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Caio on

Não entendo qual é a desse cara, age como idiota e não pode ver minha aproximação com a Liv que ele quer interferir, age como idiota e surta como o tal.

Tyler: A festa acabou aqui! - Diz furioso.

Cauê: Babaca, você vai me pagar.

Caio: É mesmo? Veremos!

Lívia On

Pra falar a real? Chega! Apartir de hoje eu quero aniquilar Cauê da minha vida, apartir de hoje qualquer ladinho bom que eu achasse que ele tivesse foi apagado de mim.

Katana: Você está bem?

Lívia: Estou, agora estou. - Sorrio.

Estávamos eu e Katana sozinhas  no banco do Jardim, esperando por Meg e Drika.

Katana: Sabe que pode contar comigo pra o que precisar né?

Lívia: Sei sim, e você também pode contar comigo. - Falo sorrindo.

Katana: É, eu sei, você é uma pessoa verdadeira Liv transmite uma luz, uma paz, tem uma energia boa. Não me arrependo de ter defendido você quando nos conhecemos. - Fala com os olhos cheios de lágrimas.

Lívia: Eu nunca esquecerei disso, espero um dia poder retribuir.

Katana: Não vai ser preciso! A Meg e a Drika estão vindo, vamos!

E assim foi feito, durante o caminho eu me perguntei o porque do Cauê ser tão estúpido comigo, eu vivo dizendo que irei deixar de lado tudo significativo a ele, mas nunca consigo.

Quando chegamos em casa minha mãe estava ainda acordada tirando um bolo enorme do forno.

Paty: Oi garotas, aproveitaram a festa?  - Pergunta sorridente e vindo com o bolo em direção a mesa.

Meg: A, melhor nem comentar sobre isso. - Diz com cara de cansaço. 

Paty: Pegaram vários gatinhos? - Sorriu.

Lívia: Credo mãe. - Risos.

Drika: Qual foi desse bolo aí tia?

Paty: É uma encomenda de última hora, para o aniversário de 10 anos da minha amiga Detetive Aliz. - Diz sorridente e separando o bolo para por o recheio.

Estávamos em um assunto aleatório quando do nada Cauê desses as escadas.

Cauê: Drika, você não tem casa não?

Drika: Você não tem sua vida pra cuidar não?

Cauê: A Katana não fica aqui o tempo todo e é mais legal.

Meg: A Katana não pode deixar a avó dela dormir sozinha né Cauê.

Tentei ignora-lo ao máximo, o próprio percebeu que eu nem olhava pra ele.

Cláudia: Boa noite meninas, como foi a festa? Bom... vim comunicar que ficarei fora por 1 semana juntamente com o pai de vocês dois, pra uma reunião de negócios da empresa! Me desejem sorte pra não mata-lo. - Diz sarcástica.

Paty: Sei bem essas viagens de negócio.

Drika: Vai afogar o ganso né tia?

Cláudia: Garota... gostei de você! - Sorrir - Mas, eu e o Pai dos meus filhos não passamos de inimigos mortais que tem que engolir ser uma dupla de negócios, pode ficar aqui em casa enquanto eu não tiver Drika, pode ocupar o meu lugar.

Drika: Eu adoraria, ninguém merece todos os dias ter que botar meu pai bêbado pra cama.

Todos ficamos ali conversando por horas, até chegar a hora de dormir, amanhã seria domingo, não havia problema algum com o horário de acordar.

Assim que acordei tava tendo uma tempestade forte, me assustei com os barulhos dos trovões e a claridade dos raios vindo das janelas.

Escovei os dentes, Meg dormia dura como uma pedra.

Como queria que Drika tivesse dormido aqui, ela já teria acordado!

Desci as escadas e estava Cauê e minha mãe na sala.


Paty: Bom dia meu amor! - Diz me abraçando.

Lívia: Bom dia mãe. - Retribuo o abraço.  - A Cláudia já foi?

Paty: Já a muito tempo!

Cauê: Provavelmente já deve ter chegado!

Paty: Eu tenho que tá na confeitaria as 8h, mas se continuar o temporal forte será impossível.

Não demorou muito pra Meg descer apavorada!

Meg: Tem uma mensagem da Drika desesperada, a casa dela entrou água.

Paty: E agora? Diga pra ela pegar o suficiente e vim pra cá com a família.

Meg: Os pais dela não estão em casa, passaram a noite no bar, até agora não chegou.

Cauê: Provavelmente bêbados dormindo em algum banco de praça.

Paty: Ela não pode ficar sozinha.

Lívia: Eu vou buscar ela!

Cauê: Não, tá maluca? Como vai sair nesse temporal sozinha? Eu vou com você.

Até parece que ele realmente se importa.

Paty: Ninguém sai daqui. Quem vai sou eu!  - Diz pegando o casaco que estava pendurado e as chaves.

Meg: Será que ela tá bem? E se ela se afogar?

Cauê: A casa entrou água no sentindo alagar, mas não a ponto de chegar no teto. Isso que dá morar em casa baixa.

Lívia: Se você é fodão, cheio das condições, porque não faz uma casa alta pra ela? Ela mora aonde os pais dela tiveram condições de construir. Ela não mora numa casa baixa por escolha dela.

Não ia falar nada, não ia, mas impossível ver ele dizer merda e ficar quieta.

Cauê: Olha Liv, você tá me ignorando desde ontem, que tal continuar? - Diz e retira seu olhar sob mim, direcionando-o pra janela.

Lívia: Com todo prazer.

Meg: Parem vocês dois. Ninguém merece!

Ficamos ali por 50 minutos esperando pelas duas, quando menos esperávamos elas chegaram.

Drika estava toda suja de lama e molhada, estava com duas sacolas que só cabiam poucas roupas, o seu olhar era repleto por tristeza.

Paty: Estava dizendo a Drika que essa situação não pode seguir, como os pais saem a noite para encher a cara, viram a noite bêbados e deixa a filha sozinha numa tempestade forte como está. Não vai dar pra ser aproveitado quase nada da casa.

Enquanto escutavamos minha mãe percebi que Drika começou a chorar desesperadamente.

Lívia: Não chora Drika, bem matériais recuperamos depois, o que importa é que você está bem.

Drika: Não tô chorando por isso...

O Irmão Da Minha Melhor Amiga Histórias para pegar e não largar. Descubra agora