Capítulo 16🐰

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Jungoo🐰

Meu menino se matia sério e calado, depois que pegamos algo no fim do mundo voltamos e agora nos encontrávamos em uma cafeteria já que eu queria tomar algo bem gelado.

— Quer alguma coisa nenêm? - pergunto

— Nananinanão! - negou de imediato, fiz meu pedido e esperamos a boa vontade de trazerem, de longe eu vi uma garota babar em meu menino.

apenas deixei minha arma em cima da mesa para que a mesma visse e olhasse pra outro lugar, mas nem isso fez a mesma mudar de idéia.

— Aquela garota que morrer. - aponto pra mesma essa que sorriu pensando que eu estava apresentando meu menino, logo meu menino? está muito enganada mesma

— Porquê diz isso?

— Oras, ela está olhando pro que é meu entende? eu não gosto da idéia de te olharem, meu menino. - resmungo com um bico nos lábios.

— Ciumento. - sorriu assentindo, logo trouxeram meu pedido, pago o mesmo e quando ia sairmos do local, a menina nos chamou.

— Olá, eu queria saber se posso ter seu número.? - que coisa.

— Eu acho que isso é impossível garota, quer morrer por acaso?

— Eu quero o número dele e não o sei. - pego minha arma e miro no meio da testa da mesma.

— Vai ficar querendo e a fale direito comigo. - aperto gatilho e seu corpo caiu sem vida.

vá pertubar o diabo.

— Amor dó céu, vamos embora. - disse o mais novo me puxando, caminhamos até o carro e de longe um homem eu escutei alguém chamando meu garoto de gostoso. — Esquece isso meu amor, vamos pra casa.

— Me espere aqui nenêm. - caminho até a rodinha macho e quando eu chego pergunto com quem eles estava falando.

— Com o loirinho....

— É mesmo? - finjo não ter ouvido.

— Muito bonito e o corpo então? - atiro no pau do mesmo ouvir seus grito de dor.

— Meu namorado não pro seu bico, nojento. - chuto a cara do mesmo e o pego pelos cabelos.
— Abra a boca sujar.- peço impaciênte, como ele não queria abrir eu meto minha arma em sua testa só assim pra ele abrir a porra da boca.

— Senh.....- atiro duas vezes.

— E vocês também.- descarrego minha princesa na cara desses marmajo idiota, vão ficar querendo, meu menino é só meu e ninguém diz ao contrário.

caminho até meu carro e entro dando partida.

— Jungoo, eu vou te dar umas bela palmada amor. - o mais novo diz com um biquinho.

— Irei adorar.- mordo meus lábios.

— Só espere...e quando isso acontecer te deixarei sem os movimento das pernas e nem recleme.

— Bebê gostoso, quando eu sentar nesse seu pau...irei acabar com você com minha sentada bruta. - digo e escuro seu riso.

— Vai mesmo é? estou pagando pra ver, na verdade sentir sua bucetinha em volta do meu pau, me apertando gostoso, vai deixar eu gozar dentro? - pergunta e eu nego sorrindo.

— Vai sonhando...- rio escandaloso.

— Qual é amor, deixa uhm? poxaa meu bem eu queria tanto te sentir sem a camisinha....

— Nenêm, você sabe que não podemos e nem cuidar de criança eu sei pra falar a verdade, também não tenho tempo, só daqui alguns anos certo?

— Eu também não quero mais...- cruzou os braços.

— Jimin...você é uma graça amor, só nessa saidinha nossa eu matei seis pessoas, espero que elas tenham um péssimo descanço e que vá direto pro inferno. - mudo de assunto.

— Jun, era pra eu está te defedendo...

— Quem mandou nascer depois de mim? deveria ter nascido antes isso sim, novinho. - tiro sarro.

— E você sabe muito bem que esse novinho te fode como ninguém, aliás estamos indo para mansão? - pergunta e eu assinto.
— Seria ótimo se meu homem me chupasse quando chegarmos, eu iria adorar...- olha que coisa.

— Eu te chupo então meu nenêm, certo?

— Certinho, trato feito meu amor.- sorriu pequeno.

descarado.

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