CAPÍTULO XXXIV

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Tudo indo de mal a pior

Tudo estava indo de mal a pior

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Tudo estava indo de mal a pior. Já se faziam semanas que eu estava aqui, sendo abusada todas as noites e tendo meu cérebro quase fritado durante o dia, eu já tinha perdido todas as esperanças de ser salva, e oque me mantia sã era a pequena Eri, ela realmente acha que eu sou a sua mãe, mesmo que eu não me pareça em nada com ela, a pequena se agarrou em mim como uma última esperança.

Nos últimos dias eu estava passando mal diariamente, e minha menstruação estava atrasada oque me levava a pensar que aquele demônio realmente havia conseguido oque queria, mas temo  que eu possa perder o bebê com tudo oque venho passando diariamente.

Lá estava eu mais uma vez gritando enquanto meu cérebro é quase torrado, mas então uma dor no meu colo do útero me tira toda a concentrado, e então eu grito, grito diferente dos outros dias, já que as tão esquecidas sombras vermelhas explodem todo sistema que estava preso a mim.

- Mais que merda - ouço uma voz dizer ao meu lado.

- senhor ela está sangrando - sinto meu corpo ser levantado.

- merda, merda, merda...temos que levar ela ao hospital, Arrume a merda de um médico agora porra - ouço o garoto dizer e então apago.

Eu sentia meu corpo pesado, como se um caminhão tivesse passado por cima dele e me sinto sufocada. Posso ouvir passos apressados ao meu redor mas não consigo abrir meus olhos, mesmo com bastante esforço de minha parte,mas então sinto mãozinhas pequenas tocarem meu rosto, como se aquilo fosse um gatilho eu abro meus olhos.

- Mamãe... - era a minha pequena Eri do meu lado. Meus braços estavam conectados a monitores que realizavam a leitura dos meus batimentos cardíacos.

- porque você não disse nada merda? - o garoto aparece na minha linha de visão.

- por favor...por favor... - meus olhos estavam cheios de lágrimas e eu apertava a minha barriga a essas alturas.

- você está grávida...de duas semanas...você quase perdeu o bebê, mas pelo menos ele ativou sua individualidade de novo - o garoto diz me olhando de cima a baixo.

- ele....ele..tá bem? - pergunto passando a mão sobre a minha barriga.

- Ele vai ficar, você não vai mais poder participar dos experimentos...isso quer dizer que Eri vai ficar com o peso todo - olho assustada para a criança ao meu lado.

- não...deixe a Eri em paz...ou eu explodo esse lugar inteiro - digo com meus olhos vermelhos.

- você não teria coragem...esse filho também é meu afinal de contas - o homem diz andando até a porta.

- então você não vai encostar em Eri, não vai mais usa-lá ela também é a minha filha - digo tentando me levantar.

- hahahahahaha você não tem o direito de pedir nada mas...vou ser caridoso com você ja que está carregando um filho meu...você pode cuidar de Eri, ela vai estar afastada dos experimentos até o bebê nascer...depois disso, os experimentos seram feitos por vocês três - olho chocada para o garoto colocando a mão sobre a barriga e olhando para Eri.

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