Chapter thirteen

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Presentes de Natal

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Presentes de Natal


  O Natal se aproximava. Certa manhã em meados de dezembro, Hogwarts acordou coberta com mais de um metro de neve. O lago congelou e os gêmeos Weasley receberam castigo por terem enfeitiçado várias bolas de neve fazendo-as seguir Quirrell aonde ele ia e quicarem na parte de trás do seu turbante. As poucas corujas que conseguiam se orientar no céu tempestuoso para entregar correspondência tinham de ser tratadas por Hagrid para recuperar a saúde antes de voltarem a voar.

  Todos mal aguentavam esperar as férias de Natal. E embora a sala comunal da Slyntherin e o Salão Principal tivessem grandes fogos nas lareiras, os corredores varridos por correntes de ar tinham se tornado gélidos e um vento cortante sacudia as janelas das salas de aulas. As piores eram as aulas do Prof. Snape nas masmorras, onde a respiração dos alunos virava uma névoa diante deles e eles procuravam ficar o mais próximo possível dos seus caldeirões.

– Tenho tanta pena – disse Draco Malfoy, na aula de Poções – dessas pessoas que têm que passar o Natal em Hogwarts porque a família não as quer em casa

  Olhou para Harry ao dizer isso. Crabbe, Goyle, Pansy, Blásio e Theo riram. Scar olhou feio para os amigos. Harry, que estava medindo pó de espinha de peixe-leão, não lhes deu atenção. Malfoy andava muito mais desagradável do que de costume desde a partida de quadribol. Aborrecido porque Slyntherin perdera injustamente, ele sabia que quem pegara primeiro fora a Scarlet.

  Então percebeu que ninguém achara graça, porque estavam todos muito impressionados com a maneira com que Harry conseguira se segurar na vassoura corcoveante. Por isso Draco, zangado, começara a chatear o Harry a dizer que não tinha família como os outros... Era verdade que Harry não ia voltar à rua dos Alfeneiros para o Natal. A Profa. Minerva passara a semana anterior fazendo uma lista dos alunos que iam ficar em Hogwarts no Natal, e Harry assinara seu nome na mesma hora.

  Não sentia nenhuma pena de si mesmo; provavelmente aquele seria o melhor Natal que já tivera. Rony e os irmãos também iam ficar, porque o Sr. e a Sra. Weasley iam à Romênia visitar Carlinhos, Scar também iria ficar para passar o Natal junto de Harry e para o ajudar na busca de Nicolau Flamel. Quando deixaram as masmorras ao final da aula de Poções, encontraram um grande tronco de pinheiro a bloquear o corredor à frente. Dois pés enormes que apareciam por baixo do tronco e alguém bufando alto denunciou a todos que Hagrid estava por trás dele. Scarlet sai junto com Pansy a ignorar, elas ficam a conversar que nem notam a pequena briga entre Rony e Draco, mas que fora parada pelo professor Snape, Scar só vira Harry, Rony e Hermione saírem junto de Hagrid até o Salão Principal, ela se despede de Pansy e os segue, ao entrar no salão fica tão encantada com a visão que nem presta atenção na conversa deles.

  O salão estava espetacular. Festões de azevinho e visco pendurados a toda a volta das paredes e nada menos que doze enormes árvores de Natal estavam dispostas pelo salão, umas cintilando com cristais de neve, outras iluminadas por centenas de velas.

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