Sofya sempre fora uma garota excelente, notas impecáveis e um futuro promissor, mas sua vida acaba mudando com a chegada de Alex o bad boy mais lindo que já vira, entre tantas brigas e conversas eles acabam se apaixonando um pelo outro.
Será que ir...
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Depois de tudo aquilo o diretor me chamou na sala dele, quando cheguei lá, Alex estava saindo de lá com seu pai, o pai dele estava com uma cara cansada.
Certamente o diretor estava me chamando para explicar o que aconteceu. Bato na porta e ouço um "entre".
-Senhorita Plotnikova. -O diretor me cumprimenta. -Sente-se.
Eu me sento e ele começa a mexer em uns papéis e logo olha para mim.
-Eu dei uma olhada na sua lista acadêmica e ela está vazia Sofya, porque? -Cruza suas mãos sobre a mesa.
-Isso realmente é importante? -Pergunto e ele assente.
-Claro, você é uma de nossas melhores alunas, é estranho não saber pra onde quer ir ano que vem. -Ele diz.
-Ham, e eu achando que tinha haver com Alex. -Digo para mim mesma.
-O que disse? -Ele pergunta.
-Nada. -forço um sorriso.
-Certo, Sofya, sabe que precisa achar o que fazer logo né? -Ele pergunta e eu assinto. -Aqui temos uma grade de aulas extras, quem sabe assim pode descobrir o que quer fazer.
Ele me passa um papel com todas as aulas extras, é claro que eu não iria fazer nenhuma delas, meus pais são totalmente contra, música, dança, artes e entre outras...
-Tudo bem, obrigado pela ajuda. -Digo e me retiro.
Esse bilhete claramente era para os alunos que não acharam algo que combinassem com eles.
E eu sou um deles, mas não sei se meus pais aprovariam.
-Ei, Sofya, onde estava? -Josh pergunta vindo até mim.
-Josh? O que faz aqui? -Pergunto.
-Vim te buscar, mamãe e papai irão fazer um churrasco e mandaram eu passar aqui pra te levar. -Ele diz.
-Claro, Sina vai? -Pergunto e ele nega. -Obvio que não. -Sorri fraco.
-Tenta não olhar pra eles daquele jeito por favor.
-Relaxa, eu não vou. -Digo pegando minha mochila.
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Ao chegar em casa meus pais estavam limpando a piscina.
-Qual o motivo do churrasco? -Pergunto e vejo a cara de desaprovação de Josh.
-Seu irmão vai contar depois, ele disse que era importante e que iria alegrar a todos, então resolvemos fazer uma pequena reunião só com a família. -Minha mãe diz toda sorridente.
Eu tenho certeza que eu fiz a cara, porquê Josh me puxou dali e começou a falar de assuntos aleatórios.
-Josh, se e pra família toda, cadê a Sina e a Heyoon? -Pergunto, eu estava cansada dessa rixa toda.
-Sina, já disse, a Sina não vem, e a Heyoon vai demorar um pouco a chegar. -Ele diz e pega um pote em cima da mesa.
Heyoon é esposa de Josh, eu fiquei muito apegada á ela, mas tão apegada que preferia ela a minha mãe, por ciúmes minha mãe resolveu que ela só entraria aqui de novo quando tivesse um neto dela.
Mas eu sempre ia na casa de Josh só para ver ela e as vezes ela ia me buscar no colégio para tomarmos um sorvete.
A confusão vai ser grande se preparem.
-Josh, a mamãe está de boa com isso? -Pergunto.
-Eu disse que o assunto tinha haver com a Heyoon, aí ela prometeu se comportar. -Ele diz levando o pote até a pia.
-Então, está bem. -Digo e subo para o meu quarto.
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A hora se passava e Josh não dizia nada e eu só queria sair daquela mesa logo.
-Tudo bem, o que querem dizer? -Pergunto impaciente.
-Eu e Heyoon... -Ele olha para ela que aperta sua mão e sorri. -Iremos ter um filho!
Ele diz me deixando um pouco surpresa, caramba, Josh não cuida nem dele mesmo.
Ela vai até Heyoon e abre os braços, quando Heyoon foi para abraçar ela, a mesma se agachou e beijou a barriga dela.
Josh olhando aquela sena demonstrou desconforto, eu peguei meu casaco e decidi sair um pouco de casa, já estava ficando tóxico.
Lá fora decidi me sentar um pouco e respirar, o céu estava tão lindo, cheio de estrelas.
Quando olhei para o lado Alex estava lá, parado na porta olhando para algum lugar, eu queria ir lá, mas não vou.
Ponho meu casaco e vou caminhando em direção a casa de Sabina, ponho meus fones e vou escutando Hold on do Justin Bieber.
O vento batia no meu rosto enquanto eu andava, a batida da música me deixava mais a vontade, fazendo com que meus pés batessem no chão em sincronia á ela, olhei para os lados e não tinha ninguém na rua, a não ser eu.
Aproveitei e enquanto andava fazia uns passos com meus pés, as vezes girava e me movia de um lado para o outro.
Quando finalmente estava em frente ao grande portão da casa de Sabina toquei a campainha.
Sabina saiu toda animada e me puxou para dentro.
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No outro dia eu acordei estressada, só faltava eu cortar o pescoço de alguém, ao descer as escadas, encontrei com minha mãe parada com uma carta na mão.
Ela me olhou assustada e escondeu, sorriu forçado, seu rosto estava inchado.
-Bom dia querida. -Disse forçando um sorriso ainda.
-Dia. -Disse pegando um copo com água.
-Como...
-Mãe, o que aconteceu? -Cortei ela. -Que carta é essa?
-Não é da sua conta Sofya, vai se arrumar, se não vai se atrasar para a escola. -Ela diz.
Não acredito, eu me importo com ela e olha como ela me trata.
Pego uma calça moletom e um croped preto largo, prendo o meu cabelo num coque e saio.
Minha mãe estava no jardim procurando alguma coisa, quando ela me viu disfarçou.
-Ok, o que está acontecendo? -Pergunto parando para olhá-la.
-Nada, já disse. -Ela diz limpando os olhos.
-Certo, então se vai ser assim, você é quem sabe. -Digo e sigo em direção á rua.
-Espera! -Ela diz. -Leva isso com você, mas, por favor, só leia quando estiver alguém ao seu lado. -Ela diz me dando a carta.
Encaro a mesma e depois pego a carta, não sabia o que tinha ali, mas, parecia que aquilo iria mudar tudo, não de uma forma boa, eu tinha esse pressentimento.