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Meus pais estavam trabalhando como sempre, coloco a primeira roupa que eu vejo e saio de casa com o meu carro indo em direção a casa do Louis

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Meus pais estavam trabalhando como sempre, coloco a primeira roupa que eu vejo e saio de casa com o meu carro indo em direção a casa do Louis.

Em alguns minutos eu já estava na rua da minha casa antiga, estaciono o carro em frente a casa do Louis e saio do mesmo na força do ódio.

Atravesso o seu jardim e toco a campainha umas três vezes, ninguém me atende.

Ando até a janela do seu quarto que estava um pouco aberta, resolvo entrar pela janela mesmo.

— LOUIS. — O grito entrando no quarto mas ninguém responde.

Acho que ele não estava em casa, aposto que estava na casa daquela loira oxigenada, eu estava pronta pra sair da casa pela janela quando eu vejo um pé caído no banheiro, olho confusa.

Chego perto do banheiro e vejo Louis desmaiado no chão.

— Puta merda. — Digo e agacho perto do seu corpo. — Louis. — O chamo.

Balanço seu corpo mas ele não se mexia, ele estava muito pálido, toco em sua pele e ele estava muito quente.

Levanto rapidamente e ligo pra emergência que viria em alguns minutos, agacho novamente perto do seu corpo e verifico seus batimentos através do pulso.

O coração dele estava batendo devagar quase parando.

— Não morre Louis. — Digo já chorando.

Ouço o barulho da ambulância na rua, eles chegaram bem rápido.

Corro até a porta e abro vendo os médicos entrando com uma maca.

— Ele ta no banheiro. — Digo nervosa.

O mesmo já estava sendo carregado na maca e indo até a ambulância, entro no veículo e sento em um banco que ficava de frente para a maca.

— Qual o nome dele senhorita? — A enfermeira pergunta.

— Louis Patrick James Partridge . — Digo.

— Qual a idade dele?

— 23. — Digo.

A enfermeira anotava algumas coisas em uma prancheta.

— Você é o que dele? — A enfermeira pergunta e eu fico pensativa.

— Uma amiga. — Digo. — Ele não tem pais.

— Ok. — A enfermeira diz.

(...)

Louis estava em um quarto, eu ainda não podia entrar, eu estava esperando a liberação de visitas.

— S/n Leblanc? — O médico me chama e eu levanto rapidamente nervosa.

— Sim? — Pergunto.

— Calma, não precisa ficar nervosa. — O médico diz. — Ele está bem.

Suspiro aliviada entrando no quarto junto com o médico.

 𝗧𝗵𝗲 𝗦𝘂𝗯𝘀𝘁𝗶𝘁𝘂𝘁𝗲 𝗧𝗲𝗮𝗰𝗵𝗲𝗿 ʷᶦᵗʰ 𝐋𝐨𝐮𝐢𝐬 𝐏𝐚𝐫𝐭𝐫𝐢𝐠𝐝𝐞Onde histórias criam vida. Descubra agora