Uma raposa vermelha solitária e triste, um filho das estrelas que pode ter tudo que deseja menos um amor como o de seus pais, uma humana de outras terras mortais cai em Prythian realizando o sonho de toda leitora, tudo isso só por que ela ajudou uma...
Eu me afasto dele, olho para o rosto dele de forma analítica pesando suas palavras, minha mente a mil meu coração mais rápido que uma Lamborghini nesse momento, como diria o meme respirando por aparelhos. - Você está atraído por mim? — Ele segura o meu rosto e olha pra mim, era culpa e desejo em seus olhos. - Me sinto um traidor por sentir isso, mas sim sua mulher irritante e irresistível. Estou atraído por você, mesmo que isso signifique partir o coração do meu sobrinho. — Ele diz num tom frustado, mas parece ser com ele mesmo. Eu não contenho a risada que me escapa, passo os braços ao redor do pescoço dele e digo num tom suave, as palavras que a velhinha me disse antes de vir. - Fique com a raposa vermelha sob o céu de estrelas e ficará bem, foi isso que me disseram antes de eu parar aqui Lucien. Sabe o que significa? - Não faço idéia. — Ele diz confuso. - Eu te chamo de raposinha Lucien. — Ele pisca várias vezes e então agarra minha cintura com força, me puxando pra perto, me mantendo em seus braços. - Isso quer dizer que você realmente tem que ficar comigo e eu não sou um bastardo maldito por te desejar? — Balanço a cabeça de forma debochada e reviro os olhos não acreditando nas palavras dele, homem lerdo meu deus do céu. - Lucien, o Nyx é o céu de estrelas, você é raposa, eu sou a verdadeira parceira que a mãe preparou pra você. — Digo finalmente. Ele fica quieto por tanto tempo que acho que ele congelou, até ele dizer com a voz fraca. - Então foi por isso que chorou quando me viu? - Por diversos motivos, mas o formigamento no corpo também não ajudou. Senti vontade de pular nos seus braços e beijar cada uma das suas cicatrizes. — Acaricio o rosto dele e ele me olha com uma expressão de dar dó. - Então eu posso te desejar, eu de verdade posso te desejar, não vou ser rejeitado? — Sinto meu coração doer e o beijo pra calar seu medo. - Não vai, nunca mais vai ter que se preocupar com falta de carinho meu belo ruivo. — Ele me abraça com força e me carrega, intensificando o beijo, ele atravessa comigo e estamos no quarto dele agora. Ele me joga na cama e continua me beijando. Até precisarmos de um pouco de fôlego. - Pode dormir comigo hoje? Não precisamos fazer nada, só quero ficar perto de você agora. — Ele diz num tom tão baixo que achei que era um sussurro. - Claro raposinha. — Puxo ele pra deitar junto comigo e abraço ele, ele enterra o rosto no meu pescoço, faço carinho no cabelo dele e ouço ele suspirar aliviado. - Isso estava te consumindo não é? - Você não tem idéia luz do sol. —Ele murmurar e me aperta mais. - Não queria ser um desses machos nojentos que não controlam o próprio pau. - Hahaha, você eu duvido muito que você fosse fazer algo assim. — Meu tom era suave e despreocupado, para tranquilizar ele, mas ouço um bufo de deboche vindo dele e ergo uma sombrancelha. - Estou errada? - Zaira você não sabe o quão atraente você pode ser quando sorri? O quão louco um macho feérico fica quanto ainda não notou o vínculo de parceria mas já está atraído pela parceira, somos piores que animais. Eu nem sabia que você podia ser minha, mas meu corpo já te queria. — Ele me explica e noto a tensão na sua voz. - Você teve mais sonhos eróticos comigo? — Pergunto curiosa. - Quase todas as noites, nos três dias que você sumiu, eu nem dormia direito e quando dormia, só vinha você nua na minha frente. Eu sou um desgraçado. — Fico quieta, absorvendo a informação. - Eu sinceramente acho você bem amável, se soubesse o que eu já pensei ao seu respeito, então nem me deixaria tocar em você. — Ele me dá um olhar desconfiado e suas sobrancelhas se juntam. - O que você pensou sobre mim em mocinha? — Eu dou um sorriso de canto e resolvo provocar ele um pouco. - Nada que uma dama respeitável deveria imaginar sobre um homem, mas tudo que uma mulher com desejos intensos quer. — Ele sorri e se move na cama, uma mão segurando minha coxa, outra apoiada na cama.
