o seu pai era dono da maior marca de lingerie do mundo, chamada Vallerie, Satoru Gojo era seu segurança particular e seu braço direito nos negócios.
mas seu mundo caiu quando seu pai faleceu e quem ficou responsável em cuidar de você nada mais e nad...
Oie meus amores desculpem a demora, andei trabalhando um pouco mais do que devia, esse capítulo ficou delicinha e... o próximo bom, o próximo vai esquentar de novo!!! O Satoru virou o "homem" né? kkkk e que o Satoru dessa história aqui tem o jeito do meu "muso inspirador" então assim... bom, bom... desculpem os erros ortográficos e não desistam de mim!!! beijos na boca e peguem seus marcadores de página eu fiz com carinho 🥹🥺🍆 https://files.fm/u/a5b8332dmq
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🤸🏾♀️ Satoru Gojo
A deixei sentada na mesinha do Bacio Di Latte e fui até o balcão fazer o nosso pedido, a Sra. Walsh não estava mexendo no celular, estava me olhando atentamente e eu a olhei de volta sorrindo.
- Você é ridículo... - Pude entender exatamente o que ela havia falado, eu sou ridículo, e terminava revirando os olhos.
Peguei nossos sorvetes e levei até ela, dois sorvetes, o dela é de sabor de baunilha e pistache e o meu é de de chocolate.
- Ué não estava flertando com a atendente? - Perguntou e me dei conta que agora de fato nós estávamos juntos e não, eu não dei em cima de ninguém. - Não, por que? Deveria? - Perguntei e a vi passar a língua no sorvete. - E como sempre, a cadelinha cai de boca no seu sorvetinho preferido!! - Falei malicioso e ela me deu um tapa no ombro. - Satoru!!! - Não flertei com ninguém _____. - Respondi sério, chupando o meu sorvete. - Agora falando sério... Você fica muito fofa fazendo esse bico. - Falei e ela riu humorada segurando meu braço. - Só deveria saber morder um pouquinho... - SATORU!!! - Que foi?! - Perguntei rindo enquanto o meu sorvete caía em minha calça. - Aí tá vendo esses olhos pidões... - Ela colocou o potinho de sorvete em cima da mesa e ajeitou seus cabelos descendo seu rosto até o meu colo e lambeu o sorvete da minha calça. - _____... - Que foi?! - Se levantou passando a língua entre os dentes e me olhou vitoriosa e eu fechei os olhos. - Pequena, você me deixou com muito tesão... - Quando os abri a vi na vitrine da loja da Burberry. - Imperativa... - Vamos entrar naquela loja!! - Apontou atrevidamente deixando seu sorvete de lado. - Você ainda vai me deixar maluco... - Falei baixo indo até ela terminando de tomar o meu sorvete.
Ela me olhou vendo que eu estava prestando atenção em si, e sorriu timidamente.
- Você é um homem fofo. - Disse ela. - por que você acha isso? Eu não sou fofo, Sra. Walsh. - Você é sim e eu gosto disso... Só por favor Satoru não me abandone, igual todo mundo fez comigo. - Ela se virou em minha direção. - E-Eu sempre fui sozinha, minhas amigas sempre foram interesseiras e... Bom, nunca tive ninguém pra chamar de meu, namorados eu nunca tive um, e... - Ela falando com o rosto choroso em meio ao shopping e ainda se aninhando em meu terno. - Não me olhe assim... Não precisa sentir pena... - Eu não tenho pena de você, Sra. Walsh... Eu só não quero que você se sinta mais assim. - Eu não me sinto mais, depois que conheci você. - Eu a abracei forte, e ela colocou suas mãos pequenas em meu rosto. - Quando eu sentir medo, ou qualquer coisa, eu quero que você me abrace forte e me beije como se fosse a peça mais preciosa da sua vida. - Ela disse e me abraçou pelo pescoço e eu assenti ao seu abraço. - _____... - Eu só preciso de você, Satoru Gojo... - Ela dizia enquanto o encarava de cima a baixo, após a sua pequena declaração de amor ao platinado. - Sra. Walsh... - V-Vamos para aquela loja... - Ela saiu do meu abraço e entrelaçamos nossas mãos.
E tudo isso me deixou tocado, comovido, ela era para ser minha, apenas minha e de mais ninguém. Sorri e deixei ela me guiar.
Eu a adoro, gosto do seu jeito, e amo a sua maneira de viver, desse jeitinho, travesso e moleca, que é o que ela é pra mim, minha Pequena.
- Vamos... - Respondi e fui puxado para a loja Burberry.
Fiquei observando o movimento, os seguranças nos olhando, e ela sorrindo analisando as roupas sociais masculinas.
- Acho que ficaria bom em você, roxo não é? - Perguntou e eu ri. - Sim, mas da última vez você falou que eu ficava brega. - Hm... Esse vai ficar ótimo. - Falou enquanto ia na ara feminina, vai combinar com o meu vestido. - Falava ela. - Algum evento? - Perguntei. - A festa de inauguração da Vallerie, meu pai sempre fazia então... - Mas não acho que eu deva aparecer com você... - Falei e ela me olhou indignada. - Eu sou só um segurança. - Oh é mesmo? - Perguntou irônica. - Você é o meu segurança. - Deu duas batidinhas em meu ombro. - Vai lá provar essas roupas... - Não posso aceitar. - Satoru Gojo, eu estou mandando. - Falou ela. - Fora daquela escola, eu sou eu. - Não é por isso... Não posso ficar aceitando seus presentes Pequena. - Falei e ela sorriu. - Por que não? Vai dizer que você é orgulhoso? Desde quando? - Ué, surpresa fofa? Como disse alguém falou para eu me valorizar. - Falei a provocando e ela riu. - Estou sim... Haha.... - Ela riu colocando a mão em meu braço. - Só aceite por favor, não é nada comparado com as coisas que você fez para mim. - Mas eu não fiz... - Ela me interrompeu passando a mão em meu peito, e eu pude sentir aquelas mãozinhas delicadas raspando minha pele. - Por favor só aceite, vai lá. - Saiu de perto de mim, indo mexer em seu celular.
Quebra de Tempo
Será que eu poderia chamar isso de encontro? Nós andamos de mãos dadas, e as vezes ela me abraçava e andávamos pelo shopping, eu segurava algumas sacolas. E ela me olhava apoiando sua mão em meu peito.
- Sra. Walsh... - Falei baixo enquanto andávamos até a sua loja preferida. - Isso é um encontro? - Uhum. - Murmurou sorridente. - Ah não ser que você não queira intitular... - Pra mim, está perfeito. - Falei sorrindo fraco enquanto deixava um beijo em sua cabeça e ela chacoalhou logo em seguida. - Para... - Esboçou um sorriso e eu ri. - Por que você fica tão sem graça quando eu dou um beijo na cabeça? - Perguntei a pegando pelo pescoço e ela me olhou daquele jeito... Daquele jeito... Safada. - Satoru... - Ela disse baixinho. - Hm... - Não faz isso... ____... - Isso o que? Hmm? - Esses sons... - Por que? - Perguntou fazendo bico enquanto andávamos. - Eles soam eróticos... - São espasmos seu idiota... Não é isso... Cansaço, fadiga... - Além do seu som de cadelinha tem outros... Como aquele falando com o seu travesseiro... - Falei rindo e ela me empurrou. - Para seu idiota!! Satoruuuu!! Satoru. - Falava e eu ria. - Eu amo seu sorriso... - Falei a puxando mais uma vez pra perto. - Sra. Walsh...