amor livre

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GISELE POINT OF VIEW
Teto: Caralho, Gisele,-ele diz, ofegante, se jogando ao meu lado na cama- cê me destruiu.
Eu: Ei.-resmungo, envergonhada, lhe dando uma cutucada de leve, o fazendo rir e me puxando para seu peito- Tu também não sabe brincar, tá? Olha minha bunda, tá toda marcada.
Teto: Ah, é?-ele pergunta, me olhando, sorrindo travesso- Na hora bem que tu gostou.
Eu: Mas que idiota!-exclamo, sentindo minhas bochechas corarem a medida que ele ria e me abraçava ainda mais, beijando o topo da minha cabeça. E, assim, nosso silêncio confortável se instaura no quarto, enquanto apenas sentia nossos corpos seminus colados, era tão gostoso sentir ele. Eu estava exausta, sentia aos poucos os efeitos dos tapas e socadas violentas que há minutos atrás implorava por mais, caralho, como fode bem.
Teto: Tá com fome?-ele pergunta e eu balanço a cabeça, concordando.
Eu: Faminta.
Teto: Vou pedir um japa pra gente e tomar um banho.-ele fala, pegando o celular do criado mudo e, me olhando por cima do aparelho, corrige- Nós vamos tomar um banho.
Eu: Vamos, mas posso bolar um antes?-pergunto, encarando o kit com a verdinha dando bobeira ao lado da cama, e ele confirma com a cabeça, abrindo um sorriso de orelha a orelha.
Teto: Doeu?-ele pergunta e eu o encaro, confusa, puxando o lençol para me cobrir e pegar o kit- Quando caiu do céu?
Eu: Bobo.-brinco, puxando uma seda entre os dedos e a preenchendo.
Teto: Pronto.-ele anuncia, colocando o celular onde estava e me estendendo o isqueiro.
Eu: Aqui também.-falo, passando a língua pela ponta da seda e a fechando.
Teto: Cê fica uma delícia quando tá concentrada bolando, sabia?-ele diz e eu reviro os olhos, sorrindo-Vem, vamo fumar no banho.
Eu: Você que manda.-digo, acendendo o beck e o seguindo até o banheiro da suíte.
Teto: Não fala assim que eu...-ele fala, me puxando para um beijo com um sorriso safado nos lábios.
Eu: Tarado.-respondo, o empurrando de leve e dando uma tragada no beck.
Teto: Por você.-ele brinca, dando uma piscadinha. Passo o baseado e me viro de costas para ele, indicando que me ajudasse a tirar meu sutiã. Facilmente ele abre o fecho e se aproxima para depositar uma trilha de beijos  em meu ombro, me fazendo relaxar- Gostosa.
Eu: Não fala assim que eu...-brinco, me virando para beija-lo e fumar mais um pouco antes de nos despirmos e entrarmos no chuveiro. Ficamos abraçadinhos um pouco apenas sentindo a água cair sobre nós, ele afasta os cabelos do meu rosto e coloca atrás da orelha, me olhando como se quisesse decorar cada traço do meu rosto, devo ter ficado vermelha ou algo assim, mas era tão confortável estar com ele, só sabia admira-lo.
Teto: Acho que tô amarradão em você.-ele fala, meio envergonhado, o que era estranho, ja que ele estava sempre brincando e descontraído, mas era sério, e ele parecia nervoso com isso.
Eu: Tu acha?-pergunto, desconfiada, mas relaxando a expressão, em seguida, ficando na ponta dos pés para dar um selinho demorado em seus lábios- Eu tenho quase certeza.
Teto: Quase?-ele repete, pegando o shampoo e despejando sobre minha cabeça para massagear meus cabelos, o que me faz rir.
Eu: To curtindo a gente demais.-admito, jogando a cabeça para trás para ajudá-lo a tirar a espuma do meu cabelo, o que ele aproveita para se aproximar do meu pescoço a mostra e traçar um caminho de beijos até minha boca.
