✧Salgando e queimando✧
Cada segundo que passava Diéli sentia o ar ficar mais e mais frio, então ela subitamente resolveu se afastar da porta e começou a ir em direção a saída.
Quando já estava próxima da porta, prestes a sair da casa, uma mulher pouco mais alta que ela, com cabelos negros não muito longos, pele pálida e com um vestido bege todo sujo de algo vermelho que parecia ser sangue, apareceu em sua frente.
A mulher não falou nada, apenas encarou Diéli com uma expressão de vazio, já no instante seguinte a mulher estava prensando Diéli contra uma parede enquanto segurava apertando o pescoço da Ahathaki.
— me solta sua vadia... — Diéli disse com certa dificuldade
Diéli se debatia sentindo o ar começar a faltar enquanto tentava acertar a mulher em sua frente com a barra de ferro; num momento que Diéli não esperava a mulher sumiu e Diéli caiu no chão enquanto tentava normalizar sua respiração.
Alguns segundos, foi o que Diéli precisou para se levantar e sair dali; praticamente correndo, Diéli se lançou em direção a porta mas ela não esperava que a mesma se fechasse.
— tá de brincadeira comigo só pode! — exclamou um tanto irritada enquanto tentava inutilmente abrir a porta trancada
Desistindo da porta Diéli começou a procurar uma janela ou outra porta para sair dali. Logo ela achou uma janela na cozinha, a mesma estava emperrada então a Ahathaki começou a força-la com a barra e depois de alguns minutos ela finalmente conseguiu abrir.
Já fora da dali Diéli respirou aliviada e dando uma última olhada para a casa, Diéli viu a mesma mulher de antes a olhando pela janela, seu olhar não era de ódio nem raiva, mas sim decepção.
— você me paga vadia... — Diéli resmungou para si mês indo em direção ao seu carro, afinal já estava um pouco tarde
☆✧☆
Eloísa ainda tinha mais ou menos dez dias de férias, porém, com os recentes desfalques ela teria que voltar antes de suas férias acabarem.
Eloísa aproveitava um pouco da noite de quinta-feira sentada no banco que havia no jardim, não se passava das dez da noite, Eloísa analisava seus sentimentos, sentimentos esses que a deixavam extremamente confusa.
Eloísa ponderava em acreditar em Diéli e se afastar de Diogo ou se afastar de Diéli e perder uma amizade maravilhosa e confiar num cara que ela mal conhecia.
Eloísa podia pensar em várias coisas, mas sempre seu pensamento voltava para o Tonerre e a Ahathaki.
***
— ok... Eu urgentemente tenho que me acostumar a acordar cedo de novo! — Eloísa resmungou para si mesma enquanto ia em direção ao banheiro
Quinze minutos depois Eloísa saiu de lá já pronta, ela vestia uma calça jeans preta, uma camiseta cinza, uma jaqueta jeans e calçava seu surrado all star de cano preto.
Eloísa tomou um café rápido e, como suas coisas já se encontravam no carro, ela apenas escovou os dentes e seguiu em direção ao carro para finalmente ir trabalhar.
***
— bom dia! — Eloísa disse sonolenta parando em frente a mesa de Helena
— bom dia... — Helena respondeu não muito diferente de Eloísa — já acabaram suas férias?
— basicamente sim! A empresa está desfalcada né?!
— sabe, isso fica extremamente chato sem vocês... — o olhar de Helena recaiu em tristeza
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Maybe a horror story
HorrorTradução: Talvez uma história de terror Depois de voltar para Curitiba, Eloísa Black passou por várias situações peculiares, sendo a principal delas o seu questionamento do porquê ela e seus dois melhores amigos, Diéli Ahathaki e Henrique Grosse, s...
