Lívia On
A cada frase vinda de Drika era um tiro no meu coração, era uma facada na minha alma, nem mesmo Cauê conteve suas lágrimas. A sensação era horrível, não sabia o que dizer, mas eu queria tanto saber.
Lívia: Drika, precisamos denunciar a polícia.
Drika: Não, por favor, eles podem machucar a mim. - Diz trêmula.
Paty: Drika, não podemos fazer nada além disso. Depois que dermos queixa, eu irei cuidar para conseguir a sua guarda.
Cauê: Drika por favor, deixa a gente fazer isso.
Meg: É para o seu bem Drika, jamais colocariamos você em perigo.
Depois de muita insistência Drika confiou que não aconteceria nada de ruim com ela.
Queríamos esperar a forte chuva passar e irmos até a delegacia, mas não foi o que aconteceu, as estradas estavam impossíveis.
Ligação 00:09
Katana Amiga
Katana: Meg, os pais da Drika vinheram aqui em casa, procuraram por ela, eu estava cuidando da minha avó, o cheiro de cachaça deles estava tão forte, pareciam agressivos.
Meg: Katana, a Drika está aqui, vou levar ela pro quarto, pra eles não saberem que ela está aqui.
Katana: Faça isso rápido, eles estão indo aí, disseram que iria procurar na casa da Lívia, aí no caso.
Percebi que Meg estava desesperado falando no celular.
Perguntei o que estava acontecendo e assim que ela desligou o celular correu pra cima me chamando.
Meg: Vem!
...
Meg: Os pais de Drika estão vindo pra cá. - Abre a porta do quarto.
Lívia: Drika, fica aqui dentro! Não sai por nada!
Drika: O que aconteceu? - Pergunta apavorada.
Lívia: Seus pais estão vindo te procurar, não sai do quarto. - Falo saindo com Meg e trancando a porta.
Não demorou muito pra a campanhia. Minha mãe foi em direção atender e... droga eu não tinha contado a minha mãe!
Carlota: A minha filha Drika está? - Era perceptível o tanto que estava alcoolizada.
Valdir: Sumiu desde de manhã! - O cheiro forte do álcool quase me embebedava.
Meg: Ela não está aqui.
Lívia: Não vimos ela!
Paty: Sim, ela está aqui. Aqui continuará, ela agora terá uma família de verdade e não uma família que pratica abuso sexuais, psicológicos e domésticos.
Carlota: Deixe eu pegar a minha filha agora. - Ameaçou a minha mãe com uma garrafa.
Paty: Então vem! Vem se você se diz mulher. Você é uma merdinha, não tenho medo de você e muito menos do traste do seu marido.
Vi um movimento um tanto estranho de Cauê! Logo percebi o que ele estava fazendo.
Cauê on
Rapidamente peguei o celular e disquei o número da polícia, quanto mais Paty falava, mais tempo eu ganhava. Expliquei de forma resumida e guardei o celular.
Cauê: Se tocarem a mão em Paty, eu quebro a mão de vocês.
Valdir: Vou chamar a polícia.
Cauê: É mesmo, então chama, o que mais além do que você pretende dizer, vai contar a eles? - Puxo os dois pra dentro de casa e fecho a porta.
Fiz isso para que não desce tempo algum de escaparem.
Não demorou muito e escutei a sirene.
Valdir: Viram estão vindo devolver a minha filha que vocês sequestraram.
Lívia: Está jurando né?
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O Irmão Da Minha Melhor Amiga
Ficção AdolescenteOs opostos se atraem! Lívia Werneck é uma adolescente apaixonada por literatura e por matemática. Vive em seu próprio mundo tendo como sua única companhia sua amiga Meg. Para Lívia a única coisa que importa é seus estudos e dar orgulho a seus pais...
