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Já fazia uma semana que Alana tinha saído, e estava tudo muito calmo, o que me preocupava.

Não estávamos mais naquela casa, a gente estava em um apartamento, mais íamos sai dele ainda hj.

Jeff: Está tudo muito calmo.

Eu: O que será que eles estão aprontando?

Jeff: Eu sou adivinho por acaso?

Eu: GROSSO.

Jeff: Vai ver o que é grosso já já.

Eu estava deitada na cama, e o mesmo veio pra cima de mim, me beijando o beijo foi bom, Jeff me deita na cama e começa a chupar meu pescoço, deixando beijos e mordidas também, ele foi descendo lentamente até meu seios, tirou minha camisa e sutiã, depois enquanto chupava um massageava o outro, dei um leve gemido.

Ele desceu mais ainda até a parte íntima, eu queria parar mais ao mesmo tempo queria que ele continuasse, mais a vontade de continuar foi mais forte.

Ele tirou meu short e minha calcinha ao mesmo tempo, e começou a chupar minha parte íntima, nisso eu gemi e segurei o lençol da cama com força, cada movimento que ele fazia com a língua me deixa mais exitada.

Minha perna ficou fraquejando e tremendo, foi aí que eu percebi que estava em meu limite.

Eu: Je-jeff eu... Eu vou....

Jeff: Tudo bem, pode gozar.- Falou sem tirar a boca de mim.

Fiz o que ele disse, me desfiz nele e o mesmo engoliu tudo, depois subiu me beijando e depois tomou meus lábios com precisão, em um beijo selvagem e caloroso.

Jeff: Vai doer está bem? Tenta não se mexer se não vai doer mais.

Apenas balancei a cabeça concordando, Jeff tirou sua calça e cueca e eu fiquei meio que, digamos assim com medo de continuar, O BAGULHO ERA GRANDE E GROSSO! Não era só grande, era super grande e não era do grosso era super grosso.

Jeff: Se você quiser para eu entendo.

Eu: Não Jeff, eu quero você, quero você dentro de mim, por favor me foda Jeff.

Narração.

Ao ouvir essas palavras Jeff ficou mais exitado ainda, forçou seu pau contra a bucheta de S/n, que deu um pequeno grunido de dor, o que fez Jeff parar, mais depois que S/n entrelaçou suas pernas na cintura dele, o mesmo continuou, com tudo.

Ambos gemiam, porém o gemido de S/n era uma mistura de dor e prazer, o que deixava Jeff louco por mais.

S/n puxou Jeff pra mais perto dela e o abraçou enquanto o beijava.

Depois de muitos movimento de vai e vem, violentos Jeff inverteu a posição deixando S/n em cima dele, calvagando em seu cavalo(quero ver quem pegou a referência).

Jeff segurava a cintura da menor, controlando seus movimentos.

Ate que os dois chegarão ao ápice juntos, gozando ao mesmo tempo.

S/n perdendo o controle das pernas, cai sobre Jeff.

Jeff: Vc gostou?

S/n: S-sim

Jeff: Ótimo, porque terão mais destas.

S/n: A gente tem que saí.

Jeff: Estragou o clima.

Jeff falou rindo, tirando um sorriso da sua amada, mesmo nunca dizendo isso pra ela, Jeff a ama.

Tomaram banho, sim juntos mais não rolou nada a mais que as mãos boas de Jeff.

Depois do banho arrumaram as coisas e saíram, entraram em um carro que acabaram de roubar e saíram em alta velocidade.

Pegaram a alta estrada pela milésima vez, e sempre em um caminho deserto.

Ficaram horas dirigindo até que de noite, acharam uma pousada de estrada, entraram na mesma e fizeram o chick-in pra um quarto.

Ja no quarto arrumaram as coisas.

Jeff: Está muito calmo.

S/n: Está.- Disse sentando sentindo uma dor na perna.- esta doendo também.

Jeff: Foi mal, na próxima tento pegar mais leve

S/n: Se tentar eu te mato, mais pq só dói depois?

Jeff: Eu também não sei, mais vamos dormir, boa noite.

S/n: Boa noite.

Deitaram na cama e dormiram de conchinha.

A filha do Diabo (Jeff The Killer) Onde histórias criam vida. Descubra agora