capítulo 28

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Suas mães saíram na frente com eles atrás andando de lado com as mãos para trás, com eles se entre olhando.

— Eu te vejo hoje? falou Guilherme em seu ouvido sem suas mãe perceberem, aproveitando dando um beijo em sua bochecha.

— não sei, respondeu de cabeça baixa — e nós já se ver praticamente todos os dias, completou Eliza olhando para frente.

— Pode ir para casa minha filha, falou a sua mãe assim que  virou para trás para conversar com ela que  balançou a cabeça em concordância.

— não vai precisar de mim, não? Perguntou Eliza.

— não precisa, a Zenaide veio hoje, pode ir descansar, explicou Inês

— Toma um banho para tirar essa Inhaca do corpo, disse sua mãe.

— é a primeira coisa que vou fazer, mãe.

— serve para você também Guilherme, respondeu Inês que estava só ouvindo ele concordou com isso os dois seguiram caminhos diferentes sendo o resultado chegar em casa.

Guilherme estava feliz que estava namorando, estava nas nuvens só de saber que também é correspondido, ele entrou dentro da casa indo para o seu quarto pegar um par de roupa para tomar banho antes de começar o dia.

Ele estava no banho com os pensamentos em Eliza com o seu  cheiro ainda impregnado em seu corpo lembrando de suas mãos percorrendo o corpo dela onde ele teve uma sensação que nunca havia sentido, o amor se materializando em curvas.

 Eliza estava voltando para a casa, andando  no meio da estrada de chão com os matos baixos com algumas árvores envolta molhado devido a chuva que teve durante a noite, aos poucos ela foi se aproximando de sua casa o vendo de longe avistando primeiro a porteira da entrada do terreno  da casa, já podendo ouvir os sons que os animais emitiam.

Assim que entrou dentro de casa ela abriu as janelas para arejar um pouco, indo ao seu quarto para pegar um par de roupa para tomar o seu banho enquanto pensava nos lábios do Guilherme em sua boca e em seu corpo enquanto se banhava olhando entre o seu seios a marca que havia deixado nela lembrando da forma que ele havia feito a deixando com tesão, querendo sentir novamente, querendo ter as mesmas sensações que tivera no dia anterior.

Depois do banho ela foi tomar um café para aquecer o seu corpo, antes de começar ajeitar a casa observando onde estava precisando de ser arrumado.

Guilherme estava ajudando o seu pai, quando a sua mãe foi avisar que um rapaz tinha ligado para o telefone da casa querendo conversar com ele, já que era difícil alguma pessoa ligar para conversar ele sendo que geralmente as ligações era para seu pai.

— o rapaz irá retornar daqui dez minutos, falou sua mãe.

— Está bem mãe, vou lá ver quem é, respondeu Guilherme.

O que fez ele terminar de guardar algumas ferramentas que estava guardando para assim ir dentro de casa para atender o telefone, o que foi a conta de entrar e o telefone tocar.

— alô, com quem eu falo? Disse atendendo a ligação.

— Sou eu cara, não conheci mais não, falou seu amigo.

— Oi Luiz, como você está? Está sumido?

— Estou bem, sumido não estou, quem realmente está é você, não liga para cá o anda fazendo?

— trabalhando cara, trabalhando muito, disse passando a mão na testa tirando o suor que estava para escorrer.

— onde? Perguntou curioso.

— Em casa mesmo, na fazenda do meu pai, e quando é que você vai vir aqui conhecer?

— É difícil sair daqui, há muita coisa para fazer.

— É difícil,nada ainda mas você que não liga para nada, e agora dá um de quem faz alguma coisa, tira um tempo aí, umas férias e vem para cá, aproveita que vai ter uma festa aqui no povoado.

— festa?

— é cara vai ter uma festa aqui da uma comitiva, ela tem todo ano, e vem gente de todos lados participar.

— Tendo mulher bonita estou dentro, desse jeito vou sim, falou confirmando.

— mas você é um mulherengo de mão cheia, vou está esperando.

Os dois ficaram conversando, colocando o papo deles em dia, depois Guilherme voltou ao trabalho, o dia estava passando e a tarde chegando ele queria ver Eliza nem que seja de longe, foi pensando nisso que ele saiu de cavalo cavalgando pela estrada na direção da casa dos pais dela passando perto da casa  vendo ela fechar as janelas ele a comprimentou de longe.

— Boa tarde, comprimentou chamando a sua atenção.

— Boa tarde senhorzinho, comprimentou de volta o vendo em cima do cavalo.

— andar um pouco de cavalo, convidou.

— Não dá daqui a pouco meus pais chegam.

— Só um pouco Eliza, disse tentando convencer.

— Tenho uma idéia, esconde o cavalo, falou Eliza para Guilherme que  saiu correndo dali escondendo o cavalo a dentro de uma capoeira alta, seguindo a pé até a casa dela com ele a seguindo assim que ela o viu saiu de onde estava indo para os fundo do quintal próximo a um riacho que passava ali, ficando o esperando.

Assim que a olhou para ver onde estava, estando a sua procura que com muito custo a viu atrás de uma enorme pedra que os tampava por completo não tendo como ninguém os enxergar devido ao tamanho dela, diminuindo os passos os separavam chegando perto dela para o um beijo enquanto a agarrava forte.

— um bom lugar para escondermos dos seus pais, falou Guilherme.

— mas temos que ter cuidado, se nos pega já… Guilherme a beijou novamente a impedindo de pronunciar.

— Estou com saudade, fiquei o dia inteiro sem te beijar, falou entre os beijos com as duas mãos em seu rosto com ela segurando a sua cintura que foram levados para o rosto dele enquanto se beijava fervorosamente guiando até a pedra a prensando devorando como um animal esfomeado. 

Conforme se beijava, Guilherme se esfregava em seu corpo elevando o vestido que estava a usar, aumentando mais o seu fogo que a consumia por dentro, passando a mão por debaixo de sua blusa com Guilherme sentido o toque de seus dedos em sua pele atiçando nele o maior de todos os desejos querendo a possui ela ali mesmo.

— eu a quero, falou Guilherme a olhando com os olhos cheios de desejo e luxúria — e você me quer? Perguntou, com ela o olhando, ela queria mas ela lembrou que começou a namorar ontem mesmo e que para ela estava cedo.

—  Vamos com calma Guilherme, já basta ontem, disse se lembrando.

— você não gostou, falou Guilherme chateado.

— Gostei Guilherme e queria mais, mas, vamos com calma, vai acontecer tudo no seu devido tempo.

— Tudo bem, eu admito que sou afobado às vezes, disse a abraçando — você me atiça de todas as formas, diz Guilherme beijando seu pescoço o que fez ela fechar os olhos apreciando o beijo, que foi despertada com os gritos de sua mãe.

— vou lá Guilherme meus pais chegaram, falou Eliza assustada ela saiu dali mas antes deu um selinho em seus lábios indo para casa ajeitando a roupa que estava em seu corpo o que fez ele não demora ali pois já estava tarde voltando para onde tinha deixado o cavalo e saindo dali com um sorriso bobo no rosto.

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