Boa tarde gente, tudo bem com vcs!? Desculpem a demora aí kkk ressaca pós feriado tá foda kk mais não posso deixar de postar o cap inédito!! Boa leitura a todos e até o final ❤️
Capitulo 09 - Últimos Capítulos
Ino ouviu a respiração suave de Sai enquanto ele a segurava na cama
contra seu peito desnudo. Ela olhou para os dedos entrelaçados. Apesar de ele ter dormido, a mão dele a envolvia.
A cada nova hora, a cada novo minuto, a intensidade da alegria de Ink
aumentava. Ela nunca soubera que a vida poderia ser tão maravilhosa.
A bolsa da câmera e os caros equipamentos de fotografia tinham sido deixados no quarto dela, expostos à poeira. Ino estava vivendo o calor e a demanda física da vida no rancho. Ela até colheu legumes e verduras do jardim e sentiu a terra nos seus dedos. E tirou muitas fotos, mas apenas usando a sua câmera digital menor, que podia facilmente enfiar no bolso da calça jeans de tamanho desproporcional. Ser amante de
Sai era precedência sobre todo o resto.
A meia-noite da noite anterior, depois que todos os funcionários já tinham ido
dormir, ela e Sai ficaram famintos depois de quatro horas fazendo amor. Então, correram até a cozinha, onde Sai insistiu em mostrar a ela a paella, seu prato espanhol favorito.
— Só no caso de um dia você ter que cozinhar para mim — ele disse, com um sorriso malicioso.
— Cozinhar para você? Que ideia! — ela o provocou com um olhar indignado. — Eu sou uma mulher ocupada. Você é que tem que cozinhar para mim!
Como resposta, ele agarrou as presilhas da calça jeans enorme que caía pelos quadris de Ino e a fez com que se virasse para olhar para ele.
— Eu adoraria cozinhar para você — ele sussurrou. — Toda vez que olho para você, meu sangue ferve.
Ele a beijou vorazmente, então derrubou as tigelas vazias que a mulher tinha nas mãos e bruscamente a empurrou para a bancada da cozinha. Quando ele a levantou nos
braços, Ino envolveu a cintura do amante com as pernas e ele a pressionou contra a bancada.
Eles quase fizeram amor ali mesmo, mas Ino repentinamente lembrou que a
Sra. Shizune tinha o sono leve e provavelmente devia ter ouvido as tigelas se esparramarem no chão.
Sai tentou garantir a Ino que a governanta e os meninos estavam em sono profundo em seus quartos distantes no corredor, mas ela ficou firme. Com um grunhido, Sai a colocou nos braços e subiu escada acima, levando-a para o quarto dele, onde
fizeram amor por outras duas horas entre quatro paredes.
Só mais tarde se lembraram da paella, que já estava gelada. Eles colocaram seus robes, voltaram para a cozinha e reaqueceram a comida no microondas. Deliciaram o prato com uma garrafa gelada de vinho branco na pequena mesa da cozinha.
Então, voltaram para cima e, mais uma vez, uma coisa levou a outra...
Ino suspirou, contorcendo os dedos dos pés de prazer. Seu corpo estava
maravilhosamente dolorido e ela ficava bocejando devido à falta de sono, mas nunca tinha estado tão feliz.
Havia apenas uma sombra na felicidade dela. O futuro.
A metade do tempo que tinham juntos já havia passado.
Depois da primeira vez que fizeram amor, Ino desejou desesperadamente
estar com ele, tinha feito um acordo com a sua alma: barganhado quatro dias de felicidade ao custo de uma pequena dor no futuro. Ino disse a si mesma que não poderia se
apaixonar por Sai em quatro dias. Como ele próprio dissera, não era tão adorável assim.
Ela tentou se confortar lembrando que ainda teria dois dias.
Dois dias, mas apenas uma noite. No dia seguinte, ela seria a fotógrafa oficial do jogo de polo anual e da festa de gala de caridade. Então, tarde da noite, iria embalar seus equipamentos e voltar dirigindo para Londres. Ino teria que editar as fotos de Santo Castillo e depois pegar o voo para a Argentina.
Ela esperava ansiosamente para visitar a Patagônia e a Tierra del Fuego, mas agora não conseguia suportar o pensamento de deixar Sai, seu primeiro e único amante.
O homem que ela amava.
Não! Ino colocou as mãos na cabeça consternada. Ela não podia se permitir
amá-lo. Sai Hatake nunca se comprometeria com uma mulher. Ela teria que estar louca ou ser masoquista para permitir a si mesma amar um homem que nunca retribuiria seu
amor.
Trêmula, Ino cuidadosamente se desvencilhou dos braços de Sai e saiu da cama. Ela tomou um banho e se vestiu com as roupas que pegou emprestado do armário dele: uma camiseta branca de algodão, uma calça jeans e um cinto de couro para segurar
as roupas de tamanho desproporcional.
Sai tinha ficado muito satisfeito de, finalmente, tirá-la de dentro dos terninhos de alta costura.
Ele se ofereceu para comprar-lhe roupas novas, mas Ino recusou. Ela adorava usar as de Sai. Olhou para seu reflexo no espelho do banheiro e pela primeira vez não foi a cicatriz vermelha em seu rosto que lhe chamou atenção. Foi a sua boca.
Ela tocou os lábios feridos; ainda podia sentir os beijos de Sai. Ela vinha
dormindo na cama dele todas as noites. O corpo poderoso e sensual do homem a comandava dispensando as palavras.
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Amor Esquecido
FanfictionIno... Discreta. Elegante. Traumatizada. Irmã de sete irmãos, Ino devia estar acostumada a lidar com os homens, mas sua confiança foi estilhaçada na noite em que seu pai quase a matou. Agora Ino é a rainha do gelo: equilibrada, requintada e jamais r...
