Balister pov:
Chegamos a cidade que estava movimentada, estavam alertando as pessoas sobre o atentado que ocorreu ontem graças a mim, S/n e Nimona.
Se bem que eu não fiz nada, somente fui prezo e resgatado por Nimona e S/n.
O estrago todo na instituição foi causado por elas, é impossível segurar essas duas, principalmente Nimona por ter seus dons.S/n: Ele tá comprando coisas naquela barraca. (ela diz mostrando onde ele estava)
Nimona: Vamos mata-lo. (diz com aquela cara maligna)
Balister: Não vamos matar ninguém Nimona, vamos apenas sequestrar ele e forçar ele nos dar as provas.
S/n: Muito chato, podia ter mais ação e confusão! (ela diz sorrindo)
Balister: A cada vez mais você se revela e mostra ser mais maluca que a Nimona.
S/n: Ela não é maluca! Você que não é divertido. (fala intediada)
Nimona: Exato! Você é inimigo da diversão. (fala intediada comigo)
Nimona: Vamos lá buscar ele. (fala e aparece asas nas costas dela)
Balister: Assim não, você pode ir normal do meu lado ou como um animal pequeno aleatório me seguindo.
Nimona: Você quer que eu me transforme depois não quer. (fala se transformando em uma criança)
Balister: E agora é uma criança.
Nimona: Por hoje eu sou. (fala sorrindo malignamente e saindo)
Balister: Não, Nimona. (falo mais ela finge não escutar)
S/n: Por essa eu não esperava, que demais! (ela diz sorrindo e surpresa)
Balister: Pensei que casais não tinham segredos. (digo provocando)
S/n: Cala boca Balister. (diz me dando um soco no braço)
Balister: Ai!
Nimona pov:
Eu ignoro totalmente o que Balister disse, até porque hoje eu tô afim de me divertir e ele não vai me impedir.
Eu vou até o cara maluco da armadura com uma história muito boa pra tentar enganar ele.
S/n pov:
Eu estava observando a Ruivinha em forma de criança, estava disfarçada com um capuz na cabeça para não me reconhecerem.
Enquanto eu observava, Balister estava se misturando entre as pessoas para chamar a atenção da Ruivinha e dizer pra ela voltar ao normal e deixar o plano com ele.
Ela vai até o escudeiro maluco e fala com ele.
Nimona: Com licença moço, eu perdi minha mamãe, ela entrou naquele beco assustador bem alí, você pode me ajudar? Por favor! (ela diz com a voz doce, carinha fofa e ingênua de criança)
Escudeiro: Oh não! Deixa eu ver outra pessoa pra te ajudar. (ele fala olhando para os lados)
Nimona: NÃO DÁ TEMPO. (ela diz com o rosto assustador e com a voz grossa)