Teto: Também to, marrentinha.-ele murmura, entre um beijo e outro. Sinto meu coração bater forte em meu peito, como não sentia há tempos. Tudo estava rolando rápido, mas parecia tão verdadeiro e genuíno, era até maluquice pensar que até uma semana atrás eu não conseguia nem cogitar a ideia de me apaixonar de novo. Não costumava pensar muito no meu término desde que eu decidi que não sofreria mais por isso, mas era um tópico sensível para mim, já que realmente achava que nunca aconteceria- O que tá pensando, gatinha?
Eu: Nada demais.-digo, dando meia volta enquanto ele deslizava o sabonete carinhosamente em meus ombros e costas- É meio doido estar vivendo tudo isso.
Teto: Como assim?-ele pergunta, com um tom um pouco mais apreensivo- Comigo? Você quer dizer?
Eu: Não, não!-nego, de prontidão. Claro que o fato de ele ser literalmente um dos cantores mais famosos do Brasil -e um dos meus favoritos- deixava a situação ainda mais surreal, mas o ponto estava longe de ser esse- Lembra do que conversamos na praia? Sobre minha mudança?
Teto: Que seus pais tinham te escondido isso por mó cota?-ele pergunta, me vendo virar e pegar o sabonete de suas mãos, o deslizando pelo seu peitoral.
Eu: Isso, lembra que eu disse que eles esconderam porque achavam melhor depois de umas paradas que rolaram comigo?-ele balança a cabeça, confirmando, e me ouvindo atentamente-Eu tinha terminado um relacionamento, recentemente.
Teto: Ah, saquei.-ele fala, fazendo uma expressão indecifrável. Droga, com certeza o momento errado para falar disso- Eai?
Eu: Ah, nada, depois a gente fala dis..
Teto: Não, eu quero saber.-ele diz, firme, e em comprimo os lábios, sem saber o que dizer- Vamos terminar aqui e conversamos, belê?
Eu: Beleza.-respondo e ele abre um sorriso, me beijando, o que me alivia, e acho que a ideia dele era essa, tão rápido e ele já me conhecia tão bem... gosto disso, mas me dá medo também.
Teto: Vem cá, como que passa condicionador em cabelo de mulher?-ele fala, quebrando o clima tenso, pegando o pote de condicionador das minhas mãos-Eu nem uso isso aqui.
Eu: Não passa na raiz, daqui pra baixo.-explico, me virando de costas e indicando o comprimento do cabelo para ele passar o produto.
Teto: Assim?-ele pergunta, deslizando o creme por toda a extensão do meu cabelo.
Eu: Aham, muito be...-concordo, elogiando, mas o engraçadinho não perde a oportunidade de enrolar meu cabelo na mão e puxar de leve, grudando minhas costas em seu tronco.
Teto: Assim?-ele repete, pertinho do meu ouvido.
Eu: A-aham..-repito também, um pouco mais fraca sentindo sua mão livre deslizar com facilidade pelo meu corpo molhado. Chegando em meu quadril, ele me segura com firmeza, grudando ainda mais minha bunda do seu pau, que já dava sinais de vida. Fecho meus olhos, sentindo minha pulsação correr pelo meu corpo, faço questão de empinar a bunda, roçando em Teto para dar sinais do que eu queria.
Teto: Safada.-ele murmura, me prensando contra a parede, empinando ainda mais minha bunda para acessar minha buceta com os dedos, deslizando suavemente na minha entrada, me enlouquecendo- De quem é essa buceta?
Eu: Ah..-deixo escapar um gemido, o fazendo enfiar dois dedos rapidamente, mas apenas uma vez, ele estava brincando comigo e eu estava gostando muito.
Teto: Me diz, de quem é essa buceta, Gisele?-ele repete, com os dedos apenas passeando pela minha buceta, me provocando ao ameaçar penetrar, mas não fazendo nada.
Eu: S-sua..-junto forças para responder em um fio.
Teto: Isso.-ele diz, finalmente enfiando seus dois dedos em mim, em movimentos lentos de vai e vem- Essa buceta é minha e você vai ser também.

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⏰ Última atualização: Sep 02, 2024 ⏰

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FLOW ESPACIAL (Teto,30praum)Onde histórias criam vida. Descubra agora