Diretora da Tokyo manji

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Capítulo 01

Sinto minhas costas baterem na porta, mas não sinto dor, meus sentidos estão focados em algo mais importante.

A porta é aberta e eu sou empurrada para dentro e então a mesma é fechada com uma batida forte. Assim que entramos, me apresso a retirar a camisa do homem, o puxando em seguida pelos cabelos para mais um beijo ardente.

Ele me empurra na cama e eu solto um gritinho manhoso.

O homem dá um sorriso travesso e sobe em cima de mim.

Ele segura a barra do meu vestido e o puxa para cima, na intenção de retirá-lo, e eu o dou passagem para fazê-lo, me suspendendo um pouco da cama para que o vestido possa ser retirado.

Fico só de calsinha e sutiã. Me sinto a mulher mais desejável do mundo com o olhar desnorteado que o homem me dá.

— Vai ficar só olhando ou vai fazer alguma coisa? — o provoco

Ele sorri divertido.

— Parece que alguém está desesperada. — devolve a provocação

— Eu? Que estranho. Eu bem me lembro de ser puxada de uma sala cheia de membros da gangue, por você. Se tem alguém desesperado aqui, esse não sou eu, meu querido.

Ele dá uma risada.

— Culpe a si mesma por me provocar com esse vestido curto e colado. Fiquei excitado, então você tinha que tomar responsabilidade disso.

Dou um sorrisinho, seguro seu rosto e o puxo pra perto, colocando-o a centímetros de distância do meu.

— Você que é um pervertido sem escrúpulos, Mikey. Somente usei aquele vestido porque gosto de como meu corpo fica nele, em nenhum momento minha intenção era te provocar. — aperto o cabelo dele e ele solta um gemido rouco. Inverto a nossa posição, ficando por cima — Até por que...— desço minha mão direita até seu membro — ...eu não preciso te provocar pra que você fique excitado... — aperto seu membro e ele grunhi irritado e segura minha mão.

— Você vai me pagar por essa audácia, Canária. Já te falei que não gosto quando me provoca assim.

Ele muda nossa posição novamente e segura minhas mãos acima da minha cabeça.

— Espero que esteja pronta pras consequências.

— Não me decepcione, comandante. — o provoco mais uma vez, antes de sentí-lo me calar com um beijo intenso.

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Acordo com meu corpo quebrado, me sinto acabada. Nem uma senhora de 70 anos deve estar sentindo o corpo tão acabado como eu estou agora.

— Mikey desgraçado, ele nunca sabe se controlar. — xingo baixinho. O loiro se remexe do meu lado e então abre os olhos.

— Falando de mim? — sorri de lado, achando graça da minha cara de dor.

— Você, seu pervertido de merda, quase me fez desmaiar essa noite. Falei pra não exagerar porque hoje eu teria dificuldades pra trabalhar.

— Tá reclamando por que? Você não parecia ter nenhuma objeção essa noite quando me implorava por mais. "~Aaan Mikey, mais por favor, oowh Mikey, Mikey, Mikeeeey~" — o loiro afina a voz e começa a gemer como ele diz que eu fiz.

Sinto meu rosto ficar vermelho de raiva.

— Eu não lembro de ter falado nada disso. — viro o rosto pro outro lado, me sentindo irritada

— Ah, mas você disse, e eu lembro bem de cada coisinha que você falou quando estava inundada pelo prazer. Quer que eu repita?

— Quero porra nenhuma não, só quero que tire esse sorriso irritante do rosto.

Nossa História - Souya Kawata (Angry)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora