Uma vampira na Cidade - Parte 3

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Uma Vampira na cidade – parte 3 – por Stefany Albuquerque

Já é de manhã e Dri continua a dormir. Saio sem que ele perceba e vou até o chuveiro. O lobisomem continuava no chão, completamente nu.

— Está admirando o que, exatamente?

Levo um susto, era o Dri.

— Nada... Eu... Só vim tomar um banho, apenas isso, e ele estava no chão.

— Humm... Sei, mas vai tomar banho sozinha?

— Achei que estivesse dormindo.

— Sim, mas eu não estou.

— Ok! Podemos resolver isso depois. Temos que dar um jeito nesse lobisomem. Está impregnando o banheiro todo.

— Mas... Já é de manhã, não podemos sair.

— Nós não, mas eu tenho alguém que pode.

Saio do banheiro em direção à sala, pego meu celular, mas antes de ligar, Dri pergunta:

— Vai chamar a quem?

— Alguém que você conhece muito bem.

Dri fica pensativo. Pego o telefone e faço a ligação:

— Oi, querido, saudades. Preciso de um favor seu e tem que ser agora!

Dri fica olhando para mim.

— Sabe onde estou.

Desligo o celular, ele me olha pensativo e argumenta:

— Ainda não sei quem é.

— Então vai descobrir logo. Vamos! Tenho que me arrumar.

Entramos no banho. Dri nunca foi muito bom em se controlar, seus toques, suas carícias estavam nos levando a uma segunda rodada.

— Dri... Assim não vou querer sair daqui.

— E quem disse que é para você sair?

Ele me aperta forte, junto ao seu corpo.

— Dri, vamos ter visita e você...

— Tudo bem.

Ele sai do chuveiro, me olha e arremessa uma toalha com força.

— Quanta delicadeza.

— Quer mais, querida?

— Não! Não.

Começo a rir.

— Está rindo de quê?

— Nada! Só desse seu jeito de criança mimada quando não ganha o que quer.

Ele me olha com fúria e fala bem seco:

— Então se arrume, vou pegar algo para beber.

E sai em direção à cozinha. Saio rapidamente do banheiro e vou até o quarto me arrumar. Neste momento, alguém bate à porta.

— Atenda pra mim, querido.

— Pode deixar.

Termino de fechar o zíper do meu vestido e ouço um barulho de vaso quebrando. Corro até a sala.

— O que vocês estão fazendo?

Eles olham assustados para mim. Os dois se largam e começam a se ajeitar.

— Olá, Morticia! Há quanto tempo!

— Olá, Henrique, vejo que está muito bem, já está se pegando com o Dri.

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