Capítulo 15: Finalmente!

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Oi pessoas🙋🏻‍♂️

Mais um cap. pra vocês.

Desculpem a demora para postar, troquei de celular a pouco tempo e não consegui acessar minha conta de armazenamento, onde o restante do livro estava, mas agora fiquem tranquilos(as) que teremos capítulo novo todo final de semana.










KAYLLA

O homem me olha nos olhos e eu fito os seus, ávida por informações.

- Maria Delayr? Ele pergunta.

- Sim. Falo para ele.

- Mestiça. Ele diz.

- Sim. Falo a ele.

- Por que sua mãe nunca mais voltou? Ele pergunta.

- Ela decidiu ter uma vida com meu pai, bem longe disso tudo, confesso que se eu pudesse continuar leiga a tudo isso também eu seria mais feliz. Falo para ele com uma ponta de amargura.

- Katarina incomoda você não é? Ele pergunta.

- A sua filha é um monstro. Digo a ele.

- Acredite que eu sei muito bem quem Katarina é, mas eu não sei quem é você. Ele diz com seus olhos nos meus.

- Sou apenas companheira de Aleck. Digo a ele.

- Há muito tempo Aleck tem sido o centro de tudo, mas acho que durante todos esses anos houve um grande equívoco. Ele diz se aproximando de mim.

- Do que você está falando? Pergunto.

- Você consegue ver algo com o colar? Ele pergunta mudando de assunto.

- O suficiente para saber que você não representa perigo, mas também sei que não seria capaz de matar Aleck. Digo como quem não quer nada.

- Tem razão, eu jamais faria algo assim. Ele fala.

- De todas as almas daqui desse lugar a sua é a mais limpa. Falo para ele.

- Então consegue ver a alma das pessoas? Ele pergunta.

- Bem mais do que isso. Admito.

- O quê mais pode fazer Kaylla? Ele pergunta.

Me aproximo dele e desta vez fito seus olhos sem desviar ou até mesmo piscar.

Mostro para ele a alma do próprio filho da qual eu estava disposta a curar.

O homem pisca com força e me dá as costas.

- O colar só revela a verdade, não tem capacidade alguma de ajudar alguém. Ele diz.

- Mas eu tenho capacidade e vontade de ajudar, porque sei que ele é uma pessoa boa. Digo a ele.

- É intrigante saber que há uma pessoa nos clãs de Huteford que acredita que pode salvar uma alma. Ele diz com ironia.

- Não me tire como presunçosa senhor Gardeny, quero apenas ajudar. Digo a ele.

- E não é presunção sua querer ajudar? Ele pergunta.

Olho para ele que me olha como se quisesse ler minha mente.

- Agora vejo por que Diogo é como é, não tem como ser de outra forma quando se tem um pai tão arrogante e pouco crédulo. Digo a ele com o máximo de suavidade possível.

- É magnífico o dom que a senhora de Arlavock tem de insultar as pessoas com gentileza. Ele fala.

- Acredito que a verdade não deve ser considerada insulto, assim como acredito que a dose certa de arrogância não seja uma característica mesquinha. Falo para ele.

MEU AMADO LOBOHistórias para pegar e não largar. Descubra agora