Ítalo é pior que a Cathe.

Andréia- Vamos? (Falo me levantando ficando a sua frente)

Ítalo- Vamos lá. (Fala e caminhamos até meu carro)
...

10 minutos depois chegamos na minha antiga casa. Que saudade que estava desse lugar.
Atravesso o jardim e vou até a porta com o Ítalo atrás de mim.
Bato na porta umas 3 vezes mas logo é aberta por Isabel.

Isabel- Minha menina você está de volta. (Falou com um sorriso largo me abraçando)

A Isabel era a governanta da casa e é  como se fosse uma avô para mim. ela sempre cuidava de mim quando eu era menor e meu pai estava no trabalho.

Andréia- Que saudades eu estava. (Falo animada)
- Aonde está meu pai? (Pergunto me soltando do seu aperto)

Isabel- Está lá trás no jardim. (Diz e logo sua atenção é voltada para o Ítalo)
- Seu namorado? (Pergunta e sinto animação na sua voz)

Andréia- Não, esse é o Ítalo meu amigo de Nova York. (Falo)

Isabel- Seja bem vindo. (Fala e estende a mão para ele)

Ítalo- Muito obrigada. (Fala sendo totalmente simpático)

Andréia- Bem... estou indo falar com meu pai. (Falo e o Ítalo me segue)

Vejo meu pai sentada na mesinha que tinha no jardim, lendo seu livro que  nem percebe minha presença. Vou andando lentamente por trás dele e dou-lhe um susto.

Andréia- Buh! (Grito perto do seu ouvido e sinto ele bater o livro na minha cabeça)
- AIIII. (Reclmo)

Pai- Andréia?filha? (Fala e me olha)
- Desculpa meu amor, foi por impulso, você me assustou.

Meu obsessivo Onde histórias criam vida. Descubra agora