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- Porque não me conta sobre esses desejos? — Eu toco o rosto dele e digo num tom brincalhão, provocando ele. - Vamos apenas dormir. Você mesmo disse. — Ele grunhe frustado e eu dou risada, rolo pra um canto da cama e olho pra ele com uma alegria sincera. - Você comeu a torta que eu fiz pra você? — Pergunto sem conseguir evitar minha curiosidade. - Sim por quê? - Porque foi minha forma de aceitar a parceria. — Ele me olha chocado e me puxa pra perto. - Sua humana travessa e torturante, você ainda vai ser a causa da minha ruína. — Ele me abraça forte e me dá um tapa na bunda. - Eu e Nyx não vamos te ter facilmente, não é? - Não, não vão, mas eu valho a pena, eu juro. — Ele ri de mim e põe meu cabelo pra trás da orelha e beija minha testa. Ele diz suavemente. - Eu sei luz do sol, eu sei que vale. Vamos dormir agora. — Ele se aconchega em mim e eu faço o mesmo me concentrando em dormir. No dia seguinte eu levantei cedo fui cuidar dos dragões, dando banho neles e os levando pra cozinha, com a ajuda de Caroline, que me ensinou a fazer as comidas deles, cada um com um gosto diferente, depois de alimentados dormiram de novo, eu tratei de fazer minha própria comida. Fiz um biscoito de abóbora com especiarias e recheio de creme.
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Tamlin chegou na cozinha se alongando. - Bom dia. Dormiu bem? — Ofereço um biscoito, ele prova um. - Qual o motivo do bom humor? — Ele ergueu uma sobrancelha de forma desconfiada, enquanto mordia outro pedaço e cruzava os braços. - Eu vou te fazer plantar todo o jardim que vou construir pra você hoje, então você vai ficar exausto, Lucien já sabe que é meu segundo parceiro, me beijou e dormiu nos meus braços. — Ele tossiu e engasgou com o biscoito. - O que!? — Ele grita chocado, fazendo meus ouvidos doerem. - Não vou repetir. — Eu dou um sorriso divertido e entrego um copo de água pra ele. - Mas por enquanto eu não vou ir muito longe com nenhum dos dois, não acho que Nyx esteja pronto pra mim e Lucien precisa de muito carinho, quero que ele se sinta amado. - Bom ao menos com Lucien você vai ser gentil, mas como teve força pra jogar Nyx do outro lado da sala, com um único tapa? — Ele perguntou desconfiado e curioso. Eu bebo do meu copo de suco. - Sinceramente não faço idéia, mas você não tem tempo pra isso, vai comer e depois pro jardim. — Ele resmunga e começa a comer, Alis surge na cozinha e me olha com cara feia. - Posso saber porque você está fazendo o café da manhã, quando esse é o meu trabalho? — Eu dou um sorriso brincalhão pra ela e abraço ela. - Porque eu acordei de bom humor e porque você não prova, talvez você goste. — Ela resmungou mas provou e logo depois sentou e comeu outro. - Me dê a receita depois querida. —Eu dou um sorriso suave e concordo, terminando de fazer meu café da manhã, Nyx e Azriel entram na cozinha e assim que Nyx me vê ele abaixa a cabeça obviamente chateado. - Eu converso com você depois, pode ser principezinho? — Ele acena concordado, eu quase posso ver as inúmeras coisas negativas que ele está pensando sobre si mesmo, eu suspiro alto o suficiente pra eles ouvirem, reviro os olhos com diversão mal disfarçada e beijo a bochecha dele. - Devagar, em algum momento você vai me ter montando você até fazer as montanhas tremerem, eu te prometo isso, mas nem os seus pais começaram o relacionamento deles indo direto pra cama, na verdade seu pai mal tocava na sua mãe no início com medo dela jogar coisas nele de novo. — Azriel luta pra conter uma risada e Tamlin fica surpreso com essa informação. - Eu ainda não acredito que ela jogou os sapatos na cabeça dele, a Feyre realmente é a única que se iguala ao temperamento dele. -Minha mãe jogou os sapatos dela na cabeça do meu pai? — Ele pergunta sem acreditar. Eu sorrio e digo segurando o riso. - Ela jogou o primeiro por raiva, o segundo foi porque ele duvidou da capacidade dela de ser maluca.