13. I don't love him...

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Capítulo 13
"Eu não amo ele"

 ◍⃪֙߭𑂳͜͡𖦹𑂴۫〬͜⤹Josh Beauchamp Pov•ֹི༷ꤩꤩٝ〬໑

O silêncio no quarto, a claridade vindo da janela, a brisa suave que percorria pelo quarto só me fazia querer ficar horas deitado. Eu me viro lentamente, a procura de Any e lá está ela. Ela está dormindo com o cabelo dela espalhado pelo travesseiro e uma mecha cobrindo parte do rosto. Sua respiração é leve e suave como se estivesse nas nuvens, e eu fico ali, parado por um instante, a observando.

Seus lábios sorridentes, como se estivesse em um sonho tranquilo. Eu respiro fundo, tentando aproveitar a sensação de paz que ela traz. Ela se mexe ligeiramente soltando um suspiro tranquilo, e é como se o tempo desacelerasse ao nosso redor.

Mais um dia começa, e o choque de realidade toma conta do meu corpo me fazendo levantar vagarosamente a fim de não acordá-la. Saio do quarto em silêncio e com direto para o meu que fica ao lado. Vou a procura do meu celular que felizmente se encontra no carregador.

Confiro que se não há mais nenhuma ligação da minha mãe e por sorte não tinha ligação de ninguém. Sem enrolação fui me arrumar, porque pelo horário eu deveria estar acordado faz tempo.

Eu fui me arrumar com a cabeça fora de si, na minha mente só vinham flashes do que aconteceu ontem a noite. E se a luz não tivesse faltado? Será que realmente íamos nos beijar? Esses são os questionamentos que percocorreram ela minha cabeça enquanto eu tentava me arrumar.

Inconsequentemente, não acho que mereço amá-la e nem o amor dela, anos se passaram e a culpa ainda percorria pelo meu corpo. Com a volta de Débora, seria e é torturante reviver aquele passado, ele voltou justamente agora. Se ela foi capaz de ter tido feito o que fez no passado quando mais nova, imagina agora?

Não quero que Any passe por aquele desgosto de novo. Minha vontade de amá-la é grande mas a de protegê-la é maior ainda. Eu refletia seriamente sobre isso mas voltei a consciência quando ouvi batidas na porta do quarto. Não movi nem sequer um músculo, continue olhando a paisagem pela varanda.

Pode entrar. –Digo.

Bom dia. –Ouço sua voz se aproximar aos poucos.

Bom dia. –Me viro em sua direção vendo que a mesma está pronta.- Vamos? Antes de irmos voltarmos para a casa dos meus avós, vamos passar em uma cafeteria que fica aqui perto para tomarmos café da manhã.

Ui vamos por favor, só de pensar em comida minha barriga se anima. –Rio do seu humor duvidoso e fecho as portas da varanda.

Só foi eu falar em comida que ela começou a me apressar para sair de casa, ela estava praticamente me expulsando da minha própria casa. No caminho ela foi tagarelando no meu ouvido e quando cansava mexia no carro.

Chegamos esfomeada. –Aviso e em um piscar de olhos ela estava fora do carro, nem esperou eu desligar o caro direito.– Parece que você está uma semana sem comer. –Brinco saindo do carro.

Dá um desconto vai. É que eu acordo com muito fome quando bebo de barriga vazia antes de dormir.

Tá bom, vamos antes que você desmaiei de fome. –Puxo ela para dentro do estabelecimento.

Josh quanto tempo. Vejo que está acompanhado de uma bela moça hoje. –Tom, o dono do lugar chega sorridente. Ele já é um idoso muito simpático que sempre está sorrindo.

Vim matar a saudade, seu café é inesquecível –Sorrio.– Essa é Any Gabrielly, minha namorada.

Minha nossa, você fica um tempo sem aparecer e quando volta, volta namorando uma linda mulher? Muito prazer sou Tom Duck, dono da cafeteria.

The Contract-'BeauanyHistórias para pegar e não largar. Descubra agora