𝖢𝗈𝗇𝖼𝗅𝗎𝗂𝖽𝖺 › 𝖾́𝗉𝗈𝖼𝖺
❝𝐄mbora ser esposo do duque lhe rendesse as maiores regalias da Europa Asiática, Lee Félix não poderia se contentar ao fazer de tudo que estava ao seu alcance para se apossar de todas as riquezas deixadas para si...
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— AINDA NÃO esqueci daquele cheiro que estava em você.
A frase do ômega arrancou um resmungo do alfa que se afastou do ômega, ambos deitados na cama quentinha, o navio estava novamente navegando em meio às ondas calmas, sendo levados pela beleza do oceano.
— Não acredito nisso, Lee. — falou calmo com um toque de diversão, entendia o ponto da duquesa, mas odiava que ela pensasse aquilo, nem tinha reparado no ômega do lago. — Minha rainha. — de costas para Hyunjin, o alfa não viu o ômega morder os lábios. — Não sei o que fazer para que acredite, mas saiba que tem meu coração nas suas mãos.
Um beijo foi deixado nos fios dourados, ele se encolheu irritado com si mesmo por estar tão fraco, caiu como um tolo nas palavras daquele alfa bonito, porém não poderia desejar algo melhor, não queria estar em outro lugar que não fosse ali. Ainda não era um lar, mas chegava próximo de ser, ainda mais se tivesse Park.
— Hyunjin. — chamou baixo ainda de costas para o alfa, que deitou-se de lado apoiando a cabeça sobre as mãos. — Acha que Park gostaria de conversar comigo amanhã? Eu sinto falta dele.
— Claro que sim, paixão, aliás eu posso ajudar a levar suas coisas de volta. — embora não quisesse que a duquesa fosse embora de seu quarto, era seu dever apoiá-la, principalmente com algo que envolvia sua família de dois.
— Quer que eu vá embora de sua cabine? — revoltado, sentou-se na cama encarando o capitão, que arregalou os olhos sem entender aquilo.
— Jamais! Mas talvez você quisesse ir. — Hwang levantou também sentando-se ao lado dela, tocou as mãos pequenas. — Ele é sua família, entendo se quiser ir.
— Você disse que também era minha família. — os olhos redondos estavam observando cada pedaço do Hwang, que se sentia intimidado.
— Eu sou, porra, por que está tão sensível assim, princesa? — o alfa então abraçou o corpo pequeno, tendo o rosto da duquesa em seu peito, ele arregalou os olhos um pouco assustado.
A lua se divertia, um pirata conhecido em todos os mares era um garotinho medroso com seu ômega pequeno.
— Eu não sei, não estou gostando disso, acho que é cansaço. — sussurrou afastando-se, deitou e fechou os olhos pronto para dormir.
— Claro, parece um coelho querendo secar meu pau. — resmungou quase mudo.
— O que?
— Claro, princesa, de noite vem o sono com o luar.
Um silêncio ficou no quarto, o alfa esperou uma resposta do ômega, mas ouviu apenas o roncar dele, sorriu um tanto bobo e encarou o rostinho dele ali deitado, o coração esquentou e também deitou para descansar, abraçou o corpo pequeno e dormiu, mesmo com o ronco do ômega.