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O MAIOR CRUZAMENTO DE PEDESTRES DO MUNDO ENCONTRAVA-SE EM SHIBUYA, TÓQUIO. Estimava-se que durante os horários mais movimentados, cerca de mil a duas mil e quinhentas pessoas seguiam seu caminho pelas faixas brancas diagonais a cada dois minutos.
Agora, porém, havia apenas um quinteto parado em seu meio vazio. Eles estavam esperando, há uma hora.
Makka trocou seu peso de uma perna para a outra, frisando os olhos enquanto analisava o céu nublado pela quinta vez seguida, procurando algo além dos grandes dirigíveis que planavam carregando as cartas de rosto.
Uma hora. E nada mais havia acontecido.
Os cinco já haviam tentado algumas conversas, para intuito de distração, e até mesmo uma andada pelas redondezas do cruzamento, na busca de algo ou alguém.
Nada.
O tédio começava a nascer, junto do aperto no peito e a sensação intuitiva e alheia ao esperar alguma coisa, qualquer coisa, acontecer.
Nada, ainda.
Os dedos da Nakata percorreram seu cinto de couro, repousando sob a pequeno dispositivo retangular antes de apertar um dos botões. Os fones já estavam em sua cabeça, e em questão de instantes o ritmo contagiante de Paradise City, da banda Guns N' Roses, começou a tocar.
Seu walkman, o amigo mais antigo que conhecera desde que chegara neste mundo, milagrosamente estava em sua mochila quando acordou, junto com um punhado de roupas e outros acessórios.
Makka não se lembrava de ter ido ao seu quarto buscar seus pertences, assim como não se lembrava de ter saído da Praia com suas próprias pernas e depois ter percorrido um longo caminho pelas ruas de Tóquio até um bairro distante, onde desmaiou e acordou dias depois, aturdida e com tantas dores que mal podia se erguer.
Sua pele frágil ardeu sob as bandagens, coçando e se rebelando contra a quentura da luz do dia. Seu corpo ainda estava fraco, os ossos doíam e as pálpebras pesavam, implorando um longo sono ou medicamentos necessários.
━━ Ei, Makka, vem cá ━━ Kuina chamou, dando algumas palmadinhas ao lado de onde estava sentada, no asfalto.
Próximo delas, parado com as mãos nos bolsos da calça e com sua típica postura relaxada, Chishiya observou Makka caminhar em passos lentos e mancos até a amiga.
Habitualmente, o loiro não havia falado ou demonstrado nada além do que esperavam dele: a cotidiana frieza e alguns breves comentários sarcásticos. No entanto, encarar Makka Nakata havia tornado-se seu mais novo passatempo durante a última hora passada.
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𝗻𝗼 𝘁𝗶𝗺𝗲 𝘁𝗼 𝗱𝗶𝗲 ✸ ˖ 𝖼𝗁𝗂𝗌𝗁𝗂𝗒𝖺 𝗌𝗁𝗎𝗇𝗍𝖺𝗋𝗈
Fanfiction『.𖥔 𝗡𝗢 𝗧𝗜𝗠𝗘 𝗧𝗢 𝗗𝗜𝗘 』 𝘢𝘪𝘣 𝘧𝘢𝘯𝘧𝘪𝘤! ❝ JOGUE OU MORRA, VOCÊ NÃO TEM OUTRA OPÇÃO. ❞ MAKKA NAKATA COSTUMAVA DIZER QUE nasceu para os jogos. Logo, não fora de grande surpresa que a jovem tenha tornado-se um fenômeno nas redes soc...