cap 24

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Cheguei na loja vendo que a Clara já havia chegado, estacionei o meu carro e desci do mesmo travando-o com o alarme.

Entrei na loja vendo a Clara etiquetando algumas peças de roupa, cumprimentei ela com um beijo na bochecha e fui até o balcão ligando o computador.

Conferi as redes sociais da loja e o site, ainda não havia saído nenhum pedido então aproveitei para ajudar a Clara.

- Ai ami, eu amei a sua cachorrinha nova - a Clara falou colocando um vestido na arara

- Ela é uma bolinha maravilhosa, e pensar que alguém abandonou ela na porta do Pedro - falei irritada ao lembrar disso

- Pelo menos não foi na rua né ami, e outra, agora ela tem uma casa e vai ser muito amada - a Clara falou sorrindo

- Simm, você precisa conhecer ela

- Eu vou, estava pensando em almoçar naquele restaurante que tem perto da sua casa - Ela comentou dobrando a última peça de roupa do balcão

- Pois muito que bem, é lá mesmo que iremos almoçar - falei ligando o som da loja

Começamos as vendas, a manhã passou tranquila, tive que fazer o pedido de sacolas novas pois as nossas já estavam acabando.

Fechamos a loja e entramos no meu carro, a Clara tinha vindo de uber então hoje eu levaria ela pra almoçar e depois embora.

Ela colocou uma música pra tocar, fomos anotando no celular algumas coisas que estava faltando na loja.

Chegamos no restaurante pouco tempo depois, estacionei o carro e desci trancando o mesmo.

Entramos no restaurante sentando em uma mesa mais ao canto do restaurante, poucos minutos depois o garçom já estava anotando os nossos pedidos.

Pedimos dois fettuccine com cogumelo paris e um vinho branco para acompanhar.

Tirei algumas fotos da Clara depois dela implorar 100x antes do nosso almoço chegar.

O melhor lugar de São Paulo com certeza é esse restaurante, minha nossa, que comida maravilhosa.

Estávamos conversando sobre algumas roupas novas até o garçom vir até a nossa mesa trazendo um papel.

- Perdoe-me a interrupção meninas, mas aquele rapaz ali pediu para mim trazer isto para você - falou me entregando o papel

- Perdão, que rapaz? - perguntei olhando na direção que o garçom havia apontado

Havia um homem sentado na cadeira do balcão, muito lindo por sinal, o mesmo ergueu o copo que estava bebendo como forma de aceno.

Peguei o papel agradecendo o garçom que logo se retirou, olhei no papel e estava escrito.

"Desculpe a maneira de me comunicar, te achei maravilhosamente linda e gostaria de te conhecer, infelizmente tenho que voltar para o trabalho mas você pode me chamar nesse número
(+55) 11 98768-03...

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