A classe 1-A são crianças na creche!
- Com os professores Eraser e Mic
- Algumas coisas dentro do canon
- Sem ships
Qualquer aviso necessário vai estar no começo do capítulo
Minha primeira fic. Escrita confusa e mal estruturada
Arte da capa feita po...
Hoje Tsuyu chegou na sala animada com uma foto nas mãos.
- Gente! Eu tenho um irmão! Ela balança a foto no alto.
Uraraka pula, tentando alcançar a foto. - Deixar eu ver! Deixa eu ver! - Cuidado com a foto.
Ela entrega a foto para Ochaco, que tem suas costas cercadas por outros colegas se amontoado para ver também.
- Que bonitinho! Exclama Mina com as mãos nas bochechas.
- Qual o nome dele? Pergunta Midoriya.
- Era... - ela para um momento para pensar - É Samidare!
Após alguns momentos ela pega a foto de volta e vai em direção a Yamada. - Sensei, sabia que agora eu tenho um irmãozinho? - É mesmo? Isso é uma foto dele?
Ela entrega o papel ao homem. Era a fotografia de um bebê pequeno, ainda com os olhos fechados e o rosto avermelhado, enrolado em um cobertor nos braços de alguém, provavelmente sua mãe.
- Ele chora muito. O loiro riu. - É uma das poucas coisas que bebês sabem fazer. - Ele devolve o papel. - Tá pronta pra ser uma irmã mais velha?
Ela o olha confusa. - Eu já sou, ué.
- Digo, fazer o que irmãos mais velhos fazem, entendeu? - Entendi. Ela não entendeu, então teve que se basear em outras fontes.
*
Tsuyu vai em direção a Iida. - Iida, você tem um irmão, né?
O garoto parece se animar com a pergunta. - Sim! E ele é o herói Ingenium! Ele é o melhor da sua equipe!
Tsuyu se senta junto de Iida. - Eu queria saber como que um irmão mais velho trata o mais novo, kero.
Ele parece perder um pouco do entusiasmo. - Ah, bem, meu irmão é muito mais velho, então às vezes ele me traz pra escola e me leva pra passear. Tipo um pai, mas ele é só meu irmão mesmo.
Ela para para pensar. - Hmm, é, eu ainda vou demorar pra ser adulta. Eu queria saber como ser uma irmã.
- Olha, o Todoroki é o mais novo, mas ele tem três irmãos. Pergunta pra ele.
Ela se levanta. - Boa ideia. Obrigada. E vai em direção de Todoroki.
Todoroki estava falando em um telefone flip de brinquedo. Momo estava a alguns passos de distância com outro telefone.
- Todo- - Shh, eu to no telefone. - Ah, desculpa.
Ele se vira para Momo. - Posso desligar? Ela bufa e revira os olhos. - Tá bom, pode.
Ele fecha o telefone. - O que foi Asui? - Você tem irmãos, né? - Tenho sim.
Ele vai em direção ao mural que contém os desenhos das famílias de todos e aponta para o seu. - Ali, oh.
Os nomes estavam escritos ao lado de cada um. - Todoroki, eu não sei ler, quais são os nomes?
Ele vai pela ordem do desenho. - Esse é o Natsuo, ele é o mais novo depois de mim. - ele muda de figura. - Essa é minha mãe. - ele muda novamente - Esse é o mais velho, Touya, mas ele tá desaparecido. E essa-
- Espera, calma aí. - Ela o interrompe. - Desaparecido?
A conversa chama a atenção de Aizawa, que passa a escutar silenciosamente. Ele sabia muito bem o que aconteceu com Touya, afinal foi transmitido na TV, e está curioso para ver o ponto de vista de Shoto.
- É quando não sabem onde a pessoa está. Ele responde com um tom monótono. - Eu entendi. Mas... seu irmão sumiu?
Ele se apoia, sem expressão, na parede. - É, foi um pouco depois de eu me machucar. Shoto aponto para seu curativo no olho direito.
Tsuyu pende a cabeça para o lado. - E quando ele volta?
Todoroki da de ombros. - Meu pai só disse que estavam procurando por ele, então não sei.
A garota parecia confusa, afinal era um conceito muito abstrato, e, sabendo o que Aizawa sabe, estava claro que Todoroki não tinha a menor noção do que tinha acontecido com seu irmão.
- Bem, e essa é a Fuyumi - o garoto volta a apontar para o desenho - ela é a segunda mais velha, e cozinha bem. - Sua irmã cozinha pra você!? Tsuyu pareceu admirada.
- Sim, ela cozinha tão bem quanto minha mãe. - Legal. Deve ser uma coisa de irmã mais velha. Vou ter que aprender a cozinhar então.
*
Fazia sentido não contarem o que aconteceu com Touya para Shoto. Afinal, o garoto foi queimado vivo pelas próprias chamas no pé de uma montanha.
De certa maneira ele estava desaparecido. Já que o fogo foi tão intenso que deve ter queimado até os ossos do garoto, e a polícia estava tendo dificuldade em achar restos corpóreos.
Aizawa só não conseguia tirar da cabeça que, provavelmente, haveria um funeral de caxão fechado. E alguém teria que explicar para o pequeno o motivo de seu irmão nunca voltar para casa...
*
Mic e as crianças
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Só pra lembrar que em Julho estarei postando com menos frequência.