Meredith e Lexie vêem-se sozinhas e abandonadas à vida, quando o seu pai Thatcher, se casa com uma mulher mais nova, expulsando-as de casa e levando toda a sua boa vida embora.
Meredith sempre foi habituada a um estilo de vida elevado e agora que se...
POV. Meredith As minhas mãos foram para a minha barriga, tinha de ter a certeza que aquilo era real. Assim que um trovão apareceu na janela, algo no meu dedo brilhou. -Puta merda...- eu devia ter os minerais todos no meu dedo...
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Sai da cama silenciosamente, mais ou menos, não era fácil não fazer barulho com esta barriga. Comecei a explorar o quarto, mas tive medo que Derek acordasse, então fui até o que achava ser a cozinha. Peguei num copo e coloquei um pouco de água. Estava a levar o copo à boca quando ouço uma vozinha. -Mamã... Eu e o Bailey acordámos com o trovão.
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Uma menina pequenina apareceu do nada e quase me fez mandar o copo para o chão. Eu era mãe dela? E quem era o Bailey? Ela pegou na minha mão e levou-me até ao quarto. Estava um bebé de pelo menos 2 anos num berço e uma cama de criança, onde devia dormir a menina. Em cima da cama estava o nome Zola. -Tenho medo mamã.- ela abraçou-se às minhas pernas. -Está tudo bem querida... Zola, meu amor, vem para a cama.- ela deitou-se e eu sentei-me ao seu lado.- Esya tudo bem. A mamã também tem medo de trovões, mas eles não nos podem fazer mal. Estamos aqui dentro de casa e eu prometo que estás segura.-ela começou a esfregar os seus olhinhos e eu mexi no seu cabelo até ela adormecer. Aconcheguei-a e sai, depois de ver se Bailey estava bem. Andei pelo corredor, indo até ao que devia ser o meu quarto. -O que estás a fazer de pé?- Lexie saiu de um quarto perto do meu. -Porra Lex, queres matar-me do coração?- pus a mão no meu peito, o meu coração quase saia pela boca. -Desculpa Mer...- ela pôs uma mão na minha barriga.- Como está a minha sobrinha? E tu não devias estar de pé, amanhã é um dia importante e não podes ter olheiras...- dia importante? O que raio estava ela a falar?- O teu casamento? Mer onde raio andaste? Parece que não estiveste cá nos últimos 4 anos...- 4 anos?! Como assim passaram 4 anos? O casamento explicava a pedra no meu dedo. Terá sido tudo aquilo um sonho? A discussão com Derek, o tumor, a gravidez, a cesariana, quase morrer... Quando cheguei ao quarto Derek estava sentado na cama. -Está tudo bem amor? É a cabeça? Ou a bebé? Sentis-te contrações? -Não, não, está tudo bem, só tive sede.- deitei-me ao seu lado e ele abraçou a minha barriga. -Vamos dormir, amanhã vai ser um dia cheio.- ao adormecer todas as memórias vieram como uma avalanche.