✧Cidade Abandonada✧
Ainda sem abrir os olhos Eloísa sentiu sua cabeça doer; aparentemente já estava de dia já que a Black sentiu o calor dos raios de sol em sua pele.
~ tomara que eu só tenha tomado um porre e esteja no meu quarto...
Eloísa pensou enquanto abria levemente seus olhos; a primeira coisa que ela viu foi uma madeira preta, empoeirada, ela estava no chão de um lugar que ela não conhecia.
A casa estava em silêncio, provavelmente ela estava sozinha aí.
Eloísa tinha apenas alguns flashes de lembranças na mente.
[...] - amigos! Claro!...
— você nos deu veneno?... [...]
As lembranças da Black depois disso se transformavam em borrões, porém ela conseguia de lembrar perfeitamente que estava com Hidan, depois tomaram aquele líquido extremamente doce, pelo menos para Eloísa era doce, Henrique desmaiando, depois ela...
~ será que Diéli apagou também?
Eloísa começou a procurar uma porta ou janela aberta naquela casa empoeirada, porém, todas estavam trancadas. Sua última alternativa foi uma porta nós fundos da casa, ela estava aberta.
Saindo da casa, ela não encontrou ninguém, aparentemente ela estava em uma espécie de cidade completamente vazia, então ela começou a andar por ali sem rumo; claramente ela não estava mais em Curitiba.
Pela rua onde Eloísa andava se assemelhava a um cenário de faroeste.
— será que não tem ninguém aqui? Eu já tô começando a ficar com fome! — pensou em voz alta
Eloísa continuou andando por aquela "cidade fantasma", não havia sinal de vida ali, porém logo isso mudou; Eloísa escutou o engatilhar de uma arma atrás de si.
— ei garota! Mãos pra cima se não eu atiro! — uma voz masculina alertou e assim Eloísa fez — agora vira devagar pra cá!
Assim Eloísa fez, se virou lentamente, ao se virar ficou extremamente aliviada, ela viu Diéli e Henrique e junto deles um homem com uma winchester apontada para a Black. O homem tinha a mesma altura que Henrique, não era muito magro nem muito gordo, seus cabelos era num castanhos claros, seus olhos no mesmo tom e sua pele era bronzeada.
— pode abaixar a arma, nós conhecemos ela! — Henrique disse com um sorriso de alívio para o homem
— e se ela for um metamorfo? — o homem perguntou desconfiado
— eu não sou um metamorfo! — Eloísa disse revirando os olhos
— como podemos ter certeza? — Diéli pergunto analisando a Black
Eloísa não disse nada, apenas esticou seu braço direito para o homem que retirou uma faca prata do bolso de sua calça e por fim cortou o braço da Black
— viram eu n... — e antes que Eloísa pudesse terminar, Diéli jogou água em seu rosto — o que era isso?
— água benta! — Diéli respondeu calmamente enquanto Eloísa a olhava confusa — só pra ter certeza de que você não é um demônio!
E antes que Eloísa pudesse responder Henrique a abraçou num abraço apertado; Henrique temia que Eloísa escapasse; a Black demorou um pouco pra retribuir o abraço pela surpresa, mas logo correspondeu o abraço apertado.
— quem é ele? — Eloísa perguntou assim que se desvencilhou do abraço
— prazer, Diógenes! — sorriu minimamente — foi mal pelo braço, todo cuidado é pouco...
VOCÊ ESTÁ LENDO
Maybe a horror story
TerrorTradução: Talvez uma história de terror Depois de voltar para Curitiba, Eloísa Black passou por várias situações peculiares, sendo a principal delas o seu questionamento do porquê ela e seus dois melhores amigos, Diéli Ahathaki e Henrique Grosse, s...
