Capítulo 14 - Camren

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Lauren

Eu estava morrendo de dor de cabeça, não conseguia dormir de jeito nenhum, aquele lugar podia ser lindo, mas só eu sabia a quantidade de vezes a que quase perdi minha melhor amiga ali, aliás Selena era muito mais que isso, ela era minha irmã. Coloquei um moletom, desci as escadas e sai pro lado de fora da casa, indo me sentar na grama em frete ao lago.

- É aquele ditado não? - olhei para trás ainda sentada e Bella estava ali. - Onde a ratinha Gomez vai a amiguinha Lauren vai atrás. - Aquilo foi o suficiente pra me subir todo o ódio daquela vagabunda. Me levantei pronta pra voar nela.

- Você acordou sem medo de morrer hoje? - falei indo em sua direção, então meu braço foi segurado.

- O que houve aqui? - Camila me perguntou. - Quem é essa?

- A vagabunda que eu vou matar. - Tentei avançar e Camila não deixou.

- Olha não sei quem você é...

- Sou a...

- E nem quero saber... Só quero que saia daqui, pois se deixou ela desse jeito não é pra estar perto dela, então peço que se afaste ou vou a soltar e deixar que ela parta pra cima de você. - Ela falou e Bella me conhecia bem pra saber que eu estava com muita raiva guardada a anos por ela e que seria capaz de matá-la. Ela deu as costas e voltou pra dentro. Camila puxou minha atenção pra ela.

- Por que está tão puta assim?

- Longa história. - Eu respondi suspirando.

- São seis horas da manhã, está 3 graus aqui fora e você estava querendo brigar por uma longa história?

- Ela machucou demais a Selena, a fez muito mal.

- Ok... agora temos um motivo, quer continuar aqui fora? Podemos entrar e tomar algo quente.

- Espero que esse sorriso na sua cara não seja você achando que vou te dar mole. - Ela ficou séria na mesma hora.

- Quando eu estou sendo legal ninguém entende, deixa quieto Lauren espero que esteja mais calma. - Ela se virou e saiu andando, e droga eu era uma babaca. Sai atrás dela e a alcancei puxando-a quando chegamos a varanda.

- Desculpa Camila, eu só estou estressada, muita coisa na minha cabeça - Eu disse passando a mão no rosto - Eu preciso beber...e transar. - Continuei com sinceridade e ela cruzou os braços.

- Agora é você que está se insinuando, eu devo aceitar isso ou ignorar? - Ela falou seria.

- Aceitar? - Eu fiquei confusa, ela me pegou pela mão, me puxou pela casa, apanhou uma garrafa qualquer e me levou até o quarto dela.

- Quer beber e transar? - Ela falou balançando a garrafa. - Essa é minha língua também. - Ela foi bem direta, pegou um copo e serviu a bebida, me entregando, e eu o virei de uma vez, talvez o que me faltasse fosse aquilo, ela sorriu, e veio em minha direção arrancando minha blusa e me jogando sob a cama, quando meu corpo se chocou com o colchão senti meu peito arder olhei e suas unhas haviam pego de leve em minha pele, a olhei, e ela me olhava como se eu fosse uma presa, uma presa que ela estava louca para saborear, ela mordeu seu lábio inferior e sorriu de modo devasso.

- Vamos ver até onde está morena vai! - Ela falou tirando sua blusa, seus sapatos, e sua calça, ficando apenas de calcinha. E eu puramente babei naquele minuto, os seios dela eram lindos, seu corpo era lindo, mas confesso que eu sempre tive uma queda por seios, queda não...eu tinha um tombo. Minha boca chegou a salivar de desejo de tê-los em minha boca. Medo? Sim eu tinha muito dele guardado em meu peito, mas eu não podia viver assim para sempre eu precisava viver.

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