Jenna Ortega, dona de uma máfia temida por sua frieza e crueldade, vê sua próxima dívida ligada a Emma Myers, uma garota trabalhadora que luta para oferecer uma vida melhor para si e para seu pai. No entanto, sua vida vira de cabeça para baixo quand...
Emma ainda sentia as bochechas quentes enquanto caminhava de volta para a sala com Kylie. Cada passo parecia ecoar mais alto do que o normal, como se seus pensamentos amplificassem o som. A presença de Jenna ainda pairava sobre ela, como uma sombra que teimava em não se dissipar.
Ao chegar à sala, Malia foi a primeira a notar o desconforto em seu rosto.
— Emma, você está bem? Parece meio... esquisita. — Malia inclinou a cabeça, analisando-a com curiosidade.
Emma balançou a cabeça rapidamente, forçando um sorriso.
— Claro que estou bem. Só... peguei vinho demais.
Ela colocou as garrafas na mesa, tentando ignorar o olhar prolongado de Malia. Divina, no entanto, percebeu a tensão no ar e decidiu quebrar o clima.
— Finalmente! Achei que vocês tinham se perdido no caminho. — Ela riu, puxando uma das garrafas.
— Ou que estavam ocupadas com outra coisa... — Joy provocou, levantando as sobrancelhas de maneira sugestiva.
Emma lançou um olhar mortal para Joy, enquanto Kylie apenas ria ao fundo. Jenna entrou logo depois, como se nada tivesse acontecido, e se juntou ao grupo.
— Qual é o próximo jogo? — Jenna perguntou, com sua voz casual, mas os olhos brilhando com algo que só Emma parecia perceber
___
A tarde continuou com as risadas e brincadeiras de sempre, mas Emma sabia que o tempo de descontração estava acabando. Assim que Malia se aproximou dela, o tom da conversa mudou.
— Tá na hora, Emma. Tayler já deve estar esperando. — Malia sussurrou, tocando de leve o braço da amiga.
Emma respirou fundo, sentindo o peso do plano cair sobre ela mais uma vez. Levantou-se, encontrando o olhar de Jenna do outro lado da sala. Ela não precisava dizer nada; Jenna sabia o que estava prestes a acontecer.
— Não esqueça o que conversamos. — Jenna falou baixo, mas o suficiente para Emma ouvir.
Emma revirou os olhos, mais para esconder o nervosismo do que por irritação.
— Relaxa, Ortega. Eu sei o que fazer.
Malia puxou Emma pela mão, e as duas saíram pela porta principal da mansão. O carro preto já as esperava na entrada, com um motorista silencioso.
A viagem foi silenciosa, com Malia tentando manter a atmosfera leve, mas Emma estava absorta em seus pensamentos. Quando chegaram ao local combinado — um galpão antigo e parcialmente abandonado —, Emma sentiu um arrepio percorrer sua espinha.
— Pronta? — Malia perguntou, apertando o ombro de Emma.
Emma forçou um sorriso.
— Sempre.
As duas desceram do carro, caminhando até a entrada onde dois homens de Tayler as esperavam. Eles abriram a porta sem dizer nada, guiando-as até uma sala iluminada apenas por lâmpadas penduradas no teto.
Tayler estava sentado em uma poltrona no centro do ambiente, seu olhar frio e intenso cravado em Emma assim que ela entrou.
— Finalmente. — Ele se levantou, os passos ecoando pela sala.
Emma sentiu o estômago revirar, mas manteve a expressão controlada.
— Tayler. — Ela tentou soar neutra, mas a voz traiu um leve nervosismo.
Ele sorriu, aproximando-se devagar.
— Você demorou. Achei que a Ortega não fosse deixar você sair tão fácil.
Emma aproveitou o gancho, colocando a atuação em prática.
— Ela nunca deixa. — Sua voz ganhou um tom de amargura, enquanto olhava brevemente para Malia. — Se não fosse por ela, eu ainda estaria presa naquela mansão.
Tayler parou bem na frente de Emma, seus olhos a analisando com intensidade.
— Mas agora você está aqui. Comigo. — Ele tocou o rosto dela de leve, e Emma teve que lutar contra o impulso de recuar.
— Estou — ela respondeu, forçando um sorriso fraco. — E quero te ajudar a derrubar a Ortega.
Tayler sorriu, satisfeito com a resposta. Ele gesticulou para que Emma e Malia se sentassem, mas antes que pudessem continuar, um de seus homens entrou às pressas na sala, sussurrando algo no ouvido dele.
Emma aproveitou o momento para trocar um olhar rápido com Malia, que apertou levemente sua mão por baixo da mesa, como um lembrete de que estavam juntas nisso.
Enquanto Isso, na Mansão*
Jenna assistia às imagens das câmeras ocultas instaladas no galpão. Hunter e Kylie estavam ao seu lado, observando cada movimento.
— Ela está indo bem — Hunter comentou, cruzando os braços.
— Vamos ver até onde Tayler acredita — Jenna respondeu, os olhos fixos na tela.
Kylie riu de leve.
— Acha que ela vai conseguir enganá-lo por muito tempo?
Jenna sorriu de lado.
— Não duvide da obsessão dele
——
Continua...
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Oi, pessoal! Desculpem pelo tempo que fiquei sem postar nada. Eu estava sem celular porque tinha esquecido ele na casa do meu pai e, além disso, estava doente. Mas agora já recuperei o celular e vou voltar a publicar normalmente todos os dias!