Meredith e Lexie vêem-se sozinhas e abandonadas à vida, quando o seu pai Thatcher, se casa com uma mulher mais nova, expulsando-as de casa e levando toda a sua boa vida embora.
Meredith sempre foi habituada a um estilo de vida elevado e agora que se...
POV. Derek Acordei de madrugada e sendo que não consegui dormir mais, o melhor era ir até ao hospital e começar a trabalhar. Hoje Addison chegava e eu não queria ter de lidar com as suas palestras de "eu avisei Derek". Lexie e Mark ainda deviam estar a dormir, fez o menos de barulho possível e sai para o hospital. -Jonathan, como vais? -Tudo bem Dr. Shepherd. Queria pedir-lhe para vir comigo, preciso de uma opinião.- segui-o até à fala de exames.- Meu Deus... -Pela reação percebo que não foi o Dr. a pedir este exame?- abanei a cabeça em negação, não conseguia falar.- O nome do paciente foi apagado, não fazemos ideia de quem pediu o exame... -Nunca tinha visto algo assim na vida... Não sabem do paciente? -Não, os registo foram todos apagados. -Devíamos tentar encontrá-lo. Esta pessoa tem meses de vida, no máximo tem 2 anos. Vês esta zona mais escura aqui? É um aneurisma por baixo do tumor. Teria de ser um cirurgião bastante qualificado e mesmo assim haverá sempre chance de romper o aneurisma ao retirar o tumor. Adoraria ser eu neste caso... Mas a sério Johnathan, temos mesmo de descobrir quem é o paciente, qualquer esforço, qualquer stress pode causar o aneurisma a romper e o resultado não vai ser bonito. Assim que o encontrarem, chamem a oncologia, vai precisar de tratamentos.- sai da sala e fui até as urgências, ver onde podia ser útil.
POV. Meredith Andava com o soro atrás de mim e estava a chatear-me com o facto de ficar presa em todo o lado. Tentei ir até a sala de exames TC para apagar mandar imprimir os exames e apagar por completo o ficheiro, mas fiquei presa no corredor. Reconheci a voz de Derek e de Jonathan. Eles estavam a falar dos meus exames. Não reti muito da conversa, mas a parte em que tinha pouco tempo de vida e que o aneurisma no meu cérebro era uma bomba relógio, ficou na minha mente. -Grey, como estás a sentir-te? -Não muito bem, acho que viu até casa... -Faz isso querida.- sendo a Dra. Bailey a minha encarregue, teria de pedir-lhe para tira uns dias, talvez umas semanas para tentar entender o que devia fazer. -Dra. Bailey, eu vou precisar de tirar uns dias, talvez umas semanas. -Mas estás tudo bem? Tens a certeza que os exames estavam bem? -Sim sim, só preciso de uns dias para descansar. Eu sei que sou uma estagiária e não é suposto tirar dias, mas... -Podes ir, eu digo que tiveste uma urgência de família. Podes ir.- agradeci a Bailey e fui para casa. Estava tão perdida, nem sabia por onde começar... Eu estava a morrer e a criar uma vida dentro de mim. As minhas mãos foram para a minha barriga. Tinha um serzinho a crescer dentro de mim. Uma prova viva do meu amor pelo Derek. Eu tinha de viver, tinha de viver por ele e amanhã iria informar-me sobre o que podia fazer.
3 meses e meio depois
Hoje faziam 3 meses e meio desde que descobri que estava a morrer e grávida. Tive uma consulta de oncológica e foi a única até agora. Existe uma taxa de sucesso na cirurgia, mas precisaria de fazer tratamentos como quimioterapia e isso iria prejudicar o bebé. Ela falou em abortar e isso foi algo que eu me neguei imediatamente. A única solução agora era esperta que o bebé nascesse e fazer a cirurgia. O único problema é, assim que as contrações começarem, e mesmo que eu faça uma cesariana, até la, as contrações podem fazer com que o meu aneurisma rompa. Eu sou literalmente uma bomba relógio. A Dra. Bailey vem visitar-me várias vezes, apesar de não entender porque eu não apareço no trabalho. Cristina e Lexie tem vindo também, mas eu não abri a porta a nenhuma delas. A minha barriga começou a notar-se agora. Uma saliência pequena mas que tenho de ter cuidado para que ninguém perceba.
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Estava a tomar o pequeno almoço quando senti algo estranho na minha barriga. Não dei muita importância, podia ser apenas o meu estômago. Tinha de ir ao supermercado, não tinha nada em casa, então apressei-me e fui às compras. Na viagem para casa, voltei a sentir um desconforto na barriga e desta vez, era algo mais forte. Parei em frente ao hospital, sem pensar duas vezes e corri para dentro. Na entrada vi Lexie, Mark, Derek e Callie, mas não dei nenhuma importância, mesmo que alguns me tivessem chamado. O meu corpo andava sozinho e foi parar em frente a uma porta. -Meredith?- entrei mesmo sem ela me dar licença.- Meredith o que se passa, estás pálida. -Ajuda-me... Por favor Addison ajuda-me, eu não sei o que fazer... -O que se passa? Fala comigo.- levantei a camisola e mostrei a pequena saliência que tinha por baixo dela. -Algo está a acontecer. Algo está errado... Eu sinto. Eu errei forte e agora o universo está a punir-me. O universo está a dizer, vai te foder Meredith! Eu não posso perder este bebé, por favor diz-me que está tudo bem...- apesar de todas as nossas diferenças, ela não pensou duas vezes em ajudar-me. -Deita-te.- passou gel na minha barriga e começou a fazer uma ecografia. -O que se passa? É grave? -Oh querida... Não. Não não, pelo contrário. -Não é? -Não... É uma coisa boa, muito boa. O teu bebé está a mexer-se.- soltei a respiração que não sabia que tinha prendido. Podia respirar aliviada.- Quem é o pai Meredith? Não podia fugir à conversa com Addison, até porque se saísse deste consultório, ela com certeza iria até Derek e contaria que estou grávida e eu não precisava dele na minha porta a dizer que dei o golpe da barriga.
Olá olá! Não consigo descrever como é bom saber que estão a gostar da fic, a sério... Eu disse que aquilo não era tudo. A nossa Mer está doente, o que ela fará? Irá Derek descobrir? Um beijo, Bru