Capítulo 15🐰

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Jimin.

Jungoo e eu ainda estávamos conversando em seu escritório, assim que eu dizer algo seu celular tocou alto nos tirando do nossa conversa.

— Atende amor. - peço calmo.

— Oras fala direito comigo, pensa que está falando com quem? - me encarou e eu quis muito rir da carinha do mesmo.

— Eu disse calmo meu anjo, por favor atenda seu celular. - aponto para o obejeto em suas mãos.

— Você disse bruto...- seus olhos encheram de lágrimas.

— Meu bem, eu não disse bruto e nem nada do tipo. - limpo as lágrimas.

— Disse sim nenêm, está dizendo que eu tô mentindo?

— Junzinho, eu não falei nada disso certo? - deixo um beijinho em cada pálpebras inchadinha.

logo o mesmo atendeu o celular na maior ignorancia do mundo, ceus que coisa mais bibolar é essa? só sendo ele mesmo.

minutos e minutos se passaram e o mais velho ainda estava em ligação, tadinho do meu homem está em um estresse que só, tenho até medo.

caminho até o bebedor de água e encho um copinho, ao tomar minha água me sento novamente.

— Jimin, porquê não pegou pra mim também?

— Ceus amor, porquê você não disse que queria? eu teria pegado pra você.- me levanto.

— Oras, não precisa perguntar. - deu de ombros.

— Jungoo anjo, como eu vou saber que você quer água se você não dizer? isso é difícil...- murmuro e vejo sua cara nada boa.

encho o corpo pro mesmo.

— Eu não quero mais água....- agora deu mesmo.

— Você disse que queria amor, quando eu terminei de me sentar alí. - aponto para o sofá.

— Eu disse? não me lembro de nada nenêm. - revirou os olhos.

deixando de lado essa conversa, eu bebo a bendita da água.

— Quer alguma coisa? - pergunto.

— Só estou com sede nenêm. - não acredito no que eu estou ouvindo nesse momento.

— Amor não....- choramingo com a bibolaridade desse ser humano maravilhoso.
— Quer que eu pegue água pra você? - esfrego minhas têmporas.

— Eu bebo depois. - aceno positivamente.

após encerrar a ligação o mesmo foi beber água, saimos do escritório e descemos para o andar de baixo.

— Estamos de saída meus caros. - diz o mesmo sem muito animo, bom, eu não sabia que iriamos sair até ouvir  essa frase.

— Meu bem, eu vou junto?

— Lógico nenêm...eu te disse lá em cima. - mentiroso de uma figa, oras ceus sapequinha .

— Amor você não disse coisa nenhuma.

— Jimin...você tirou o dia pra me irritar não é? sem contar que você me deixou morrer de sede. - menino que já se viu umas coisas dessas? resolvo ficar na minha.

saimos da mansão rumo ao um lugar desconhecido por mim, o mesmo dirigia seriamente.

— Dengo, aonde estamos indo? - pergunto com quem não quer nada.

— Em um lugar resolver algo, acabaram de me ligar.

— Jungoo, sente dor ou algo do tipo? desconforto, está descendo muito ou pouco.

— É isso é vergonhoso amor, não me pergunte sobre isso, e sim está descendo mais ou menos, e sem muita dor. - que coisinha mais bibolar eu fui arrumar.

— Quer comprar algo no caminho ou você têm tudo dentro da sua bolsa ? e porquê respondeu minha pergunta se acha vergonhoso.?

— Ji amor, você perguntou e eu respondi meu nenêm, eu tenho tudo comigo, ando com meus pertences certinho e em ordem. - respiro fundo.

não demoramos muito para chegarmos em um lugar abandonado, tinha um cheiro fortíssimo de sangue podre ou sei lá que diabos.

— Amor, viemos sozinho nesse fim de mundo?

— Sim nenêm, têm pessoas da máfia dando fim em alguns corpos, outros está tirando sangue para vendermos.

— É sério isso?

— Ji nenêm, lógico que não, só vim buscar algo.

— Mentiroso de uma figa. - saimos do carro sorrindo.

LOVE TRUEHistórias para pegar e não largar. Descubra agora