O quase silêncio inquietante
Pulsava e tremia em mim
Frio artificial gelou meus dedos
De forma agradável
O toque do telefone
Quebrou o silêncio
Me lembrou do presente
Naquele ambiente nevado, ansiedade
Vidro fumê impedindo
Escondendo meu destino
O desconhecido me assusta
O roer do meu estômago
Me reafirmava a tese
Do caótico ambiente hospitalar
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Noites Sem Luar
PoetryPoemas escritos quase sempre em momentos de dor, tristeza e raiva. Espero tocar, nem que seja com as pontas dos dedos, seus sentimentos e emoções. Bem como espero trazer a leve brisa da inspiração. Em noites de insônia Quantos cigarros? Já perdi as...
