Tóxico

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Mahina

Droga, droga, droga….
Isso não era para acontecer, fomos imprudentes demais.
Eu me encolhi, tentando me esconder atrás da figura do Madara, me virei de frente para ele com os olhos arregalados.

— Com licença? — eu escutei uma voz masculina e me encolhi ainda mais. — Madara-sama?

O quarto estava mal iluminado, mas eu conseguir detectar seus olhos se estreitando, um lampejo de raiva cruzando seu rosto, antes que ele o forçasse a voltar ao controle. Ele respira fundo seu rosto agora se distorcendo em um sorriso cruel.

— Mas que coisa... — embora sua respiração estivesse pesada, seu tom de voz foi estranhamente estável. — Vocês estão atrapalhando nossa... reuniãozinha. — Madara disse sua mão livre subindo para apalpar meu seio, seus dedos rolando contra meus mamilos enrijecidos.

— Para! — eu sussurrei nervosa controlando o gemido. — O que você está fazendo?

— Ora baby... — ele ronrona, sua voz pingando de sarcasmo. — Estou apenas me divertindo com minha garota favorita.

— Pode nos dar licença? Precisamos usar o quarto. — escutei alguém falar.

Eu me encurrala ainda mais contra o guarda-roupa, sua mão desce pela minha barriga e para em minha boceta.

— Madara, temos que sair daqui... — eu digo baixinho, meu nervosismo só aumentando. — Kami... que vergonha....

— Vergonha baby? — ele riu sombriamente. — Quando eu te toque de todas as formas possíveis? Quando meu corpo conhece o seu tão bem? — seu polegar rola em meu clítoris aplicando uma pressão quase dolorosa. Estremeci de vergonha e tesão. — Quando eu conheço isso aqui tão bem? — de repente seus dedos se curvam atingindo aquele ponto perfeito dentro de mim, me enviando para outro orgasmo.

— Deixem que vejam...— ele mordeu selvagemente  a carne do meu ombro. — Deixe que vejam quem te faz gritar... quem te reduz a uma bagunça quebrada. — a outra mão dele desliza pelo meu corpo, agarrando meu queixo e inclinando até o rosto dele. — Eu não vou parar, entendeu? — seu polegar rola meu lábio inferior, puxando minha boca em forma de 'O'.

— Madara, não... — eu sussurrei, o resto de lucidez se desfazendo aos poucos.

Toda aquela situação era uma merda, mas eu sentia algo diferente, os olhares curiosos me instigaram, e eu quis gemer quando sua mão agarrou meu quadril, me segurando no lugar enquanto seus dedos faziam mágicas.

— Não? Tem certeza que é essa palavra que quer dizer? — ele me provoca, me empurrando cada vez mais. — Você vai gozar pra mim de novo. E de novo. E de novo. Até que você não consiga emitir nenhum som além do meu nome. — suas palavras são um ataque sombrio e sensual, me empurrando cada vez mais para o esquecimento. — Até que você esteja desesperada por mim. Pelo meu toque. Até que você venda sua alma pra provar do meu pau.

— Vai... — eu me calei sem conseguir formular a frase, minha mente não conseguia pensar em mais nada.

Três pessoas estavam ali, olhando nosso momento íntimo, presenciando Madara me fazer alucinar simplesmente com seus dedos.

Enquanto meu corpo se contorce em êxtase, Madara ruge em triunfo, seus dedos bombeando com força e maestria dentro de mim.

— É isso que significa ser minha. — seus dedos se curvam dentro de mim, esfregando aquele ponto mágico repetidamente, me fazendo ver estrelas. — Você é minha. Ninguém mais faz você se derreter assim, senão eu. — seus olhos ardem nos meus de triunfo e posse. Seus dedos entraram em mim, uma, duas, três vezes, antes de cair em outro clímax arrasador.

𝐃𝐀𝐑𝐊 𝐑𝐄𝐃, 𝗠𝗮𝗱𝗮𝗿𝗮 𝗨𝗰𝗵𝗶𝗵𝗮Onde histórias criam vida. Descubra agora