13 Momentos

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Boa noite, como estamos? Espero que estejam bem.

Gostaria de deixar claro que haverão momentos de violência e agressão, se não se sentirem confortáveis é só não ler essas partes, já aviso que no primeiro pov haverá esse tipo de cena, desde já peço desculpas.

Tirando essa primeira parte, o capítulo da gostosinho.

Desculpa a demora, o wattpad apagou todo o capítulo e o esboço não estava igual.

E nem acho que esteja tão bom quanto o original, mas tudo bem.

Hannibal

Anteriormente

- Senhor, usamos os cachorros e nada de encontrar ela. – Um dos seguranças falou.

- Que incompetência é essa? Ela está machucada, como ela consegue ser mais esperta e mais rápida do que vocês? Se vocês não a acharem. - Aponto diretamente para ele. - Voce é um homem morto. – Jogo a caneca de café quente em cima do idiota.  – Sai daqui agora. – Grito a todos os pulmões.

- O que eu vou fazer agora? – Caminho de um lado para o outro. – 002 pertence a mim e eu queimarei o mundo para te-la de volta. – Aperto a caneta tinteiro na minha mão, até que sinto o sangue jorrar entre meus dedos. – Droga. – Esbravejo enquanto olho minha mão toda ensanguentada.

O telefone da sala toca sem parar e eu estou no canto só o ouvindo, ouço batidas na porta. – Senhor desculpa é que o chefe está ligando e quer falar com você agora. – A olho com ódio. – Desculpa senhor, eu não quis... – Fala nervosamente. - Devo dizer que não está? – Hanna abaixa o cabeça.

- Deveria ter dito isso antes e não agora, só tem incompetente nessa porra. – Grito mais uma vez. – Sai daqui sua inútil. – Ela sai desesperada da minha sala.

Atendo o telefone logo que ela passa, tento manter o tom normal, - Ele não pode descobrir que 002 sumiu. – Boa noite senhor. – Falo calmante. – Aqui está tudo ótimo, sim. – Escuto e respondo, quando necessário. – Amanhã mandarei um relatório, com tudo explicado minuciosamente. – Continuo mantendo o teor da conversa ameno. – Pode deixar senhor. – Dou um sorriso amarelo. – Próximo mês? – Fico aflito, entretanto ele não percebe. – Não, isso é ótimo. – Reviro os olhos. – Tudo bem , até mais então. – Finalizo a ligação.

- Que inferno. – Pego o taco de golf que tem em uma prateleira da sala e começo a quebrar tudo que vejo pela frente. – Esse velho babaca acha que é alguém. - Rodo com o taco pela sala. - Isso tudo é meu. – Continuo quebrando tudo que aparece pela frente. - Onde já se viu acha que manda em algo aqui. - Minha frustração me domina– O próximo infeliz que me incomodar já era. – Falo sem ar.

Escuto batidas na porta. - Só pode ser brincadeira. - Dou um sorriso de leve, que ela não percebe. – Senhor desculpa eu não quero incomoda-lo, mas estou de saída precisa de algo? – Hanna questiona. Estou tremendo de puro ódio. – O senhor está bem? – Pergunta, me olhando desconfiada.

Dou um sorriso para ela, dessa vez amplo. Antes que ela fale algo eu acerto sua cabeça como se fosse uma bola de golf. A porrada foi tão forte que vejo sangue espirrar pelas paredes e seu corpo cai inerte no chão. – Que sensação maravilhosa. – Dou uma gargalhada alta. Continuou batendo forte em sua cabeça com o taco. – Mulher fraca, na primeira tacada ela cai, não teve gritos e nem surtos, um simples nada. – Começo a chutar seu corpo. – Inútil mesmo não serve nem para dar entretenimento. - Percebo que tem sangue em meus dedos e acabo por chupa-los. – Que saboroso. – Jogo o taco em cima dela e saiu caminhando a passos largos pelo complexo, levando atrás de mim um rastro de sangue. – Grito para o primeiro homem  que vejo pela frente. – Quero minha sala tinindo até às 8 horas da manhã, e mande encontrar uma secretaria nova. - Falo saindo sem esperar por sua resposta.

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