Eu sou o câncer da sociedade
Bem como essa é o meu.
O pavor está em seus olhos
Bem como o prazer nos meus.
Com tua boca me julgas e condenas,
Com a minha me inocento de mim.
Lhe taxam como louco
Porém tu sabes que sou culpado.
A sós com você, foco na jugular
Saltada, sinto teu sangue apavorado
Inundado por cruel adrenalina.
Teu pescoço se encontra com o metal
A seda vermelha líquida escorre
Enquanto assisto ao belo teatro. Agonize no âmbar!
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Noites Sem Luar
PoesíaPoemas escritos quase sempre em momentos de dor, tristeza e raiva. Espero tocar, nem que seja com as pontas dos dedos, seus sentimentos e emoções. Bem como espero trazer a leve brisa da inspiração. Em noites de insônia Quantos cigarros? Já perdi as...
