Todoroki já estava um tanto quanto acostumado com seu período menstrual, quase nunca era algo diferente de dores, reclamações e remédios.
Mas aquele mês era diferente além de você ter passado a noite toda chorando de dor você teve um sangramento imenso e um humor do diabo, de manhã, Shoto estava em sua porta, te esperando para descer, mas depois de alguns minutos de espera ele resolveu abrir a porta, só para encontrar você vomitando em um balde ao pé da cama, primeiro ele ficou estático observando a cena e depois começou a arquitetar como lidar com a situação.
Chamar uma das meninas pra ajudar? ajudar ele mesmo já que ele era seu namorado?
- É nojento, pode dizer. - Você tirou a cabeça do balde o colocando de lado.
Isso tirou Todoroki de seus pensamentos ele andou até você e se abaixou.
- Você ja tomou algum remédio? - Ele gentilmente tirou alguns fios de cabelo que estavam em seus olhos e os realocou atrás de sua orelha.
- Já, mas parece que o efeito ja não é mais o mesmo. - Mais uma leva de vômitos vazios começou, ja não tinha mais nada em seu estômago.
- Vou procurar um remédio melhor na enfermaria e fazer uma sopa, você está muito pálida e não comeu nada até agora.
- Você vai se atrasar pra escola, Shoto.
- Não me inporto. Tenho coisas mais importantes aqui. Quer que eu te ajude a ir até o banheiro? Você precisa de um banho, água quente ajuda, certo?
- Eu quero que você faça uma coisa por mim. Pode me emprestar a sua mão quente? Isso sim me ajudaria.
E foi o que Shoto fez depois de lhe trazer um remédio melhor, uma sopa e esparar você tomar banho. Vocês se enfiaram de baixo das cobertas e Todoroki colocou sua mão quente sobre o baixo de sua barriga esperando que aquilo ajudasse.
E ajudou pela primeira vez em 24h você dormiu como um bebê.
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- Eu ja falei, Shoto, eu não estou tão mal assim, posso jr tranquilamente para a aula.
Era mentira
Você estava acabada, aquela gripe tinha vindo de trator e estava te atropelando sem dó nem piedade.
-[Nome] Você ja se olhou no espelho hoje? - O meio a meio perguntou cruzando os braços em frente sua porta e lhe impedindo a saída.
- Todo, pode deixar, se algo acontecer vai ser eu quem vai pagar ok?
Ele deixou espaço para que você passasse na porta e começou a lhe seguir pelo corredor - 1, 2, 3.
- Por que você...
Antes que terminasse a pergunta sua visão ficou turva e aos poucos desapareceu.