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P.O.V Ana

O sol da manhã brilhava pelas janelas enquanto eu organizava a sala de fisioterapia para a próxima sessão. Richard estava marcado para hoje e, mesmo após semanas trabalhando juntos novamente, cada encontro ainda carregava um eco do que tínhamos sido. Hoje, sentia uma determinação interna para garantir que nossa relação profissional continuasse sólida e sem complicações emocionais.

Quando Richard entrou na sala, ele parecia cansado, os efeitos do treino pesado evidentes em seu semblante.
-Bom dia, Richard. Como você está se sentindo hoje? Algum desconforto a mais?. -perguntei, mantendo minha voz neutra, mas amigável.

-Estou bem, Ana, obrigado. Só o usual, nada que me impeça de seguir o plano. -ele respondeu com um sorriso que tentava ser leve, mas seus olhos não escondiam o cansaço.

Iniciei a sessão de fisioterapia, atenta aos sinais do corpo dele enquanto conversávamos sobre trivialidades. No entanto, sentia que havia algo mais que ele queria dizer, algo que pairava entre nós como uma sombra silenciosa. Foi então que Richard quebrou o silêncio com mais intenção.

-Ana, eu estava pensando... sobre como tudo mudou para nós. Eu realmente não esperava te encontrar aqui, mas, de alguma forma, estou feliz que isso tenha acontecido. Só não quero que as coisas fiquem estranhas entre nós.-ele disse, suas palavras carregadas de uma sinceridade vulnerável.

Essas palavras me pegaram de surpresa, e por um momento, eu hesitei, considerando minhas palavras com cuidado. -Richard, eu também não esperava, e também estou feliz, de certa forma. É estranho, mas... acho que só precisamos nos ajustar a isso, não é? A nova realidade.

-Exato. -ele concordou, um vislumbre de alívio passando por seu rosto. - E eu quero que saiba que valorizo muito nossa amizade. Se ainda podemos chamar assim. - ri, sem graça.

Um sorriso pequeno, mas significativo, cruzou meu rosto. -Claro que podemos, Richard. Só vai levar um tempo para encontrarmos o equilíbrio certo.

Conforme a sessão prosseguia, senti um peso sutil sendo levantado dos meus ombros. Nossa conversa não resolveu tudo, mas era um começo, um reconhecimento mútuo de que, apesar do passado, ambos estávamos dispostos a trabalhar para uma convivência harmoniosa.

-Obrigado, Ana. E por ser tão compreensiva. -ele disse ao final, antes de deixar a sala.

Sozinha, refleti sobre o que havíamos compartilhado. Era evidente que ambos ainda nos importávamos, e isso dava esperança de que, com tempo e paciência, poderíamos encontrar um novo caminho para nossa relação, uma que nos permitisse não só trabalhar juntos, mas também respeitar a história que tínhamos. Era um passo em frente, talvez pequeno, mas definitivamente em direção a uma nova forma de entender e apoiar um ao outro no ambiente complexo e exigente do futebol profissional.

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oiii, como vocês estão ???
espero que estejam gostando da história, se tiverem algo pra me falar comentem para eu melhorar:)

oiii, como vocês estão ???espero que estejam gostando da história, se tiverem algo pra me falar comentem para eu melhorar:)

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só pra mostrar o quanto o richard é gato e gostoso.

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Tudo Culpa do Destino - Richard RíosOnde histórias criam vida. Descubra agora