Sangue Jovem

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Atenção! Aviso!
Esse capítulo contém p0t@r!a, tem atos sexuais entre dois garotos com direito a bateção de quadril, por tanto se não gosta, não leia.

Outro adendo é um pedido: visitem o meu perfil e conheçam The Crown, outra fanfic Scorbus que tem um lemon muito g0stosinho por sinal e quem gosta de P0t@r!a vai gostar de ler.

Comentem o que acharam e se divirtam, enjoy.


Passar aquele tempo com Scorpius, aquela pequena tarde onde almoçaram afastados da família de Scorpius e se sentaram no jardim cheio de pavões para olhar o céu nebuloso que cobria a Malfoy Manor, era como devolver as forças a Albus, sua vontade de lutar para continuar a caminhar com Scorpius naquele universo onde sua família o havia julgado, onde, nem mesmo em uma carta, conseguiu perdoar o pai.
Draco havia mostrado a Albus e Scorpius as lindas palavras que diziam ser de Harry Potter na carta, coisas como: "eu te amo, filho" ou "vamos conversar, me perdoe", eram visivelmente ditos pela letra caprichosa de sua mãe e não de Harry. Seus sentimentos estavam machucados e seu corpo parecia sempre em alerta e, em contra partida, seus pensamentos estavam longe, como se estivesse vagando no vazio sentimental de seu Eu interior.

Albus despertou de seus pensamentos quando Scorpius tocou sua mão, deitado ao seu lado em uma toalha no jardim e apontando para uma nuvem.

- olhe, parece com uma mandragorá- comentou e Albus olhou para a nuvem, ele franziu o cenho.

- parece mais um corvo para mim- respondeu e Scorpius riu.

- não é possível, Albus, é claramente uma mandragorá- e Albus virou o rosto, observando o loiro de perfil ainda olhando o céu- talvez deva usar óculos-

- e ficar ainda mais parecido com o meu pai? Nem em um bilhão de anos- revirou os olhos e Scorpius se moveu ao seu lado, se apoiando em um dos cotovelos e levando a mão livre para tocar o rosto de Albus.

- você é lindo, Albus- sussurrou sorrindo, aquilo aquecia o coração do moreno- mas é suspeito não saber diferenciar um corvo de uma mandragorá-

Potter riu e apertou a bochecha de Scorpius que resmungou alto, largando o rosto do de olhos verdes para tocar no seu próprio, resmungando de dor.

- desculpa, acho que apertei demais- e se apoiou nos próprios cotovelos para beijar a bochecha do namorado, selando seus lábios na derme quente diversas vezes. O jardim foi tomado pelo som dos beijos estalados e baixinhos, o vento levando os sons e os dissipando pelo terreno, Scorpius virou o rosto lentamente até que seus lábios fossem selados no lugar de sua bochecha, seus olhos fecharam e sua língua adentrou a cavidade entre os lábios de Albus, o beijando delicadamente e com uma lentidão torturante e apaixonada.

Seus braços enlaçaram ao redor do pescoço de Scorpius e ele se deitou, trazendo Scorp para cima de sí, porém, de maneira que somente seus peitos se tocavam. Aquele beijo acalmou seu espírito, o fazia se sentir amado e apreciado naquele momento em que sua alto estima estava vazia, se sentir sem o apoio de sua família era como voltar a mergulhar em um lago congelado, só que, completamente sozinho, sem ninguém que o pudesse apoiar e salvá-lo, mas, o Sr Malfoy fora tão compreensivo e delicado com sua situação, apenas parecia demonstrar uma certa relutância que Albus e Lucius, o avô de Scorpius, se topassem na casa.

As palavras de seu pai, Harry, ecoaram em sua mente enquanto beijava o namorado com tanta vontade. Scorpius não havia abusado dele. Ele o beijou porque quis, havia feito tudo porque ele próprio quis e desejava Scorpius com todo seu corpo e coração, era perdidamente apaixonado pelos toques e sensações que podia causar ao outro garoto.
Scorpius quebrou o beijo, se afastando e beijando vários pontos do rosto de Albus, fazendo o moreno rir até sentir algo estranho mexer em seu pé. Potter soltou um grito e se abraçou a Scorpius, ambos olharam para baixo vendo um enorme e gordo pavão os olhando com um olhar julgador.

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