-Não Oliver! —Me assusto com a veracidade de sua voz. — Meu Deus você não cansa? —Faço a minha melhor cara de cachorro abandonado.
—Estamos em lua de mel Beth, o que quer que eu faça além de transar com a minha mulher? —Abandono as mãos ao lado do meu corpo.
—Meu Deus, você lembra do que o meu pai falou? —Questiona de volta colocando o robe de seda.
Como eu poderia esquecer que o meu pau está sendo ameaçado, caso a minha mulher engravide, mas isso não é motivo pra que ela não queira sexo, será que já perdeu o interesse em mim? Não, o estresse do casamento deve tá cobrando o preço ainda.
—Humpf, meu pau está na reta. – Vejo um lampejo de divertimento passar pelos seus olhos.
—Amor.... Meu marido, meu lindo marido. —Se aproxima me empurrando pra sentar na cama, ela vem por cima de mim passando suas pernas ao redor do meu corpo, apoio os meus braços na cama. Pra dar mais livre acesso a minha mulher ela ataca a minha boca, desisto de entender o motivo dela estar me negando a segundos atrás.
—Minha delícia. —Gruno em seus lábios, sem nem ao menos desgruda-los. —Rebola no meu pau só um pouquinho amor, do jeito que só você sabe, eu prometo que vai ser rápido. —Suplico mesmo ambos sabendo que isso não é nada verdade, não será rápido, as nossas rapidinhas nunca são, e as vezes nos coloca em aperto.
—Olie.. —Mia quando sugo o seu seio por cima da camisola, doido para devorá-lo sem barreira alguma. —Amor. —Geme assim que minhas mãos alcançam sua boceta encharcada. Mudo a posição me colocando no meio de suas pernas, esfrego a minha ereção em sua boceta, ela se contorce.
—Não diz que não que dar pra mim Lizie diz? —Pergunto mordendo o lóbulo de sua orelha, ela geme, revira os olhos, mas nada diz, eu não posso fazer diferente está muito gostoso.
—Ahh amor. —Aproveitei pra afastar a calcinha dela para o lado e enfiar o meu dedo em seu canal ensopado, brinco com meu dedo ali por um tempo até ter ela implorando, faz isso com muito afinco. —Me Come Oliver... Por favor. —Sussurra implorando, sem deixar o modo autoritário..
Sem dar tempo pra que ela mude os seus pensamentos, eu abaixo a minha calça de moletom só o suficiente pra tirar o meu pau que está babado de tesão. Sem muito pensar e sem delicadeza alguma arremeto dentro dela, com uma fome...como se não tivéssemos transado a dias.
Ambos gememos na boca um do outro e assim a olho no olho, vamos saciando nossa fome que nunca passa. Rebolo dentro dela pra que me sinta por completo. Mordo os seus lábios pra que me sinta mesmo depois de terminar, para que saiba quem é seu homem.
—Minha mulher! —Gruno de modo possessivo, ela geme baixo como uma gata no cio, meto dentro do seu canal apertado como se não houvesse amanhã. Sem dar-nos tempo de processar todo o tesão eu a viro de costas pra mim, a tenho de quatro com a bunda empinada, a boceta vermelha e brilhando da intensidade da nossa loucura.
Entro dentro dela sem delicadeza, o que nos faz ir ao delírio. Seu corpo trêmula nas minhas mãos, eu diminuo o ritmo só para nos torturar um pouco mais.
—Tá gostoso Lizie? –Deixo uma palmada em sua bunda branquinha que logo se avermelha com a força, ela balança a cabeça concordado. —Tsc... Tsc, quero ouvi-la. —Bato do outro lado.
—Si... Sim, por deus Oli....ver. —Ofega, suas palavras saindo entre cortadas.
—Resposta errada pequena esposa. —Puxo o seu cabelo fazendo-a virar a cabeça em minha direção, afundo a minha boca na sua, sem parar de meter dentro dela. — “Sim meu homem, meu marido” essa deveria ser a sua reposta.
—Amooor. —Resmunga sem fôlego quando eu paro. —Oliver por favor. —Súplica, já não aguento mais assim como ela, sorrio estagnado e começo um ritmo alucinante de entra e sai até nos levar ao limite.
—Ahhh caralho. —Gememos juntos, sinto até a última gota se esvair do meu corpo e minhas pernas cedem, me seguro pra não esmagar minha mulher com o meu peso. —Te amo pequena bailarina. —Ela não responde, isso me assusta. —Liz, amor. —Chamo, seu corpo sacode o que me faz sobressaltar, com o coração disparado. —Elizabeth, por Deus, me diga que eu não te machuquei meu amor, se foi eu não....não tive intensão... Amor fala comigo por favor. —Entro em desespero de um modo que me assusta.
—Eu não quero que vo-você fique sem o pau Oliver. —Fala tentando conter o soluço e eu começo a rir descontrolado, ela me encara vermelha pelo choro e por tá chateada certamente.
—Meu amor eu não vou perder a minha joia. —Falo cessando o riso. —Não tem como isso acontecer, o que você tem amor? Esse estresse não está lhe fazendo bem.
—Eu estou bem.... Grávida.
—Eu sabia, você está bem... GRÁVIDA??
—É o que se espera quando se transa sem camisinha. —Ela fala visivelmente brava e eu ainda não tenha reação, um filho, da minha pequena bailarina, uma mini bailarina, um pedaço meu e dela. —Oliver. —Chama baixo e com olhos rasos. —Diz alguma coisa.
—Um filho? —Projetei muitas coisas para dizer, mas só o que saiu foram duas palavras bem distantes do que eu queria.
—É Oliver... Por deus só me deixa aflita, eu não... —A interrompo antes que vá por caminhos tortuosos.
—Um pedaço nosso? Uma mini bailarina? Uma mini de você meu amor? —Não consigo mais segurar a emoção e que se foda que eu vou perder a porra do meu pau, eu perco quantas vezes for possível, se é que é.
—Sim. —A agarro tirando ela do chão com cuidado, mesmo assim sou repreendido.
—Oliver... Não me gire. —Pede batendo no meu braço.
—Meu amor... Te amo, amo vocês mais do que a mim.
—Te amamos Oliver, sempre! —Beijo sua barriga entre nosso choro.
Quando poderia imaginar que aquela menina, aquela que só vivia com roupas de bailarina e pompons rosa seria minha mulher, mãe do meu filho. Amor da minha vida.
Bom eu poderia sim imaginar, eu sabia afinal!
VOCÊ ESTÁ LENDO
Rosa - Concluído
NouvellesElizabeth Kline a filha mais velha de Willian e Anne é uma menina doce e educada, sonhadora,apaixonada como a mãe, e sofre do mesmo problema, é loucamente apaixonada por um homem mais velho, Beth suspira toda vez que o amigo de seu pai. Oliver Conno...
