capítulo 35

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— Mas isso ainda não explica o "yeyu" — comentou Lauren, intrigada. 

— Bem, o "yeyu" veio depois que perguntei um pouco sobre a família Zor'El — respondeu Emma, dando de ombros. 

— Entendi. — Lauren desviou o olhar para as duas mulheres abraçadas à frente. — Parece que a Lena venceu a discussão. 

Emma riu. 
— Nem estou surpresa. yeyu pode ser a alfa mais poderosa que existe, mas, quando se trata da mãe, ela é a mais fraca de todas. — Emma gargalhou. — Vamos até elas! — disse, segurando a mão de Lauren e arrastando-a em direção às mães. 

— yeyu! Mamãe! — Emma cumprimentou as duas, que logo olharam para as meninas. 

— Ora, vejam só! Se não são as minhas filhotas! — exclamou Kara, sorrindo e deixando um beijo na testa de cada uma. 

Lena fez o mesmo, distribuindo beijos nas bochechas das duas, enquanto Emma ria e Lauren ficava levemente envergonhada. 

— Então, sobre o que vocês estavam falando? — perguntou Lauren, tentando quebrar o clima. 

Kara suspirou dramaticamente e cruzou os braços. 
— Bom, vocês sabem que os rebeldes irão conosco para o palácio, certo? — perguntou, vendo as meninas assentirem. — Eu queria levá-los a pé, mas a Lena insiste em levá-los de carruagem! — Kara fez um bico exagerado. 

— Ah, por favor! — Lena rebateu, rolando os olhos. 

Antes que as duas voltassem à discussão, uma voz veio de trás de Emma e Lauren, fazendo-as pular de susto. 

— Ah... Posso dar minha opinião? — disse Ariel, sorrindo. 

— Ahh, Ariel! Não nos assuste assim! — exclamou Lauren, recuperando o fôlego antes de pegar a irmãzinha nos braços. — Você está melhor? 

Emma, sorrindo, deixou um beijo na testa de Ariel. 
— Sim! Meu corpo já não dói mais — respondeu Ariel. 

Enquanto isso, Kara e Lena trocavam olhares preocupados. Ariel percebeu a tensão entre suas mães e temeu que começassem a brigar. 

— Mamãe... Ieiu... — chamou com uma voz trêmula, como se fosse chorar. 

Imediatamente, Kara e Lena se viraram para ela, com expressões alarmadas. Kara tomou Ariel dos braços de Lauren, que riu da rapidez com que a pequena dominava as duas mulheres. 

— Que saudade eu estava de você, minha pequena! — disse Kara, apertando Ariel em um abraço caloroso e deixando beijos em sua cabeça. 

— Ieiu! Eu também! — respondeu Ariel, animada, abraçando Kara com força. 

Lena fingiu limpar uma lágrima, teatralmente. 
— E pensar que fui esquecida... Minha pequena vai me abandonar! Isso parte meu pobre coração. 

Ao ouvir isso, Ariel agitou-se nos braços de Kara, tentando alcançar Lena. Kara a colocou no chão, e a menina correu para abraçar as pernas de Lena. 

— Mamãe! Eu nunca abandonaria você! Mamãe! — exclamou Ariel, levantando os bracinhos. 

Lena a pegou no colo, sorrindo. 
— Eu sei, meu amor. — Deixou vários beijos na bochecha de Ariel, que gargalhava alto. 

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**Em Luthor-Corp** 

Lionel estava em seu escritório, revisando alguns documentos, quando um guarda entrou abruptamente, sem bater na porta. 

— MEU REI! NOTÍCIAS URGENTES! — gritou o homem, visivelmente agitado. 

Lionel levantou-se da cadeira, assustado e irritado com a invasão repentina. 
— Espero que seja realmente urgente, ou sua cabeça será colocada em uma lança. Fale logo! — ordenou, sentando-se novamente. 

O guarda ajoelhou-se rapidamente, percebendo seu erro. 
— Senhor, uma declaração de guerra chegou até nós! — informou o guarda, mantendo a cabeça baixa. 

Lionel o encarou com uma mistura de incredulidade e raiva. 
— Guerra? Quem foi estúpido o suficiente para me declarar guerra? — rugiu, sua voz carregada de irritação. 

— Ainda estão traduzindo a carta, pois foi escrita em runas druidas — explicou o guarda, hesitante. — Mas já identificaram dois reinos envolvidos. 

Lionel estreitou os olhos. 
— Diga quais são. 

— O reino dos anões e o reino dos elfos, meu senhor. 

O rosto de Lionel ficou vermelho de raiva. 
— AQUELES INGRATOS! — gritou, batendo na mesa. — Eu os ajudei a construir seus reinos! Dei comida, roupas, um lugar para morar, e é assim que me agradecem? 

Ele respirou fundo antes de continuar: 
— Chame todos os nossos guardas de volta. Quero um relatório completo sobre a quantidade de guerreiros que eles têm. Vá! — ordenou. 

O guarda levantou-se apressado e saiu rapidamente. Lionel recostou-se na cadeira, passando a mão pelo rosto. Seus olhos caíram sobre a aliança em seu dedo, e ele murmurou para si mesmo: 
— Quando você vai voltar, minha rainha? 

Seus olhos ficaram fixos no anel enquanto seu coração se enchia de pesar. 

eu sou sua rainha Histórias para pegar e não largar. Descubra agora