Entre amor e ódio vivem Raissa e Vinnie. Uma paixão quente e avassaladora. Um clichê com uma pintada de dark Romance. Se você leitor (a) gosta de uma história nada convencional e fora dos padrões, lhe convido a embarcar nessa aventura, onde o corre...
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Nem a chuva forte foi capaz de acordar Raissa. Sua cabeça estava deitada de qualquer modo em meus ombros, e porra, isso ia ser ruim para nós dois. Porém a maneira como ela respirava, como o seu peito subia lentamente, me fez ficar hipnotizado em vê-la dormir.
Chegamos na cidade algumas horas depois. O lugar parecia calmo e frio, na verdade é bastante frio.
— Débora me ajude com as malas — escutei felipe falar já do lado de fora. — é melhor vinnie ajudar você, afinal ele não está fazendo nada. — estava apenas nós três no carro. ela lança um olhar de ódio em direção à Raissa. Queria voltar no tempo e nunca ter comido essa louca, agora por algum motivo ela acha que sou dela. — irei ajudar com toda certeza. Preciso só colocar a Raissa na cama, sua mão não vai cair se você for ajudando seu irmão enquanto isso, não é mesmo? — Ajeito Raissa nos meus braços e desço do carro com ela. A ação faz ela soltar algumas palavras desconexas. — Onde você estamos indo? — seu braço aperta com força meu braço. — Para a cama. — Digo, agora subindo as escadas. — O QUE? — ela arregala os olhos. É engraçado ver em como ela é linda fazendo a porra de zero esforço.
Seu corpo se remexer contra o meu, em uma tentativa falha de eu colocá-la no chão. Abro a porta do quarto e jogo Raissa de qualquer jeito na cama.
— você precisa descansar da viagem. Achou que eu ia comer você? — pergunto, a olhando de cima a abaixo. Sua saia estava levemente levantada, o que dava a visão da sua calcinha. E porra, eu juro que tentei desviar o olhar. — claro que não. — ela se ajeita, sentando na cama — é que você uma vez disse que ia... nada, deixa pra lá.
Suas bochechas brancas ficaram vermelhas. Posso até imaginar o que ela queria dizer.
— Eu falei aquilo brincando. Eu nunca foderia você.
Raissa senta colocando as mãos sobre o colo. seu olhar vai em minha direção, frio e desgostoso.
— Até na parte de que eu não podia ficar com outros cara? Então eu posso, certo? — Debocha. — por que ultimamente você só anda falando nisso? É sempre sobre a porra de homem e coisas desse tipo. — Cruzo os braços — Homens não gostam de garotas do seu tipo, Raissa. — é por que eu sou cheinha? — Seus olhos marejam. Cacete, não fui que eu quis dizer. Ela tem a porra do corpo perfeito, eu amo seus peitos grande, as coxas grossas, tudo nela me da um puta tesão. — eu não quis dizer isso. Você sabe. — Pra mim foi exatamente isso que você quis dizer — Ela levanta da cama indo em direção a porta. Seguro seu braço puxando seu corpo para o meu — Você não é gorda. E mesmo que fosse isso não te tornaria feia. Você é linda! — seus olhos brilham ao ouvir minhas palavras. — mas pense o que você quiser — solto seu braço. Cacete, que merda foi essa? — De qualquer jeito obrigada pelo elogio. Eu espero que isso seja um começo para nossa amizade — ela me olha desconfiada. Raissa anda estranha esses dias, querendo aproximação, amizade comigo. Há uns dias atrás ela me odiava. Que droga mudou? — novamente esse assunto? — bufo, irritado. — eu não estou te pedindo nada demais, sério, você tem que fazer as coisas serem sempre difíceis assim? — tudo bem, Raissa. Vamos fazer do seu jeito então. Só não venha reclamar depois quando isso de errado.
Era isso que ela queria, então assim ia ser. Vou descobrir o que essa diaba dos infernos anda escondendo de mim.
Nota da autora Pessoal, mil perdões pela demora. Estava semtempo e criatividade para escrever, peço desculpas novamentepor isso. Prometo que tentarei melhorar os capítulos e ser mais ativa aqui. Um beijo da Manu.