Entre amor e ódio vivem Raissa e Vinnie. Uma paixão quente e avassaladora. Um clichê com uma pintada de dark Romance. Se você leitor (a) gosta de uma história nada convencional e fora dos padrões, lhe convido a embarcar nessa aventura, onde o corre...
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Cheguei em casa completamente exaltada. Vinnie conseguiu acabar com meu dia, que vontade de mata-ló. Jogo minha bolsa na cadeira e sento na mesa de jantar. Meus pais e meus irmãos estavam conversando sobre alto empolgante.
— como foi seu Primeiro dia de aula, filha? - meu pai ed pergunta. — ah papai foi ótimo, amei a escola! — minto descaradamente. — que bom minha filha. Eu estava com medo de você não se adaptar. Qualquer coisa peça ajuda ao seu irmão ou a vinnie, ok? — dessa vez minha mãe fala, me fazendo engasgar com a comida. "Peça ajuda a vinnie". — peça ajuda ao seu irmão, mas quero você bem longe daquele marginal do hacker. — meu pai diz direcionando um olhar irritado para meu irmão. — ele é meu melhor amigo, papai. E não vou deixar de andar com ele só por que um alcoólatra de merda quer.— olho horrorizada para lipe, que está com um sorriso debochado no rosto. Meu pai não é o melhor do mundo, além disso tem sérios problemas com álcool. — seu vagabundo! Me respeite. — Meu pai grita levantando com tudo na mesa deixando todos em alertar — seu ingrato de merda, a puta da sua mãe passou a mão demais na sua cabeça. — não fale assim comigo ed! Eu exijo respeito com meu filho e comigo. — deixe ele mamãe, esse merdinha ainda vai sofrer muito. — meu irmão grita se levantando. Eu continuo calado sentada na mesa junto de deby. Sempre é assim. Papai e mamãe não se gostam mais, só estão juntos por minha culpa. Eles querem que eu fique maior de idade para enfim cada um seguir o seu caminho. Eu sou o motivo de tantas brigas. — repita seu vagabundo — meu pai vai com tudo pra cima de lipe que reage da mesma forma. — ed, pare com isso ele é o seu filho caramba! — mamãe entra no meio dos dois tentando separar a briga. — deixe ele vim mamãe, vou mostrar a ele o que é um homem de verdade. — os dois começam a brigar pela sala. São socos e murros para todos os lados. Vejo deby indo ajudar mamãe enquanto eu fico no meu lugar parada. Covarde é isso que eu sou, não consigo me mexer. Lágrimas rolam do meu rosto mas eu não faço nada. Eu nunca fiz nada em todos esses anos.