— Mas isso ainda não explica o "yeyu" — comentou Lauren, intrigada.
— Bem, o "yeyu" veio depois que perguntei um pouco sobre a família Zor'El — respondeu Emma, dando de ombros.
— Entendi. — Lauren desviou o olhar para as duas mulheres abraçadas à frente. — Parece que a Lena venceu a discussão.
Emma riu.
— Nem estou surpresa. yeyu pode ser a alfa mais poderosa que existe, mas, quando se trata da mãe, ela é a mais fraca de todas. — Emma gargalhou. — Vamos até elas! — disse, segurando a mão de Lauren e arrastando-a em direção às mães.
— yeyu! Mamãe! — Emma cumprimentou as duas, que logo olharam para as meninas.
— Ora, vejam só! Se não são as minhas filhotas! — exclamou Kara, sorrindo e deixando um beijo na testa de cada uma.
Lena fez o mesmo, distribuindo beijos nas bochechas das duas, enquanto Emma ria e Lauren ficava levemente envergonhada.
— Então, sobre o que vocês estavam falando? — perguntou Lauren, tentando quebrar o clima.
Kara suspirou dramaticamente e cruzou os braços.
— Bom, vocês sabem que os rebeldes irão conosco para o palácio, certo? — perguntou, vendo as meninas assentirem. — Eu queria levá-los a pé, mas a Lena insiste em levá-los de carruagem! — Kara fez um bico exagerado.
— Ah, por favor! — Lena rebateu, rolando os olhos.
Antes que as duas voltassem à discussão, uma voz veio de trás de Emma e Lauren, fazendo-as pular de susto.
— Ah... Posso dar minha opinião? — disse Ariel, sorrindo.
— Ahh, Ariel! Não nos assuste assim! — exclamou Lauren, recuperando o fôlego antes de pegar a irmãzinha nos braços. — Você está melhor?
Emma, sorrindo, deixou um beijo na testa de Ariel.
— Sim! Meu corpo já não dói mais — respondeu Ariel.
Enquanto isso, Kara e Lena trocavam olhares preocupados. Ariel percebeu a tensão entre suas mães e temeu que começassem a brigar.
— Mamãe... Ieiu... — chamou com uma voz trêmula, como se fosse chorar.
Imediatamente, Kara e Lena se viraram para ela, com expressões alarmadas. Kara tomou Ariel dos braços de Lauren, que riu da rapidez com que a pequena dominava as duas mulheres.
— Que saudade eu estava de você, minha pequena! — disse Kara, apertando Ariel em um abraço caloroso e deixando beijos em sua cabeça.
— Ieiu! Eu também! — respondeu Ariel, animada, abraçando Kara com força.
Lena fingiu limpar uma lágrima, teatralmente.
— E pensar que fui esquecida... Minha pequena vai me abandonar! Isso parte meu pobre coração.
Ao ouvir isso, Ariel agitou-se nos braços de Kara, tentando alcançar Lena. Kara a colocou no chão, e a menina correu para abraçar as pernas de Lena.
— Mamãe! Eu nunca abandonaria você! Mamãe! — exclamou Ariel, levantando os bracinhos.
Lena a pegou no colo, sorrindo.
— Eu sei, meu amor. — Deixou vários beijos na bochecha de Ariel, que gargalhava alto.
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**Em Luthor-Corp**
Lionel estava em seu escritório, revisando alguns documentos, quando um guarda entrou abruptamente, sem bater na porta.
— MEU REI! NOTÍCIAS URGENTES! — gritou o homem, visivelmente agitado.
Lionel levantou-se da cadeira, assustado e irritado com a invasão repentina.
— Espero que seja realmente urgente, ou sua cabeça será colocada em uma lança. Fale logo! — ordenou, sentando-se novamente.
O guarda ajoelhou-se rapidamente, percebendo seu erro.
— Senhor, uma declaração de guerra chegou até nós! — informou o guarda, mantendo a cabeça baixa.
Lionel o encarou com uma mistura de incredulidade e raiva.
— Guerra? Quem foi estúpido o suficiente para me declarar guerra? — rugiu, sua voz carregada de irritação.
— Ainda estão traduzindo a carta, pois foi escrita em runas druidas — explicou o guarda, hesitante. — Mas já identificaram dois reinos envolvidos.
Lionel estreitou os olhos.
— Diga quais são.
— O reino dos anões e o reino dos elfos, meu senhor.
O rosto de Lionel ficou vermelho de raiva.
— AQUELES INGRATOS! — gritou, batendo na mesa. — Eu os ajudei a construir seus reinos! Dei comida, roupas, um lugar para morar, e é assim que me agradecem?
Ele respirou fundo antes de continuar:
— Chame todos os nossos guardas de volta. Quero um relatório completo sobre a quantidade de guerreiros que eles têm. Vá! — ordenou.
O guarda levantou-se apressado e saiu rapidamente. Lionel recostou-se na cadeira, passando a mão pelo rosto. Seus olhos caíram sobre a aliança em seu dedo, e ele murmurou para si mesmo:
— Quando você vai voltar, minha rainha?
Seus olhos ficaram fixos no anel enquanto seu coração se enchia de pesar.
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eu sou sua rainha
Romancenunca quis ter o sangue que eu tenho, mas agora até que vale a pena , vale a pena por ela g!p karlena Abo_&
