Sogra dos infernos

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                   GERSON P.O.V

Eu e minha Pretinha estávamos testando um aparelho para grávidas e a minha cunhadinha preferida acabou atrapalhando, a blusa do meu amor ficou   molhada por conta do leite que vazou, os peitos dela está muito cheios, muito mesmo, eu não conseguia parar de olhar,  grávida é linda, depois que ganha é mais linda ainda!

Ela reclamava muito quando estava grávida dizendo que tinha muita celulite e estrias na bunda, e eu só ficava mais louco pelas curvas que estava aparecendo no corpo dela, perfeita! Não vejo defeito nenhum.

- Mamãe está lá em casa, e tipo Edy, eu não aguento mais ela me julgando toda hora, tive que mandar Rei para o meu apartamento para ela não encher o saco. - Ela diz para minha Pretinha que está mais preocupada com a blusa dela do que a própria mãe.

- Já sei onde você quer chegar, quer trazer ela para ficar aqui, certo?

- Sim mana, você é casada, tem uma família e tipo vai ser mais fácil vocês dois conviver com ela, pelo menos por um dia! - Eu começo a rir.

- Trás ela, mas manda ela não ficar me enjoando e nem enjoando Gê, porque agora temos duas crianças para cuidar! - Essa é minha mulher!

- Vou trazer ela agorinha, tchau, daqui a pouco estou chegando. - A irmã dela diz e sai.

- Sério que vamos conviver com aquele serzinho insuportável que é sua mãe? - Pergunto.
- Sim e não se preocupe, é só por um dia, não deve ser tão ruim assim! - Diz e eu puxo ela pela cintura.

- Sua mãe achava que você era ainda uma santa! Meu Deus! Ela nem imagina quantas coisas fizemos nessa casa. - Mordo o lóbulo da orelha dela.

- Se você não me provocasse, eu ainda seria a santa que ela tanto achava que eu era. - Diz sarcástica.

- Que tal fazermos alguma coisa antes que ela venha?

- Eu não posso fazer nada, estou de resguarda. - Poxa eu esqueci desse detalhe, vou enchê-la de beijos então.

Coloquei ela na cama com cuidado e tirei a blusa dela, de qualquer forma vai ter que trocar mesmo, beijei a boca dela, pescoço, ombro, clavícula, o vale do seios e os seios apertando eles de leve.

- Preto… Temos que fazer algo para comer, a Clér deve achar que eu sou uma mãe irresponsável, até agora estou aqui e não fui visitar ela no quarto. - Ela tem toda razão, temos que fazer janta por causa da mãe cobra e tem a Clér também  para vigiar. Me levanto e procuro uma camiseta branca para ela.

- Branca Gerson?! Vai mostrar meu peito!

- Preto então?! - Pergunto, como ela não tem as amigas sempre para perguntar qual roupa fica melhor nela, ela pergunta pra mim e eu dou nota.

- Sim. - Jogo para ela e dou um selinho nela.

- Vamos, porque você vai conhecer sua sogra melhor! - Diz com deboche.

- Não obrigado, aquela mulher te bateu, não considero ela como sogra. - Digo, poxa bater na minha Pretinha não, aí parte meu coração.

- Calma Gê, só foi uma pequena discussão. - Minha mulher é muito boazinha, a mãe dela recusou salvar a vida dela, a expulsou e bateu, agora está aí aceitando a mãe dela na nossa casa, só não quero que ela faça de novo o que fez lá no quarto do hospital.

- Beleza, mas se ela te bater de novo mesmo sabendo que você está se recuperando aí eu mando ela embora hoje. - Falo.

- Tudo bem amor, é muito bom saber que você me protege, até mesmo da minha família.

[…]

- Apesar de tudo que você me fez, seja bem vinda a minha casa mamãe! - Muito sincera.

- É, seja bem vinda sogra.

~ Sogra dos infernos~.

- Obrigada Edyane, por me receber na sua casa, espero que aqui não me decepcione como na casa da sua irmã.

- Bom, eu acho que minha casa não tem que te agradar, assim como eu e Gerson. - Houve um silêncio tenebroso e então resolvi chamar ela para entrar e mostrar o quarto dela.

- Onde está seus filhos? - Pergunta.

- A Clér está assistindo desenho e o Átilla está dormindo. Quer conhecê-los? - Pergunto só para não ser tachado como mal educado. Coloco as coisas dela no quarto.

- Quero sim.

- Clérrrrrr! Vem cá conhecer a sua???? - Grito e me pergunto se devo chamá-la de tia ou avó.

- Tia. - Ela diz.

- Como a senhora quiser. Vem conhecer sua tiaa. - Clér corre e pula no meus braços.

- Quem é ela papa? - Pergunta e olha para a avó dela.

- É a sua tia. - Sogrinha quer mentir, porque eu não faço o mesmo em?

- Oi titia, você parece muito com mama!

- Você também pequenina! - Ela diz e Clér desce do meu colo e abraça a perna da senhora Estela.

- Desculpa, mas ela é assim, gosta de abraçar. - Digo e ela acena e olha para Clér de novo.

- Você parece muito com sua mãe, me lembra até quando ela era pequena. - Diz e Clér solta a perna da avó e corre para a mãe dela. Mostro a ela o Átilla.

- Ele já parece muito com você e nada com a Edyane.

- Sim, esse garotão se parece mais comigo. - Digo e sorrio. Ela fecha cara e sai do quarto, ainda bem que não pegou o neto dela no colo.

- Como vocês se conheceram? - Ela pergunta, enquantos jantamos em família. Minha Pretinha olha para mim envergonhada, a forma de como eu e ela nos conhecemos é muito peculiar, vamos mentir.

- Eu o conheci na igreja.

~ Não Pretinhaaaaa, essa mentira não cola!~

A mãe dela nos olha interrogativa.

- Na verdade, nos vimos no jogo, mas aí nos conhecemos mesmo na igreja. - Digo. Uma mentirada atrás da outra.

- Então aqui no Rio você vai para a igreja Edyane? - Pergunta diretamente para minha mulher.

- Claro mãe, não sou a vadiazinha que você tanto diz.

- Achei que você só tinha tempo para festas e outras coisas que jovens fazem. - Fala isso porque nunca ouviu falar do que eu aprontava.

- Não, eu trabalhava em uma editora de livros e fazia faculdade a distância, raramente saía.

- Trabalhava?

- Sim, tive que sair do País para trabalhar na Espanha.

- Aí engravidou desse jogador aí?

- Para a senhora, é Gerson. - Nojenta!
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Será que essa mãe da Edyane melhora esse humor n???? Tédio.

Gerson- A ApostaOnde histórias criam vida. Descubra agora