Deve-se haver algo que preencha
Nossa breve e vaga vida
Assim nascemos, artistas da alma
Tão inalcançados quanto compreendidos
Completamos as fendas da existência
Para isso rachamos a realidade
Ignoramos o tangível, abraçando a ilusão
Te atraio do fundo da caverna
Teus olhos não querem o azul-branco
Pois o lusco-fusco te abraça forte
Mas é o alvorecer que te liberta
A treva é minha matéria prima
Para mostrar que no fim do túnel
Não há apenas luz, mas elementaridade
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Noites Sem Luar
PoesíaPoemas escritos quase sempre em momentos de dor, tristeza e raiva. Espero tocar, nem que seja com as pontas dos dedos, seus sentimentos e emoções. Bem como espero trazer a leve brisa da inspiração. Em noites de insônia Quantos cigarros? Já perdi as...
