Nesse cap eu vou terminar o ep 1, então vai ser bem longuinho. De qualquer jeito, aproveitem. ♡ Qualquer erro, me avisem, por favor!
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Valentina POV.
Exploramos e exploramos o 2° andar, mas a maioria das portas estavam trancadas. Quem teria as trancado? Com certeza, era uma pessoa chata. Para piorar, as portas da área esquerda da mansão não abriam com a chave. ㅤ
- Ah, que droga! Tá tudo trancado aqui... - Pera... E se nóis desse uma olhada no quarto do seu irmão? - 'Vamo, eu adoro mexer nas coisas dele! ㅤ (Teste de investigação de Valentina: 18)
Amelie começou a puxar nós duas em direção ao quarto de Olivier. Quase fui arrastada por ela, eu sou muito mais baixa do que Amelie. Por sorte, ela percebeu e foi com mais calma. Em dentro de alguns segundos, chegamos ao nosso destino, e entramos. O quarto era quase idêntico ao de Amelie, mas com os móveis em lugares diferentes. Amelie foi checar algumas gavetas, e eu acompanhei Bárbara até a escrivaninha. Deixei-a abrir uma das gavetas, e quando a mesma foi aberta, foram reveladas várias cartas, aparentemente. ㅤ
Pegamos as cartas e as organizamos sobre a escrivaninha.
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Bárbara leu a segunda carta em voz alta, Amelie a terceira e eu li a primeira e a última.
ㅤ - Oxi... - Quebrei o silêncio. - Quem é essa Zélia e esse "T.C"? E essa... Raíssa Gama... Pera! - Lembrei de algo. - O sobrenome da Helena é Gama também... Será que tem algo a ver com ela? - Eu 'num sei... Essas cartas são estranha. - Eu também achei outro papel. - Disse Amelie. ㅤ
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Ela o leu em voz alta.
- Quem é "Leilinha"? - Falei, e Amelie falou ao mesmo tempo. Dei um pequeno sorriso. Era engraçado quando essas coincidências aconteciam. - 'Num sei não... Mas uma coisa estranha é que numa dessas carta aqui tem o sobrenome do faroleiro e do barqueiro. - Do farrolete? - Do farof- Não, do faroleiro! - Farrolete? - Do faroleiro. - Corrigiu Bárbara. - Enfim! Esse velho aí pulou em cima do Olivier. - Ele o quê? - Pff... 'Ceis conheceu o veio do Farol? - Sim, e ele tava muito bravo, ele quase matou o Olivier. - Mas por que vocês estavam lá? Aquele lugar é fedido de dar dó... - Perguntei. - A gente foi levar... É... - Dizem que o 'veio do Farol é meio louco... - Ah, é! A gente foi levar comida pra ele, e ele pulou em cima do Olivier. Quase que matou ele. E os olhos dele, parecia que estavam quase saindo do rosto, tudo preto... Sei lá, parecia que ele tinha alguma doença. - Oxi, 'diabeisso? Eu até esperava algo assim dele, mas... Os olhos dele estavam pretos? - Sim! Parece coisa de cegueira, não sei. - Eu duvido que foi o 'veio do Farol que escreveu isso, isso aqui tá... Decente. Não sei se ele sabe escrever- - Viu... Vocês sabem alguma coisa de "segredo"? - Puts, verdade. Tá falando nessa aqui. - Peguei a última carta. - Pra falar a verdade, não faço a mínima ideia do que seja... Mas parando pra pensar, essa mansão aqui... Ela é muito grande. Deve ter algo por aqui. - Pois é, essa mansão é um segredo. - Mas o que é que essa carta diz sobre "o segredo da ilha" mesmo? - Bem... Nada em específico. Mas fala que o Constantino merece o "segredo da ilha". - Ele devia saber de alguma coisa. - Apontou Bárbara. - ... O velho louco lá, ele gritava: "O segredo tem que ser mantido, ser escondido! O segredo, o segredo". - Pera, ele falou mesmo desse segredo? - Perguntei. - Falou. - Então... - Bárbara se aproximou de papel que estava em minha mão. - ... Esse bilhete foi escrito pelo 'veio louco? - Acho que não. Olha o estado desse papel. Se bater um ventinho, vira pó. - Mas deve ser dos parente! Sei lá, mesmo sobrenome... - Qual o nome do 'veio? Se eu ouvir o nome, eu lembro. - O sobrenome aqui é Vurtoren, mas o nome dele é Celestino. - Puta que pariu... Esse quebra cabeça tá muito confuso, e quem começou, vai ter que terminar. - Enfim... - Olhei em volta. - Gente, tem aquela mesa ali. Alguma de vocês já olhou ela?