Entre amor e ódio vivem Raissa e Vinnie. Uma paixão quente e avassaladora. Um clichê com uma pintada de dark Romance. Se você leitor (a) gosta de uma história nada convencional e fora dos padrões, lhe convido a embarcar nessa aventura, onde o corre...
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Anos atrás.
Eu estava no jardim brincando com o senhor Bobby, meu ursinho de estimação quando sinto uma presença atrás de mim.
— que susto, senhor Elton. — coloco a mão no peito vendo o padrasto de Vinnie. — não queria te assustar, princesa. — sem problemas. — digo, voltando a brincar. Mas então vejo ele sentando ao meu lado no banco. — você tem uma pele muito bonita, criança... — ele passa as mãos no meu braço — é branquinha como a neve. — diz sorrindo. — ah, valeu senhor. — logo me afasto. O chato do Vicent disse que não era para ficar perto dele. — você é uma putinha, sabia? — ele beija minha cabeça. — o que significa isso, senhor? — Raissa. — escuto alguém gritando meu nome. Olho para frente e vejo Vinnie soltando fogo pelo nariz. Imediatamente me levanto. — oi — dou um sorriso amarelo— que caralho você tá fazendo perto dele? — ele se aproxima, mas seu padrasto me puxa para perto dele — sabe Vinnie.. eu estava falando para Raissa que a pele dela é tão branca, ótima para marcar. Imagino como a boceta dela deve ser apertada, queria tanto enfiar meu pau dentro. — saia.de.perto.dela.agora. — Vinnie solta um rosnado, empurrando seu padrasto. — tudo bem garotão. Mas eu te espero lá em cima, no mesmo lugar de sempre — ele vai embora dando um sorriso sinistro. — desculpa Vinnie — falo, sem ao menos saber por que eu estava me desculpando. — venha aqui porra — ele me puxa para um chuveiro que tinha no meio do jardim. — o que você vai fazer? — pergunto, de cabeça baixa. Aperto sua mão com força. — vou limpar você, caralho. Ele te tocou com aquele dedos imundos— Vinnie liga o chuveiro e começa a tira minhas roupas. — pare com isso, Vinnie. — choro, assustada. — cala a boca, porra. Tira a droga da roupa, agora! — ele rasga minha blusa. Tento cobrir meus seios com as mãos. — não vou ficar nua na sua frente. Pare com isso, por favor. — choro — pode deixar que eu tiro então — ele me agarra pela cintura, tirando minha mãos que estavam cobrindo meus pequenos seios. Sua mão vai em direção a minha saia onde ele a puxa para baixo. — não — grito, desesperada. — cale a boca sua diaba dos infernos. — ele tenta puxar minha calcinha para baixo. — a calcinha não, por favor. — imploro. — não vou estuprar você, caralho. — então pare agora. — me viro de frente para seu corpo — eu não fiz nada. — se você não ficar quieta vou te estuprar, e eu juro que vai doer muito — ele ameaça. Eu não sabia muito bem o que era isso, mas a mamãe disse que doía muito e que eu não poderia deixar ninguém fazer isso comigo. — por que você é tão malvado, comigo? — ele me ignora e puxa a calcinha para baixo. A água fria do chuveiro começa a cair no meu corpo. Vinnie começa a esfregar meu braços com força, depois a barriga e por fim as pernas. — está me machucando Vinnie — choro. — estou te limpando, porra — ele diz ainda esfregando meu corpo. Minha pele já estava vermelha e doía muito. — devagar... Vinnie, está doendo — consigo dizer antes de desmaiar.
Dias atuais.
Acordo ofegante, com o suor pingando na cama
— pensei que não iria acordar nunca. — uma voz surge no escuro do quarto. Vinnie. — você me dopou. Como pode? — minha voz saiu com um tom de mágoa. — fiz o que era certo. Você não pode sair por aí atrás do seus pais desaparecidos caralho, isso é burrice. — ele se levanta me dando a visão do seu corpo. Por que ele está de toalha? — por que está sem roupa? — estou com roupa. — está só de toalha. — posso colocar meu pau pra fora se você quiser — ele faz menção de tirar a toalha — não, não. Fique com ela aí mesmo. — seu irmão vai chegar daqui a pouco. — diz depois de minutos em silêncio. — alguma notícia dos meus pais?— pergunto, esperançosa. — nenhuma — ele senta na cama — você tem noção que não vai pode procurar eles para sempre, não? — são os meus pais. Eu vou até o fim do mundo por eles, e ninguém irá me impedir disso. —olho no fundo dos seus olhos —nem mesmo você. — que assim seja então — ele levanta indo em direção a porta — você mais do ninguém sabe do que eu sou capaz. — ouço a porta bater e solto um suspiro. Alguma coisa estava acontecendo. Por algum motivo Vinnie e Felipe não queria que eu fosse atrás dos meus pais, eles sabem algo que eu não sei.
Ainda meio tonta pelo sonífero, me levanto da cama para ligar a tv. Preciso distrair minha cabeça antes que ela me Mate.
— o casal desapareceu da própria casa a uma semana. A polícia está investigando o caso que cada vez se torna mais misterioso. Tudo indica que o homem matou a esposa e fugiu.— ouço a jornalista da tv falar — os vizinhos falaram que eles pareciam ser uma família feliz, tinham três filhos uma sendo adotada. Pelo o que podemos ver nem tudo é perfeito afinal. Por hoje são essas informações que a nossa produção tem, voltaremos a qualquer momento com mais notícias. — desligo a tv. É claro que o desaparecimento dos meus pais já viraram notícia, afinal a nossa cidade é pequena. Mas como eles podem dizer que o papai matou a mamãe? Uma coisa eles tinha razão, a nossa família não era o que aparentava ser. Eu sabia que tinha sido adotada por uma família problemática desde do dia que vi o papai traindo a mamãe pela primeira vez. Nós nunca fomos uma família perfeita. Nunca fomos uma família.