Guilherme tinha voltado para casa indo direto tomar o seu banho, antes do jantar já que estava nas nuvens devido às suas conquistas que teve, dona Inês percebeu que seu filho estava diferente pois notava a sua felicidade, já Cida percebia que sua filha estava mais mais animada tanto em casa quanto na fazenda ficando assim feliz por ela.
Eliza estava na fazenda ajudando dona Inês e sua mãe, o telefone da casa tinha tocado e as duas estavam ocupadas mexendo com frango que era para o almoço.
- Eliza atende lá para mim, falou dona Inês e ela concordou saindo dali rápido para atender antes que caísse a ligação.
- Alô, falou Eliza.
- queria falar com o Guilherme, ele está? Perguntou Luiz.
- Está trabalhando mexendo com o gado, mas, eu chamo ele, falou Eliza.
- Tem como chamar para mim, por favor, fala que é o Luiz.
- Chamo sim, eu retorno daqui dez minutos então.
- Tudo bem, disse Eliza colocando no gancho saindo dali indo para a cozinha avisar a dona Inês.
- Quem era Eliza?
- é um tal de Luiz, querendo conversar com o Guilherme, vou lá avisar ele, falou Eliza saindo dali correndo, com as suas mães vendo que ela nem esperou dona Inês pedir para ela ir até onde ele estava, sem reclamar olhando para outra sem entender.
- Sei que não viu, eles estão estranhos, disse Inês.
- Estão muito alegres para o meu gosto, falou Cida.
Eliza foi até onde ela tinha o visto da última vez à sua procura, perguntou um dos que estava no curral para saber onde ele estava dizendo que estava rancho e foi a sua procura.
- Guilherme, falou Eliza assim que entrou.
- aqui, a chamou e ela foi onde ele estava onde ele tinha virado lhe dando um beijo.
- não vim aqui para ser beijada, vim aqui para avisar que tem um moço que ligou a sua procura, um tal de Luiz e daqui a pouco retornar a ligação.
- Ata vou para lá agora, diz dando um beijo em seu pescoço, saindo dali um atrás do outro indo em direção a casa, Guilherme foi para onde o telefone fica esperando a ligação retornar e Eliza foi para ajudar na cozinha.
Demorou alguns minutos e a ligação foi retornada com Luiz ligando para Guilherme avisando que estaria indo para a fazenda na tal festa que estava para acontecer no sábado.
- Guilherme, disse Luiz apreensivo - como posso dizer, a Patrícia está indo junto comigo.
- a Patrícia! Luiz?
- Vocês não são amigos, achei que não teria problema.
- éramos colegas de classe, mas, não tem problema e outra não tem muito tempo que não a vejo assim colocamos as fofocas em dia.
- Dou um jeito de buscarem vocês, falou Guilherme com Luiz concordando do outro lado da linha.
- Estou ligando para avisar que vou conhecer a tal fazenda que tanto falava.
- Te espero, cara, diz encerrando a ligação Guilherme saiu da sala onde ele realmente estava indo a procura da sua mãe passando por dentro da casa indo em direção a cozinha, onde viu Eliza soprando o fogo do fogão a lenha chegando manso por trás sem fazer som algum deixando um beijo em seu pescoço.
- Vai matar outro de susto, Guilherme, disse se assustando - e não chega assim por trás comigo mexendo com fogo.
- não resisti, disse a olhando de forma travessa a abraçando por trás.
- eeee, sai para lá Guilherme, falou se mexendo saindo de perto.
- agora a gata ficou arisca, disse colocando o polegar nos lábios.
- me deixa eu quieta, falou indo próximo a parede regular o fogo, o que fez ele chegar perto dela a prensando.
- só um, disse levantando o dedo com ela dando um beijo rápido.
- agora pode sair, falou antes dele, a beijar o que foi a conta da Inês entrar dentro da cozinha vendo os dois ao beijos.
- que bonito os dois, os pegando no flagra de olhos arregalados se separando de imediato não acreditando que estava vendo o que fez Cida também entrar para ver o que estava acontecendo os vendo já separados.
- Aconteceu alguma coisa dona Inês, falou olhando para Inês e de sequência para os dois que estavam à sua frente sem entender.
- Aconteceu que os dois estavam ao beijos na cozinha, disse Inês deixando Cida de olhos esbugalhados.
- quero uma explicação para isso, falou olhando para Eliza - anda Elizabeth? Exigiu Cida.
- Nós estamos namorando, falou Guilherme.
- namorando, disse Inês sem rumo.
- Pelo que lembro ele veio pedir ao seu pai, e você não falou nada, e agora namora escondido, falou Cida nervosa.
- No dia não sabia o que responder, e nem sequer me entendia e quem falou o que tinha era a senhora, não vem não.
- Quando é que isso começou? Perguntou Inês para Guilherme
- no dia da chuva, disse de cabeça baixa o que fez Inês olhar para Cida que entendeu o que elas tinham conversado no dia.
- Tá mais irá conversar com os seus pais, falou Inês aceitando - e vai namorar direito senhor Guilherme, nada irá passar despercebido aos nossos olhos.
- e sem ficar se pegando no meio da cozinha, que pouca vergonha é essa, repreendeu os dois que respiravam aliviado.
- ah mãe, estava a sua procura, disse Guilherme lembrando que ele a procurava antes do tumulto.
- para que meu filho, disse Inês interessada.
- é que eu chamei o meu amigo Luiz, que a muito tempo eu não conversava para vir na festa aqui havia chamado ele e agora confirmou presença.
- o que fica te ligando? Perguntou Inês.
- Sim, virá ele e mais colega, está para vir esses dias.
- Ata, obrigada por avisar e agora vou lá fazer o meu serviço e juízo em vocês dois estou de olho, disse apontando dois dedos em direção dos olhos.
- Tá mãe, falou Guilherme, sua mãe saiu da cozinha o deixando ali vendo Eliza entrar na cozinha novamente.
- Tá vendo isso que dá, está parecendo grude ficando na minha cola -- reclamou Eliza.
- oh Betinha, não fica assim, foi até melhor você viu, disse a abraçando por trás deixando um beijo em seu ombro.
- e desgruda Guilherme, falou mexendo os ombros.
- você fica toda nervosinha assim, mas no fundo você me ama, disse dando um selinho antes de sair da cozinha com o chapéu na mão.
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Doce Proibido
RomansaTerminando de almoçar Guilherme foi andar mais um pouco acabou indo no estábulo que tinha na fazenda meio que tarde do dia resolveu andar de cavalo estava andando, colocou o arreio no cavalo e estava andando na estrada até que acabou indo em direçã...
